segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Black Friday Brasil vende R$1,6 bilhão no e-commerce. by E-bit - November 30, 2015.

A Black Friday atingiu seu maior faturamento desde o início da chegada ao e-commerce brasileiro e alcançou a quantia de R$ 1,6 bilhão na sexta-feira. O dado representa um crescimento nominal de 38% em relação à edição de 2014, quando chegou a R$ 1,16 bilhão.
Foram 2,77 milhões de pedidos no total, um volume 24% maior que o ano passado no período, com ticket médio de R$ 580, uma alta de 11%. Outro destaque da data foram as vendas realizadas por dispositivos móveis (smartphones e tablets), que representaram 9% do resultado ou R$ 140 milhões e 11% dos pedidos, 311 mil.
No total, 1,64 milhão de e-consumidores fizeram pelo menos uma compra nas 24 horas da sexta-feira e o prazo médio de entrega prometido pelas lojas foi de 13 dias corridos para as ofertas de Black Friday.

Infográfico

A E-bit/Buscapé também levantou perfil do consumidor que comprou na Black Friday Brasil, as categorias com maior volume de pedidos, faturamento no período e até mesmo produtos e termos mais buscados no Buscapé. Confira:
Infografico_BF2015_FINAL
    http://www.profissionaldeecommerce.com.br/black-friday-brasil-2015/

domingo, 29 de novembro de 2015

8 dicas sobre SEO off-page. Porque SEO não é só on-page. Por Profissional do E commerce

Essa pode ser a forma mais barata e eficaz para gerar mais tráfego.
Você está começando um e-commerce, pretende se aventurar sem apoio de agências ou parceiros, mas nem sabe o que é SEO? É muito importante entender sobre Search Engine Optimization (SEO), conjunto de certas técnicas que irão ajudar a classificar seu site o mais alto possível em páginas de resultados de motor de busca (SERPs). Essa pode ser a forma mais barata e eficaz para gerar mais tráfego.
Mas, para se obter resultados de otimização de busca, é preciso criar uma boa estratégia de SEO, se preocupar com o que vai além do on-page. Ou seja, muitos profissionais tratam de analisar o que podem fazer dentro de seus sites para ajudá-los na classificação mais alta, como títulos da página, links internos, meta tags e descrições etc. e acabam se esquecendo de outra parte muito importante: o SEO off-page.
O conjunto que refere-se a todas as coisas que podem ser feitas diretamente fora de seus sites para ajudá-los a subir no ranking, como as redes sociais, artigos, fórum e blog de marketing é, muitas vezes, deixado de lado.
Então, se você quer ter um plano realmente eficaz para melhorar a posição de sua página nos motores de buscas, atente-se a alguns pontos:

1. Redes sociais – Todo o mundo está lá!

Às vezes, conhecido como “gestão de reputação online“, se envolver com redes sociais é o passo fundamental para você começar a anunciar, comercializar e construir sua reputação online dentro do seu nicho.
Inscreva-se nas redes sociais mais populares tais como Facebook, LinkedIn, Twitter, Google+ e crie um perfil de sua preferência. Isso te permite estender sua rede online de contatos, se conectar e interagir com seus amigos, para compartilhar informações e, o mais importante, promover o seu site/blog e ajudar a construir a sua reputação online.

2. Blog da loja – Blogar é uma das melhores maneiras de promover o seu e-commerce

Ao escrever um blog para o seu site, você dá uma razão para que os visitantes voltem à sua página para acompanhar novos posts. Por isso, é importante trazer conteúdo relevante sobre produtos, nicho no qual você atua e mostra a identidade da sua marca ou loja.
Produza conteúdo exclusivo para o seu blog tais como infográficos, top lists, tutoriais e vídeos virais, e seja claro e conciso no que você está tentando transmitir aos seus leitores.
Se você não é muito bom em escrever o conteúdo contrate um blogueiro convidado, e peça para escrever o conteúdo preciso e único. Isso também ajuda os motores de busca a indexarem o seu e-commerce com mais frequência, pois eles atualizam conforme as suas alterações no blog.

3. Marketing blog – Siga, comente…

Poste comentários em outros blogs dentro do mesmo nicho que o seu, que permitam que você adicione um link na seção de comentários. Esses links podem ser rastreados pelos motores de busca, ajudando a apontá-los para o seu site.

4. Fórum de marketing – Posicione-se como especialista

Encontre fóruns online que estejam relacionados ao seu nicho e participe. Responda tópicos e perguntas que você tenha conhecimento, ofereça conselhos etc. Isso tudo ajuda a construir a sua reputação como alguém que é um especialista dentro desse nicho.
Tente usar “comentar” nos fóruns de modo que você possa incluir um link para seu site em sua assinatura, o que ajuda os motores de busca indexarem o seu site.

5. Respostas e perguntas

Você também pode participar ativamente respondendo perguntas em sites como o Yahoo Respostas. Ao responder e fazer perguntas relevantes em seu site de nicho, você ajuda a construir a sua reputação como alguém que é um perito em seu campo escolhido.
Você pode colocar um link para seu site na seção de origem, se necessário, de modo que as pessoas encontrem facilmente o seu site.

