sábado, 31 de outubro de 2015

Tirando projetos do papel em tempos difíceis EmpreendedorismoGestãoPlano de NegóciosProjetosStartupby Paulo Roberto Floriano - October 30, 2015.


Foto por @thaminstry. Como validar ideias de produtos, serviços ou campanhas sem precisar de um grande orçamento ou da mobilização de toda a empresa? A resposta pode estar em como as startups trabalham. Vamos tirar os projetos do papel?
Grandes empresas brasileiras estão passando por momentos de incerteza e insegurança, o que impacta a rapidez e a autonomia com que os departamentos realizam seus projetos. A reação natural das organizações em meio a este cenário é colocar todos os novos projetos em stand by, principalmente projetos de inovação.
Arriscar gastar muito dinheiro em projetos que não possuem retorno garantido parece loucura, olhando sob o ponto de vista financeiro. E as empresas têm um pouco de razão nisso.
No entanto, a inovação — seja em produto, serviço ou processo — é essencial para a sustentação de qualquer empresa no médio prazo e na maioria das vezes necessária para criação de diferencial competitivo no curto prazo.
Empresas precisam vender mais, fidelizar clientes ou aumentar suas margens. O papel de áreas que possuem seu papel atrelado à inovação é muito mais difícil nessa hora — como garantir recursos para projetos que são importantes, mas precisam de tempo para serem validados pelo mercado e por isso são arriscados?
A resposta está no jeito que as startups trabalham.
Startups trabalham em um ambiente de profunda incerteza. Em primeiro lugar, elas não sabem se alguém precisa do que elas estão oferecendo. Em segundo, não sabem se as pessoas estão dispostas a pagar pelo produto ou serviço. E por último, não sabem se há um mercado grande o suficiente que faça o seu negócio ser sustentável.
Startups aprendem desde muito cedo que muito planejamento é o pior inimigo de uma empresa que atua neste cenário — quanto antes seu produto (ou uma parte dele) estiver no mercado, mais rápido as três perguntas acima poderão ser respondidas. O autor Ash Maurya, bastante conhecido no mundo das startups, possui uma frase que virou mantra de empreendedores ao redor do mundo:
“A vida é muito curta para construir um produto que ninguém quer usar”.
Alguns produtos hoje muito conhecidos começaram de maneira bastante simples. O Dropbox, sistema de armazenamento e compartilhamento de arquivos, começou como um vídeo que explicava como o produto funcionaria, sem mesmo ter escrito uma linha sequer de código. O vídeo teve grande tração na internet e a partir daí os fundadores concluíram que seria uma boa ideia construir o software.
Zappos, maior e-commerce de sapatos do mundo, começou sem ter nenhum estoque. O e-commerce exibia os produtos, mas quando alguém os comprava, o fundador Tony Hsieh, ia pessoalmente a uma loja física e comprava o produto, enviando para o comprador. Assim ele conseguiu validar se havia realmente demanda para o serviço que estava oferecendo, sem ter que gastar milhares de dólares com um estoque variado de produtos.
Esta abordagem, que é parte essencial da filosofia “lean startup”, faz muito sentido: diminuir o risco de um negócio potencialmente arriscado, validando aos poucos as suas principais hipóteses diretamente com os clientes.
Empresas como GE, Google e Microsoft vêm adotando este tipo de abordagem para desenvolver seus projetos. Existem diversos métodos possíveis para testar o sucesso ou o valor de um produto ou serviço:prototipaçãobetas privadosconciergespre-selllanding pages, entre outros.
O mais importante é entender o que precisa ser validado e colocar em prática sem prejudicar a experiência do cliente. Não estou falando de produtos inacabados, com bugs ou mal feitos — muito pelo contrário, a experiência é essencial para que o cliente entenda o valor do produto ou serviço para sua necessidade.
No momento em que estamos, ter respostas rápidas do mercado tem muito valor. Esta abordagem não garante necessariamente o sucesso de um projeto, mas evita que muito tempo e dinheiro seja gasto em um projeto que não daria certo.

