quinta-feira, 8 de outubro de 2015
A busca pela excelência. E pela experiência.
Eu adoro relógios. Às vezes não uso, mas adoro. Passeando em um Shopping Center, também adoro shopping, me deparo com uma loja, que na vitrine tinha um relógio maravilhoso, daqueles de parar o trânsito. Pintou um clima entre eu e ele, eu olhava, ele mexia, eu olhava ele piscava, e assim foi, durante um longo tempo, até que não mais que de repente a consultora da loja vem até a porta e me faz a seguinte pergunta:
Posso Ajudar? Pode me empresta dinheiro para comprar o relógio.
O senhor não gostaria de ver o relógio? Não, você já disse que não.
Oi o senhor não quer entrar para ver o relógio? Não, senhor de novo não.
Essas são as abordagens que nós esperamos que as pessoas usem. Mas a moça veio com uma pergunta matadora, com uma colocação simplesmente fantástica, se não vejam:
Imagina esse relógio no seu pulso!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Eu não tinha texto para continuar o papo, tinha duas opções, ou saia correndo pelo shopping, ou entrava na loja.
Entrei, e nem bem sentei recebo de um garçom uma taça de champanhe e um bombom de chocolate. Pare um pouco agora, e imagine a cena. Relógio lindo, vendedora atenciosa, ambiente convidativo. Eu só tinha em mente uma questão: Como eu iria sair de lá rapidamente? Peguei um cartão da loja, com o nome da vendedora, e disse a ela que como quem mandava em casa era a esposa, mentira, eu ia achá-la no shopping para ela aprovar a compra. Minha esposa estava em casa, em outra cidade. Foi a saída pela direita.
Eu comento esse fato, mais como uma história de Marketing, porque todos nós esperamos ser abordados de uma maneira diferente, mas será que nós fazemos diferentes, ou estamos no automático?
Trecho do livro A Jaca Subiu no Telhado, Outra Aula de Marketing e Vendas, a vendas nas Livrarias Curitiba, na Amazon.com e pelo face.
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