6. Search Engine Submission – Inscreva-se

Os motores de busca encontrarão o seu site, mas isso pode demorar um pouco. Para acelerar tudo, você deve enviar seu site para os motores de busca mais populares, como Google, Yahoo, Bing etc.

7. Compartilhamento de foto – Imagem também é conteúdo

As fotos do seu e-commerce podem e devem fazer parte do conteúdo. Você pode compartilhá-las nas principais plataformas específicas para isso como o Flickr, Picasa, Pinterest e Instagram. Outras pessoas podem buscar conteúdo relacionado ao seu e ver suas imagens.
Não esqueça de colocar um link direcionando para seu site, preferencialmente levando para o produto da imagem divulgada.

8. Vídeos

Produza também vídeo de produtos, institucional, conceitual e tutoriais. Disponibilize esse conteúdo em sites como YouTube e Vimeo.
Texto publicado anteriormente no Proxxima.

sábado, 28 de novembro de 2015

5 dicas sobre recrutamento e o poder da perplexidade Leia mais em Endeavor

Quando o empreendedor investe tempo no recrutamento, o time todo ganha tempo pelo resto de seus dias.

Enquanto estava em Shanghai há algumas semanas, estava conversando com um grupo de fundadores sobre a importância de processos de recrutamento. Ele mencionaram duas coisas: primeiramente, eles se dizem responsáveis por todo recrutamento sênior. Em segundo lugar, eles pedem um rapport d’étonnement” para cada recruta sênior, depois de 100 dias. Até que essa frase fosse traduzida do francês para o chinês e então para o inglês [e agora para o português], isso foi descrito como um “relatório de choque”, o que achei espantoso. No entanto, com mais esclarecimentos, entendi melhor o conceito e o adorei.
O primeiro argumento dos fundadores era o de que recrutar um talento sênior era seu trabalho primário. Eles haviam cometido erros desastrosos recrutando há alguns anos e concluíram que tinham delegado muito dessa tarefa a seu diretor de recursos humanos e ao caça-talentos. Ao retomar o controle, eles disseram que foram os únicos que realmente poderiam determinar o “encaixe” – aquele conjunto de características que sugere que um novo recruta trabalhará bem com o time, enquanto também entende, fomenta e constrói a parir da cultura da empresa.
Seu segundo argumento, a respeito do relatório de choque, levou mais tempo para ser explicado. A tradução literal da frase, aprendi, é “relatório da perplexidade”. Meus colegas franceses dizem que é uma ferramenta utilizada por empresas, governos e acadêmicos, para entender o que pensam novos recrutados ou estudantes, perguntando a eles o que mais os espantou depois de entrarem na companhia, ou instituição. O objetivo é capturar a sabedoria coletiva das primeiras impressões, antes que a cultura da organização comece a moldar a forma como os novos colaboradores veem as coisas.
Os fundadores disseram que estavam usando relatórios de choque religiosamente com seus novos recrutas sêniores. Quando perguntei qual tinha sido o principal insight até o momento, me disseram: “recrutas falam sobre gerações em nossa companhia. Eles percebem duas tendências em andamento. A primeira é a de que quanto mais longe eles estão do time fundador, menos os colaboradores sentem que aquela é sua empresa, sua missão. A segunda é que quanto mais jovens, mais altas são suas expectativas quanto ao trabalho. Isso nos levou a repensar a distribuição de ações da empresa, e a tentar conseguir distribuir mais as ações em todos os níveis hierárquicos”.
Essa conversa em Shanghai me lembrou de uma citação de Richard Fairbank, CEO do Capital One Financial:
“NA MAIORIA DAS COMPANHIAS, AS PESSOAS GASTAM 2% DO SEU TEMPO RECRUTANDO E 75% GERENCIANDO SEUS ERROS DE RECRUTAMENTO”.
No contexto de como as companhias podem “profissionalizar” suas organizações sem sacrificar a Mentalidade do Fundador, recrutar é uma capacidade essencial, que deve ser acertada. Como parte de nosso Forum DM 100, nós estamos começando a reunir uma lista das melhores práticas de recrutamento entre os membros. Por mais que ainda seja um trabalho em andamento, aqui seguem cinco delas:
1. O time sênior deve ser responsável por isso. Já que a receita tende a crescer mais rápido do que talento, recrutar tem que ser um trabalho para o time sênior. Para sustentar crescimento, líderes sêniores precisam preencher faltas críticas de talentos, e uma dessas faltas é provavelmente a de um Diretor Executivo de Recursos Humanos. Comece por aí.
Quando companhias em crescimento amadurecem, elas precisam de mais do que um Diretor de RH. Elas necessitam de um profissional de primeira qualidade, que possa se juntar ao time sênior, verificar quais trabalhos precisam ser feitos e ou identificar, ou recrutar os talentos que podem fazê-los. De forma alguma isso tira o fundador da questão do recrutamento. Ao contrário, o fundador e o Diretor de RH trabalham juntos para alcançar o preparo organizacional da companhia necessário para mudanças e enfrentar os grandes problemas que interferem na transformação dos negócios.
2. Seja claro quanto à “unidade de experiência” que você precisa. É crucial combinar as necessidades da empresa com competências específicas e experiência. O erro mais comum é recrutar um executivo acostumado a administrar sistemas e processos de grandes companhias, quando você precisa de alguém que possa construir sistemas especialmente desenhados para apoiar seu negócio em crescimento. Ou você recruta o chefe de vendas experiente na gerência por meio de “quebradores de espaço” regionais – camadas de pessoas entre o time sênior e a linha de frente -, em vez de uma pessoa capaz de recrutar e construir um time enxuto e responsivo de vendas.
Ben Horowitz, co-fundador da firma de capital de risco Andressen Horowitz, tem uma opinião interessante sobre isso: “quanto maior for a companhia e mais complicado for o trabalho, mais você precisa de conhecimento e habilidade”.
“QUANDO CONTRATAR ALGUÉM POR HABILIDADE, VOCÊ PRECISA SABER EM QUE ESSA PESSOA PRECISA SER EXCELENTE, PORQUE NÃO É EM TUDO. NINGUÉM É EXCELENTE EM TUDO”.
3. Recrute procurando “encaixe”, mas não recrute clones do time original. Encaixe é crítico. Novos recrutas precisam se misturar com nossa cultura, e também precisam entender a Mentalidade do Fundador da companhia (percepção insurgente, estado mental de proprietário, obsessão com a linha de frente). Mas também é essencial que eles tragam suas próprias forças para o jogo.
Nossos membros DM 100 [programa de parceria da Bain & Company com empresas de mercados emergentes] apontaram para uma série de características que devem ser procuradas. Eles recrutam “fazedores” (não apenas “pensadores”); eles buscam aqueles que amam o produto e que compram sua missão; eles procuram por um instinto para sair do escritório e explorar o campo; eles buscam aqueles que apreciam os conflitos corretos e que odeiam “vampiros de energia”.
4. Recrute a pessoa, não a descrição do trabalho. Enquanto estiver recrutando, é importante buscar uma pessoa com nível adequado de experiência. Isso não significa que você deva ignorar um ótimo talento potencial, se ele estiver disponível.
BONS TALENTOS VÃO SE AJUSTAR; TALENTOS MEDIANOS NÃO.
Não favoreça os talentos que se encaixam perfeitamente na descrição do emprego, em detrimento de talentos incríveis que podem levar algum tempo para aprender seu novo papel. Quando os fundadores da Yonghui Superstores procuraram um novo presidente para dirigir suas operações, por exemplo, eles escolheram Jianbo Li, um veterano da IBM e da Procter & Gamble, mesmo que ele não tivesse experiência com o mercado da Yonghui.
Seu histórico em companhias grandes não foi o fator decisivo – na verdade, talentos de grandes companhias não são sempre os melhores para culturas de fundadores, apesar de suas habilidades profissionais. Mas as capacidades de Li mapeavam a missão da companhia e sua necessidade por sistemas e processos mais maduros, e ele demonstrou ter um claro apreço pela cultura organizacional deles. “Precisamos entender e respeitar o período de fundação, mas também precisamos construir novas capacidades para levar a empresa para o próximo nível”, diz Li.
5. Responsabilize-se pessoalmente pelo sucesso do recruta e tome controle de sua integração. É dever do empreendedor tomar responsabilidade pela integração e pelo treinamento de novos e importantes profissionais. Ele ou ela deve também criar uma narrativa que convença a organização de que novos recrutas agora são essenciais para levar a companhia para o próximo nível. Fundadores devem procurar “fios de ouro”, que entrelacem as histórias dos fundadores originais e aquelas de novos profissionais. Juntas, essas histórias apresentam a visão mais comovente do futuro da companhia.
Essa lista ainda é um trabalho em andamento. Mas ela apresenta os elementos cruciais do recrutamento de profissionais que podem adicionar capacidades essenciais, sem diluir a Mentalidade do Fundador. Agora nós vamos adicionar os “relatórios da perplexidade” e o valor de capturar a sabedoria coletiva das primeiras impressões.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Studio residencial à venda, Mercês, Curitiba.