Já começou a pensar em 2016? Aqui estão 6 Ferramentas para fazer seu Planejamento Estratégico Leia mais em Endeavor

Um bom ano começa com um bom planejamento estratégico. Veja por que estas ferramentas podem te ajudar neste processo.

Planejar o dia, planejar a semana, planejar o mês, planejar o ano… O método muda e as ferramentas mudam, mas o objetivo é sempre o mesmo: focar a energia e a atenção para que nossa ação nos leve na direção que desejamos, e não na direção a que as distrações nos conduzem. Essa é a função do Planejamento Estratégico.
Mas atingir metas é só o final de um processo! Antes é preciso definir como medi-las, alocar recursos e traçar caminhos para transformar ideias em resultados, e finalmente chegar lá. Pensando nisto, reunimos 6 ferramentas gratuitas e fundamentais para colocar seu Planejamento Estratégico de pé:
O trio Missão-Visão-Valores é um recurso poderoso para que empreendedores consigam planejar negócios diferenciados, atrair colaboradores engajados e se orgulhar de seu trabalho. Esta definição é o ponto de partida do planejamento dos novos negócios e deve ser constantemente validado ao longo da existência da empresa.
    • Indicada para organizações que queiram definir a direção estratégica da empresa: da integração das operações à estratégia da companhia e da motivação da equipe.
    • É útil porque permite que o empreendedor reflita sobre o papel do seu negócio na sociedade e sobre o futuro da empresa
Sua cabeça está fervilhante de boas ideias e você não sabe ao certo como transformá-las em negócios lucrativos? A Ferramenta de Análise 360° pode ajudá-lo a verificar se sua ideia é viável ou não. Além disto, ela te faz refletir se o benefício oferecido é claro para o cliente, se o tamanho de mercado é adequado e se ela tem potencial de lucratividade e rentabilidade.
    • Indicado para empreendedores que queiram avaliar, dentre um pacote de ideias, qual delas representa a melhor oportunidade de negócio.
    • É útil porque guia o empreendedor em suas reflexões pessoais e análises dos aspectos internos e externos de um negócio.
É chegada a época de fazer o Planejamento Estratégico e você precisa elaborar um diagnóstico de sua empresa? Com a Ferramenta da Matriz SWOT você vai aprofundar o conhecimento a respeito da sua organização e ter uma análise do contexto externo em que seu negócio está inserido.
    • Indicada para organizações de todos os portes
    • É útil porque proporciona uma análise dos pontos fortes (strenghts) e fracos (weaknesses), e as oportunidades (opportunities) e ameaças (threats) de um negócio. Em seguida, o empreendedor pode organizar um plano de ação para reduzir os riscos e aumentar as chances de sucesso da empresa.
Você conhece bem os concorrentes do seu negócio? Sabe exatamente o que faz melhor do que eles e em que pontos eles se destacam? Com a Ferramenta 5 Forças de Porter você faz uma reflexão sobre a rivalidade entre seus concorrentes, produtos e serviços substitutos, poder de barganha dos fornecedores e clientes e como dificultar a entrada de novos players.
    • Indicada para organizações de todos os tamanhos, que queiram analisar o ambiente competitivo em que a organização está inserida e para determinar o melhor posicionamento do negócio diante dos concorrentes.
    • É útil porque o empreendedor passa a ter uma visão mais abrangente da concorrência e de como pode tirar proveito disso.
Você sabe quais dos seus produtos ou serviços oferecidos são os mais rentáveis? Matriz BCG serve para o empreendedor fazer uma análise periódica para melhorar sua oferta de produtos ou serviços existentes e avaliar os que geram mais caixa e exigem menos esforço para a manutenção.
    • Indicada para empresas estabelecidas que já tenham uma carteira de produtos ou serviços oferecidos
    • É útil porque é um método eficaz de se analisar o ciclo de vida de um produto, desempenhar a gestão de marcas, montar planos estratégicos, ou até mesmo uma estratégia de vendas.
definição de metas da empresa é um clássico desse período. É fundamental defini-las antes de botar a mão na massa, para garantir que os esforços de crescimento estejam alinhados à estratégia da empresa. Estabelecer metas não significa implementar uma gestão estratégica com disciplina militar, mas requer firmeza para colher os frutos.
    • É indicado para empresas de médio e pequeno porte.
    • É útil porque a ferramenta torna mais claros os conceitos de objetivo, indicador e meta, que são complementares, mas diferentes. Traduz em linguagem simples a complexidade das ferramentas consagradas de gestão estratégica.