Studio residencial à venda, Mercês, Curitiba.

Cultura Empreendedora no Brasil: o potencial para empreender com alto impacto.

Brasileiro se destaca nas 4 atitudes mais importantes para o empreendedor

Estudo realizado por Endeavor e META, com apoio da Opinion Box, revela a performance dos brasileiros em 4 atitudes essenciais para a criação de uma empresa de alto impacto.
As 4 atitudes:
    • visão de oportunidade: empreendedor capaz de enxergar oportunidades de negócio, tem mente aberta e é antenado;
    • proatividade: tem capacidade de “botar pra fazer” e autodeterminação;
    • criatividade: é original e inovador;
    • sonho grande: tem ambição de realizar grandes feitos, propósito e valores.
O potencial de sucesso dos empreendedores brasileiros é maior do que a média mundial
Quando comparado à média mundial, a pontuação dos brasileiros se mostra significativamente maior nos fatores Visão de Oportunidade (33.6 pontos versus 31.7 de média global) e Criatividade (35 pontos versus 33.7 de média global), além do total geral (138.8 pontos versus 136.4 de média global).
Mas ainda perde para a americana…
Por outro lado, o Brasil possui pontuações significativamente mais baixas do que o valor de referência dos Estados Unidos em todos os fatores META (138.8 pontos gerais para o Brasil versus 146.6 de média dos EUA), sendo que a falta de Proatividade nos brasileiros é a principal lacuna.
https://endeavor.org.br/cultura-empreendedora-brasil-pesquisa/

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Como funcionam os programas de trainee? Leia mais em Endeavor

Será que um Programa de Trainee é uma boa opção para seu negócio? Descubra aqui!

Alta remuneração, possibilidade de começar uma carreira já no topo da pirâmide, vasta experiência e indispensável networking adquirido durante o processo: para os estudantes, um sonho de vida; para os empreendedores, a chance de garimpar jovens diferenciados, proativos, com alto potencial de desenvolvimento, espírito de liderança, orientação nata para resultados e com intensa energia competitiva. Os programas de trainee são essenciais para os jovens bacharéis e ainda mais para as empresas, especialmente em um momento em que não basta ter dados, é preciso de mentes pensantes, capazes de transformar obstáculos em oportunidades.
Hoje você irá descobrir o que é um programa de trainee, como funciona seu recrutamento e no que esses jovens aspirantes a executivos podem mudar a história de uma empresa!
O que são os Programas de Trainee?
OS PROGRAMAS DE TRAINEE SÃO AS PONTES QUE LIGAM JOVENS PROMISSORES E CARGOS ESTRATÉGICOS NAS EMPRESAS.
O objetivo é recrutar, desenvolver e reter “mentes brilhantes” e com notável capacidade gerencial para assumir posições estratégicas no futuro. A remuneração de um trainee circula em torno de R$ 5 mil, o que pode parecer alto para um profissional sem experiência. Entretanto, se levarmos em conta que a empresa estará colocando dentro de sua dinâmica profissionais diferenciados e com potencial retorno de escala exponencial, os valores são até bastante discretos.
Vale lembrar que o perfil exigido dos trainees costuma ser o de jovem (22-30 anos) com domínio de pelo menos 1 idioma (além do inglês), bons cursos de capacitação no currículo (muitos já chegam à empresa com vivência no exterior) e, de preferência, graduado em uma universidade de ponta (embora isso não seja preponderante, atualmente).
Não viva em terreno de galinhas se quiser aprender a voar!
Essa máxima vale tanto para os empreendedores quanto para os jovens que pretendem construir uma carreira de sucesso. Para ser o melhor é preciso estar entre os melhores e, no caso da empresa, ter os melhores em sua equipe. Assim, existem diversos benefícios de elaborar um programa de trainee:
  • Recrutar e treinar profissionais sem vícios e com extrema energia para alcance de resultados;
  • Trazer para dentro de sua empresa os melhores talentos do mercado;
  • Preenchimento de vagas futuras com profissionais já treinados;
  • Mostrar-se ao mercado como uma empresa proativa, dinâmica e comprometida com a sociedade.
Ok, mas há alguma desvantagem em contratar trainees? Depende do perfil e dos objetivos de sua empresa. A alta remuneração desse tipo de profissional pode ser, por exemplo, um entrave difícil de ser contornado. Outro problema é uma possível resistência contra a esses jovens, por parte de funcionários que trabalham há muitos anos na empresa (sensação de desprestígio). Assim, antes de implementar um programa como esse, é necessário caprichar na comunicação com sua equipe para não provocar desequilíbrios no clima organizacional.
Como são as etapas de um Programa de Trainee?
Você já ouviu falar nas peneiras feitas em clubes de futebol, realizadas diariamente com o objetivo de encontrar as “joias” do futuro? Pois assim como nesses testes, vez por outra, descobrem-se grandes craques para o futebol mundial, um processo seletivo bem feito para trainee certamente irá agregar à sua equipe profissionais de raro talento. Os programas costumam ter de 5 a 7 etapas, dentre das quais, vale a pena destacar:
1) Inscrição: avaliação do perfil do candidato, considerando quesitos básicos para o posto, tal como currículo, cursos realizados, vivência no exterior, fluência em língua estrangeira, etc.
2) Avaliações on-line: testes prévios de inglês e, às vezes, de português.
3) Dinâmicas de grupo: um dos mais importantes filtros para mensurar a postura social e capacidade técnica de um aspirante a trainee. Essa etapa costuma ser formada por uma fase inicial, na qual os candidatos se apresentam, seguida, de discussões em grupo sobre cases e problemas a serem resolvidos. Personalidade, capacidade de trabalho em equipe, criatividade e comunicação são muito observados neste momento do processo.
4) Prova oral de inglês: avaliação da capacidade de comunicação em língua inglesa e nível de complexidade do raciocínio em língua estrangeira.
5) Painel de negócios: em geral, é a primeira etapa em que os candidatos serão observados pelos diretores. Um case ainda mais complexo lhes serão apresentados, com tempo limitado para solução.
6) Entrevista (com diretores): muitas vezes, essa fase entra como critério de desempate. Aqui será observado o nível de consciência do candidato acerca da organização, do mercado, bem como das funções que irá exercer.
Qual a diferença entre estágio e trainee?