Um novo conceito em Treinamento.

www.excelenciaemgestao.com

Relação Cintura Estatura

RCA


A relação cintura/estatura é calculada dividindo-se a circunferência da cintura (cm) pela medida da estatura (cm).
RCE = CC (cm) / A (cm)
Constitui indicador simples e efetivo para mensurar a obesidade abdominal tanto em adultos quanto em crianças, discriminando risco coronariano melhor do que o IMC e a circunferência da cintura, nessas faixas etárias. Um valor maior de 0,50 é sugerido como ponto de corte para o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares em indivíduos de ambos os sexos a partir dos seis anos de idade.   Ou seja, o resultado da conta acima tem que ser menor do que 0,5. 

http://www.dietnet.com.br/relacao-cintura-estatura/

Desafiando a Maré: por que escolhi um mercado tradicional, e acertei – Bernardo Ouro Preto, St Marché/Eataly Brasil Leia mais em Endeavor /

Veja como Bernardo Ouro Preto e Vitor Leal construíram negócios enormes em setores gigantescos.

Bernardo Ouro Preto desafiou a maré até dentro da família: seu pai, bisavô e tataravô foram todos funcionários públicos. Mas o sócio do St Marché e do Eataly Brasil passou longe do salário e da jornada fixa. Não levou dois anos trabalhando com sua especialização, M&A, no Brasil, para pedir demissão e abrir seu primeiro empreendimento.
Para começar, encontrou o sócio certo, Vitor Leal. Por muito tempo marcavam de se encontrar com frequência para discutir ideias de negócios, mas nada saía, até os dois tomarem coragem de deixarem seus empregos e se dedicarem 100%. Descobriram alinhamento de valores e de visão:
“A GENTE CONVERSOU MUITO PARA ENTENDER QUAIS ERAM NOSSOS OBJETIVOS DE VIDA. SE A GENTE QUERIA A FERRARI MAIS VERMELHA, O HELICÓPTERO QUE VOAVA MAIS ALTO… MAS O QUE A GENTE QUERIA ERA SER FELIZ”.
Disso tudo, veio a ideia do varejo alimentar. A chance de dar errado era muito grande, mas a decisão foi muito racional. Duas características do setor falaram alto na escolha: era uma indústria gigantesca e gigantescamente fragmentada. “Não queríamos ser o peixe num laguinho, queríamos ser um peixinho microscópico num oceano”, explica Bernardo. Além disso alguns dados ajudaram. O varejo alimentar tinha 68 mil pontos de venda no Brasil, mas apenas 1.600 eram dos top 5 players, com 19% de market share.
Foi então que começou a nascer o St Marché, uma rede premium focada em perecíveis, para competir com padarias, açougues e pequenos estabelecimentos de bairro. De repente, fazer compras de mercado virou experiência de luxo.
Mas não parou por aí. Sem pressa e colocando diariamente a barriga no balcão (literalmente), Bernardo e Vitor viram o sucesso aumentando – era hora de inovar. A próxima ousadia seria trazer o Eataly, um complexo de restaurantes e lojas de produtos italianos já famoso em outros países, para o Brasil. Na primeira reunião com os donos italianos, descobriram que estavam em 201º lugar em uma fila de candidatos para abrir filial. Por persistência, depois de 3 anos, subiram 200 posições. Inauguraram em São Paulo, esse ano, o Eataly Brasil.
As principais lições de Bernardo sobre empreender em um mercado tradicional são:
    • Tenha um sócio com valores e objetivos compatíveis e habilidades e experiências complementares às suas. Você começa sem grana, o desafio intelectual é muito grande, e o dia a dia é muito duro, fica mais fácil com alguém ao seu lado. Mas se você quer construir um negócio de longo prazo e tem um sócio que tem pressa em ganhar dinheiro, esqueça, não vai dar certo.
    • Quer fazer diferente? Experimente: “Nos nossos primeiros 2, 3 anos, tomamos a decisão de não contratar ninguém do varejo de alimentos. Se chegasse um executivo do Pão de Açúcar, por exemplo, o cara ia falar ‘tem que fazer desse jeito’ e a gente ia acreditar. Nossa primeira gerente de loja era formada em História da Arte, ninguém entendia nada de varejo. Passamos 4 anos experimentando”.
    • Vá com calma. “Dá pra ganhar dinheiro em qualquer coisa, é só tentar fazer um pouquinho melhor” – e Bernardo e Vitor definitivamente queriam fazer direito, pensando bastante. Ficaram 4 anos só com uma loja, colocando a mão na massa e se dedicando a aprender. Apesar da falta de dinheiro, ele diz que foram os anos mais divertidos do negócio.
    • O dia mais difícil é hoje. O ontem já foi. É preciso sempre correr atrás de inovar e fazer benchmarking para descobrir novas formas de melhorar a experiência do cliente.
Quer saber mais dos percalços dessa história? O vídeo acima traz a conversa completa de Bernardo Ouro Preto, sócio do St Marché e Eataly Brasil, com Ernesto Villela, Empreendedor Endeavor e fundador da Enox, no palco do CEO Summit.