A diferença fundamental entre um programa de estágio e um de trainee é que, ao final deste último, o profissional estará pronto para assumir um cargo de liderança. Na verdade, estamos falando de jovens em momentos diferentes, buscando alvos absolutamente distintos, sob formatos de relação com a empresa bastante específicos. As principais diferenças entre estágio e trainee são:
- Objetivo:
O objetivo de um programa de estágio é o de ensinar o estudante a “trabalhar”, enquanto um trainee é ensinado a gerenciar uma empresa.
- Perfis buscados:
As empresas costumam dar preferência para estagiários que estão em seus primeiros anos de faculdade, para auxiliarem na realização de tarefas burocráticas e de baixo grau de complexidade. Já os programas de trainee costumam centralizar-se em jovens recém-formados (há até 3 anos) ou em ano de graduação; estão, portanto, mais maduros para entrarem em um período de “imersão gerencial”.
- Tarefas a serem exercidas:
No estágio, as atribuições podem mais simples, geralmente como suporte à area em que são contratados; já o trainee irá “rodar” (job rotation) por diversas áreas da organização, para conhecer a empresa de forma integral e desenvolver atividades de extrema complexidade (caráter decisorial).
- Base legal:
O estágio é regulado pela Lei 11.788/2008; os programas de trainee, pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
- Tempo de programa:
A lei de estágio limita do tempo de aprendizado em um mesmo órgão ou empresa por até 2 anos (exceto quando se tratar de portador de deficiência), diferentemente do trainee, que irá aprofundar seus conhecimentos na empresa por um prazo que varia de 6 meses a 4 anos (quanto maior o nível de responsabilidade pretendido pela empresa a ele, mais longo é o programa).
Ok, já entendi a diferença. Mas como saber se minha empresa está pronta para contratar esse tipo de profissional?
Se sua empresa está em processo de crescimento rápido, talvez você precise pensar na possibilidade de ter à disposição, em breve, profissionais capacitados para gerenciar novos departamentos, coordenar projetos que ainda estão para nascer ou supervisionar o desenvolvimento de novos produtos.
Tanto no recrutamento quanto durante o programa, as virtudes que mais costumam ser levadas em consideração com relação a esses jovens são:
  • Liderança;
  • Capacidade de comunicação;
  • Criatividade;
  • Empreendedorismo;
  • Flexibilidade
  • Foco em resultados;
  • Capacidade de solução de problemas;
  • Visão estratégica;
  • Visão de negócios de forma ampla;
  • Proatividade;
  • Habilidade para trabalhar em equipe.
Quais atribuições devo passar para um trainee?
Todas as de caráter gerencial! Melhor ainda se forem em formato de projeto, com início e fim. Mas para não deixar meio solto, vamos pincelar apenas alguns exemplos:
1) Vendas
  • Controle de processo de vendas;
  • Elaboração de estratégias de negócio;
2) Jurídico
  • Elaboração e análise de contratos;
  • Apoio às áreas internas na elaboração de contratos;
3) Marketing
  • Elaboração e análise de pesquisa de mercado;
  • Implementação de estratégias promocionais;
4) Financeiro
  • Gerenciamento das aplicações financeiras;
  • Elaboração de planos de redução de custos;
5) Gestão de Pessoas
  • Formulação de programas de treinamento;
  • Gerenciamento do plano de cargos e salários.
Em muitas companhias, diversos jovens são selecionados para o programa, mas, uma vez dentro da empresa, são avaliados constantemente através de KPIs. Os que não alcançam as metas vão sendo eliminados.
OS APROVADOS AO FINAL DO PROCESSO SÃO INCORPORADOS NA DINÂMICA ESTRUTURAL DA ORGANIZAÇÃO, DESTINADOS ÀS ÁREAS DE OPÇÃO NO INÍCIO DO PROCESSO OU EM DEPARTAMENTOS EM QUE SE DESTACARAM.
Não tenho tempo para dar atenção a trainees!
Os gestores que tutelam trainees durante seus programas de imersão têm a responsabilidade de construir um profissional preparado para lidar com pressões, ter respostas rápidas, coragem no processo decisorial e alto conhecimento sobre a realidade da empresa e do mercado. Assim, não basta colocar um jovem aspirante a executivo dentro da empresa e esperar que ele se torne um Jorge Paulo Lemann por osmose! Supervisão permanente é fundamental!
Na Era da Informação, o capital intelectual se tornou o mais importante ativo de uma organização, o elemento-chave para adquirir vantagem competitiva no mercado. Nesse espectro, os trainees ocupam posição essencial, já que são eles que irão, no futuro, enxergar oportunidades enquanto a concorrência enxergará escuridão. Ou, como nos dizia Maquiavel, “empreendedores são aqueles que entendem que há uma pequena diferença entre obstáculos e oportunidades e são capazes de transformar ambos em vantagem”. Vale a pena elevar o capital intelectual de sua empresa com um programa de recrutamento de trainee!
https://endeavor.org.br/programas-de-trainee/

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

5 lições de quem empreendeu tendo um emprego ao mesmo tempo

Ter um negócio não é uma tarefa fácil. Porém, para alguns empreendedores, essa jornada exige ainda mais disposição – isso porque eles decidiram conciliar a empresa própria com um emprego em tempo integral, ao menos por um tempo.

Foi o que aconteceu, por exemplo, com os quatro empreendedores da startup Stoodi, que prepara reforços escolares e materiais preparatórios para o Enem, de forma online. Daniel Liebert, Gustavo Uehara, Nilson Rego Jr. e Vinicius Neves conciliaram o emprego fixo com o negócio durante sua criação.
Uehara ficou um ano e meio nessa situação, por exemplo. “Eu começava a trabalhar no design e no desenvolvimento do negócio umas 20h e o horário em que eu acabava dependia do projeto. Às vezes eu acabava à meia-noite, às vezes umas três ou quatro da manhã”, conta.
Liebert conta que o objetivo era testar a ideia antes de se dedicar em tempo integral: “A gente resolveu começar nesse esquema paralelo para reduzir o risco de carreira. Se desse errado, manteríamos os trabalhos. Se desse certo, a gente avaliaria se valeria permanecer no emprego ou não.”
O empreendedor serial Alan Soares conta que fundou um negócio próprio pela vontade de mudar o mundo. Ele e mais um sócio administram a Cinequanon Cultural, agência que trabalha com a criação de projetos para transformações sociais, culturais e econômicas. Quando a empresa foi registrada, em 2012, ele ainda era funcionário de uma empresa de educação para investidores. No fim, acabou virando sócio também do negócio no qual era funcionário.
Já Carmen Lúcia conciliou emprego e negócio próprio para complementar a renda, usando suas habilidades na cozinha. Enquanto trabalhava em um supermercado, Carmen cuidava também da Salgados Carmen. “Eu entrava meio-dia no mercado, mas acordava cinco da manhã para fazer salgado. Sempre tive vontade de abrir um negócio, mas tinha receio. Registrada, você se acomoda”, conta. Após cinco anos de conciliação, Carmen perdeu seu emprego em março deste ano. Viu a oportunidade de tocar a Salgados Carmen de forma integral e, hoje, faz três mil salgados por semana.
Veja, a seguir, as dicas desses empreendedores para quem está conciliando negócio próprio e emprego fixo (ou pretende estar):
1. Avalie se isso é para você
QUANDO O EMPREENDEDOR CONCILIA TRABALHO FIXO E NEGÓCIO PRÓPRIO, É COMUM QUE TRABALHE MAIS DO QUE SEUS CONHECIDOS E, NO CURTO PRAZO, FIQUE COM MENOS DINHEIRO NO BOLSO.
Por isso, é preciso saber se você está disposto a optar por uma dupla jornada, segundo todos os empreendedores entrevistados.
“Saiba que você estará deixando de ir à academia ou ao bar para continuar trabalhando, agora em um negócio que é seu. Seja honesto consigo mesmo na hora de decidir: saiba se você é forte para aguentar as pancadas, que serão várias”, recomenda Soares, da Cinequanon.
“Esteja bem ciente de que trabalhar por conta própria não é tão fácil quanto pensam. Eu trabalho muito mais agora, por exemplo. Mas, mesmo a vida sendo mais corrida, estou mais feliz”, afirma Carmen.
Já Liebert conta um caso da própria Stoodi: “Nesse tempo de jornada dupla, nós gravávamos as aulas em uma escola no final de semana, por exemplo. Estávamos dispostos a pagar o preço de trabalhar em feriados e de madrugada, para fazer isso virar. Aí vai muito de perfil”.
2. Conheça qual o tipo do seu negócio
É possível ser funcionário e dono de uma empresa ao mesmo tempo? Isso depende do objetivo do seu empreendimento, afirma Soares. “Tem negócios que são feitos para serem escalados, enquanto outros são apenas para obter uma renda extra. Se você pensa na segunda opção, você pode se organizar para ajustar os horários”.
PORÉM, SE SEU OBJETIVO COM A EMPRESA FOR EXPANDIR AS OPERAÇÕES, É QUASE CERTO QUE VOCÊ DEVERÁ ABANDONAR SEU EMPREGO NO FUTURO.
Liebert, da Stoodi, recomenda também olhar para o timing do mercado em que sua empresa irá atuar. Isso é fundamental para saber se você pode tocar o negócio com mais calma ou não. “Nós avaliamos que nosso negócio estava em um setor em que sair na frente não era tão importante assim. Conseguimos essa conciliação de empreendimento e emprego por meses, trazendo os sócios para trabalhar só com o Stoodi aos poucos. Porém, quando o empreendedor vai atuar em negócios com timing, é pouco possível fazer o que fizemos”.
3. Tenha organização
Organização é a palavra de ordem na hora de ter uma dupla jornada, decreta Uehara. “Eu tentava me organizar ao máximo. Quando eu trabalhava no Stoodi, esquecia o que fazia no trabalho, e vice-versa. Já era estressante e cansativo por si só, porque é um período longo trabalhando. Se eu pensasse no outro emprego, ainda, não daria certo.”
No caso, a antiga profissão de Uehara o ajudou. Ele trabalhava como Scrum Master, um profissional que segue princípios de agilidade para planejar e gerir projetos. “Estudar bastante essa área é importante, com conceitos como Scrum e Lean Startup. Eu trouxe esses conselhos para organizar minha própria rotina”, conta.
Deixar de ter essa organização pode até fazer com que você perca sua clientela. “Se o freguês pede algo e você diz que não tem como cumprir esse pedido, ou só pode fazer durante o final de semana e vai entregar daqui a muito tempo, ele deixar de procurar na sua empresa”, alerta Carmen. “Ficar conciliando emprego e negócio sem organização é não fazer nenhum direito”.
4. Não deixe de se dedicar ao emprego
A organização do tempo não é importante só para reduzir o estresse do empreendedor, mas também para manter a produtividade durante a dupla jornada.
FAZER ATIVIDADES DA SUA EMPRESA DURANTE AS HORAS DE TRABALHO COMO FUNCIONÁRIO PREJUDICA A PRODUTIVIDADE E É UMA DESONESTIDADE COM SEU EMPREGADOR.
“Ele vai acabar sabendo, uma hora ou outra, e uma das suas fontes de renda será comprometida”, ressalta Soares. “Isso é especialmente ruim nesse momento, quando o salário é destinado ao sustento do começo do negócio.”
5. Busque algo pelo qual você seja apaixonado
Manter emprego e empreendimento próprio já é difícil. Mas pior ainda é quando não há interesse real pelo negócio. “Não dá certo investir no negócio só porque você conhece alguém que se deu bem. Trabalhar por conta é bom só se você gosta do que faz, porque pede uma disponibilidade total”, alerta Carmen.
https://endeavor.org.br/empreender-tendo-um-emprego/

terça-feira, 24 de novembro de 2015

E depois do fracasso, vem o quê? Leia mais em Endeavor

Brad Feld tem uma lista infinita de fracassos, mas não deixou de fazer sua carreira um sucesso. Confira alguns conselhos.

Recentemente, escrevi um post intitulado “Depois do primeiro grande sucesso, o que acontece?”. Os comentários foram poderosos e fascinantes, assim como o feedback por e-mail que recebi, incluindo o trecho a seguir:
“Acredito que seria interessante ouvir sua perspectiva sobre como um empreendedor deveria abordar o que acontece depois de um negócio fracassado. Como alguém deveria administrar suas próprias emoções e perspectivas depois de um fracasso? É fácil jogar a culpa em outras coisas e também sermos extremamente exigentes com nós mesmos. Devem haver formas construtivas de seguir adiante, em vez de cenários destrutivos que podem acarretar falta de confiança, ou depressão”.
Tendo fracassado em muitas coisas, fico completamente confortável em falar sobre isso. Mas antes, deixa eu abrir o jogo aqui. Minha primeira companhia, a Martingale Software, fracassou (devolvemos $ 7.000,00 dos $ 10.000,00 que arrecadamos). Minha segunda companhia, a DataVision Technologies, fracassou. Não tive sucesso até minha terceira companhia, a Feld Technologies. Por mais que meu primeiro investimento-anjo tenha sido um sucesso, renunciei ao cargo de chairman quando as empresas de capital de risco deixaram o Conselho depois que o CEO foi substituído.
No fim dos anos 1990, o que parecia meu maior sucesso naquele momento, abrimos o capital da empresa, atingimos um valor de mercado de quase $ 3 bilhões, e então fomos à falência três anos após o IPO. E o segundo fundo de capital de risco do qual fui parte, que arrecadou $ 660 milhões em 1999, foi um desastre completo.
Como diz o clichê, aprendi muito com esses fracassos.
Tive muitos outros fracassos. Lembro de despedir minha primeira funcionária, o que eu via como um fracasso da minha parte, não dela. Lembro do primeiro CEO que demiti, e de não conseguir dormir na véspera porque estava tão nervoso e triste com a decisão que havia tomado. Lembro da primeira empresa em que investi como venture capitalist. Ela faliu e depois tive que descobrir sozinho como encerrá-la, depois que todos já tinham se mandado. Lembro da primeira vez que alguém ameaçou me processar por prestar um serviço ruim (não o fizeram). Lembro a primeira vez que fui processado por algo que não havia feito (eventualmente, eu ganhei). Eu poderia continuar listando, mas acho que deu para ter uma ideia.
O QUE VEM DEPOIS É SIMPLES.
 
É O QUE VOCÊ DECIDIR FAZER DEPOIS.
Em alguns casos, isso será fácil – você já estará trabalhando no próximo empreendimento antes que o trabalho prévio fracasse. Em muitos casos, isso não será fácil – você estará se lamentando na areia movediça do fracasso até um bom tempo depois que vários corpos já tenham sido sugados para debaixo da superfície.
Como você lida com suas próprias emoções e perspectivas é um assunto completamente diferente.
Eu adoro a abordagem de Jeremy Bloom, CEO da Integrate (somos investidores lá), por quem tenho imenso respeito e admiração. Nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2006, ele foi o melhor magnata esquiador de estilo livre do mundo. Em sua última corrida, esperavam que ele ganhasse o ouro. Na metade do caminho, ele perdeu uma virada e acabou na sexta colocação. Como Jeremy me disse, ele se deu 24 horas para ficar bravo, depressivo, chateado, furioso, frustrado, confuso e melancólico.
Eu consigo imaginar ele em seu quarto, na Vila Olímpica, destruindo sistematicamente toda a mobília. Um minuto depois das 24 horas, ele já estava trabalhando em seu próximo projeto, com o fracasso presente somente em seu espelho retrovisor.
Só que 24 horas é uma quantidade pequena de tempo. Normalmente, carrego meus fracassos por um pouco mais de tempo, mas nunca além de uns dois dias. Eu separo como eu me sinto a partir do fracasso de como eu me sinto em relação à vida e ao que estou fazendo.
É interessante que, para mim, o fracasso não é aquilo que me deixa deprimido. É o tédio combinado com a exaustão.
Mas levou muito tempo para eu perceber isso. Descobri que conversar com as pessoas sobre meus fracasso ajuda bastante. Em vez de segurá-los internamente, converso com Amy (minha amada) sobre eles. Converso com meus sócios sobre eles. Converso com meus amigos próximos sobre eles. Não ignoro o fracasso, nem tento encapsulá-lo em algum lugar. Em vez disso, o liberto, o mais rápido possível.
Em nosso livro “Do More Faster”, temos um capítulo sobre a maravilhosa história de fracasso da EventVue. Depois que ela fracassou, alguns dos amigos de Rob e Josh da Boulder Startup Community fizeram um velório para a EventVue. Nós celebramos sua vida, a enterramos e seguimos adiante. Adorei essa ideia e já fiz algo parecido algumas outras vezes para empresas falidas. É importante lembrar que até mesmo na morte é possível celebrar as ótimas coisas que aconteceram durante a vida.
No entanto, ultimamente, é preciso conhecer a si mesmo. Não há uma resposta certa ou alívio mágico para superar fracassos pretéritos.
SE VOCÊ VAI SER UM EMPREENDEDOR, VOCÊ IRÁ TER ESSE TIPO DE EXPERIÊNCIA. É SIMPLESMENTE PARTE DO TRABALHO.
Comece entendendo isso, e se perguntando do que você realmente tem medo. E, depois de fracassar em alguma coisa, deixe-se experimentar o que você tiver que experimentar, lembrando que isso é somente uma outra parte pequena da jornada da vida. E então parta para o que estiver adiante, no tempo em que você estiver pronto para isso.
Escrito por Brad Feld, co-fundador da TechStars

JANTAR DE NATAL!! CONVITE PARA VOCÊS! Por Karina Bacchi

Oi queridos!

Amanhã acontece o jantar especial de Natal da ONG Florescer!
Vai ser uma delícia com muita Paella, show de música Flamenca e solidariedade.
Estão todos convidados!

Será no La Fiesta
Rua Alvorada 1951
Itaim -São Paulo

Mais infos e compra de convites pelo fone: 11-3746 9846
Até amanhã!
Bjkas
Ka.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Apartamento residencial à venda, Bacacheri, Curitiba.

Apartamento residencial à venda, Bacacheri, Curitiba.

Nossos cases de sucesso são gostosos demais...por WBI

Nada melhor do que atender um cliente, que, além de acreditar no ambiente digital, é pra lá de “gostoso”. Ops... deixa eu explicar melhor.

Diz uma frase muito conhecida no meio corporativo que todos devem “vestir a camisa da empresa”. Aqui na agência a gente não veste a camisa do cliente, aqui a gente se delicia comendo os produtos que eles fabricam. Conheça alguns deles:
CARACOL CHOCOLATES
A Caracol Chocolates, empresa com mais de 30 anos produzindo chocolates artesanais, é uma empresa moderna e inovadora, líder no segmento de chocolate artesanal.
A WBI Brasil é responsável pela gestão das redes sociais e administração de mídia da marca, além de produzir o novo site, que irá ao ar no inicio de 2016 e realizar o Google Street View em várias lojas.
Faça o passeio virtual em 360o graus e "delicie-se" com o melhor chocolate artesanal do Brasil.
GALETO MAMMA MIA
Mamma Mia!
Esta expressão italiana, que demonstra admiração e encantamento, é hoje, uma rede com sete casas, que serve o melhor galeto ao primo canto do Gramado, Porto Alegre, Novo Hamburgo, Canoas e Florianópolis.
A WBI Brasil é responsável pela gestão das redes sociais e administração de mídia da marca, além de produzir o novo site, que irá ao ar no inicio de 2016.
Faça o passeio virtual em 360o graus e "delicie-se" com o melhor galeto do Rio Grande do Sul.
IOGURTE DO TAMBO
Fabricante de iogurtes desde 1995, a Do Tambo tem paixão pelo jeito artesanal de produzir iogurtes cremosos, saborosos e nutritivos e adaptando-os as várias restrições alimentares como açúcar, gorduras, glúten e lactose.

Tudo para poder estar presente no seu dia a dia levando saúde e sabor à sua vida! Na primeira colherada você já vai entender porque tanto trabalho vale a pena.
 A WBI Brasil é responsável pela gestão das redes sociais, administração de mídia da marca, e pelo projeto de expansão da marca no RS.
PASSAPORTE GASTRONÔMICO DE GRAMADO
O Passaporte Gastronômico de Gramado oferece descontos nos principais restaurantes da serra gaúcha, como El Fuego, Mamma Pasta e Galeto Mamma Mia, todos do Grupo JPLP.
Para os turistas usufruírem desses descontos é só visitar uma das lojas da Caracol Chocolates de Canela e Gramado, para retirar o seu passaporte, totalmente gratuito.
 Conheça o Passaporte Gastronomico:
http://www.wbibrasil.com.br/noticias/nossos-cases-de-sucesso-sao-deliciosos/