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Chefe ou Líder?

Pausa para comentar sobre Liderança. Qual a diferença entre chefe e líder?

Aqueles profissionais com cargo de chefia dos meus primeiro e segundo emprego eram chefes, não tinham o poder motivacional, cobravam sem saber o que estavam cobrando, só estavam lá. 

O mais grave no caso da empresa de consórcios é que o cobrador era o dono. Com certeza hoje ele deve ter mudado as estratégias.

Na outra empresa era alguém insignificante, mas poderia prejudicar o processo pela sua incompetência. E como salientei, pode estar fazendo estragos até hoje.

O líder moderno é ativo, servidor, alegre, motivador e conhecedor do mercado em que atua. Estrategista, organizado e controlado.

São diferenças básicas, mas que mudam o destino de qualquer empresa.

Consultoria: Rede de varejo de eletrodomésticos.



Uma consultoria séria, com um empreendedor sério, mas totalmente dono da verdade. Contrato de seis meses porque esses caras não confiam nem neles mesmo. Tem medo da sombra. Às vezes dá uma super vontade de perguntar para esse tipo de empreendedor, por que eles contratam consultores se já sabem tudo. Os professores de Deus. 

Começamos um trabalho de telemarketing, contratamos duas estagiárias para iniciar o trabalho, montamos uma super convenção, estratégias de Endomarketing, elencamos ações para sair da mídia de massa, a agencia de propaganda dele queria me matar, começamos a esboçar Visão, Missão e Valores, pesquisamos como os clientes chegavam à empresa, demos treinamento gerencial e para a equipe de atendimento, um super trabalho, início promissor. 

Esse empreendedor é extremamente exigente, trabalhador, e tem uma equipe de diretores muito interessante. Quando tentamos implantar o planejamento estratégico e o Balanced Scorecard travou tudo. Uma frase ouvida em uma reunião. Para que planejar, nosso negócio é apagar incêndio. Eu já disse que era uma rede de lojas de eletrodomésticos certo? Não era reunião no corpo de bombeiros. Bom foram seis meses de tentativa de implantação. Essa rede tem 150 mil clientes cadastrados e nunca enviou um e mail marketing para eles. No segmento de eletrodomésticos essa é uma prática muito utilizada. Mas essa rede prefere anunciar em mídia de massa, segundo um executivo da empresa eles não podem arriscar ficar sem esse tipo de mídia. Isso foi dito em 2010. Anotem, escrevam, pensem. Nada contra a mídia de massa, mas a relação custo x benefício é preocupante e o ticket médio por cliente geralmente é muito baixo, as pessoas compram somente a promoção. 

Quando eu falei em criar redes sociais para e empresa, quase apanhei. Para conseguir colocar uma verba da mídia em marketing digital, foi um parto, mesmo provando que com um mínimo investimento o acesso ao site dobrou. Detalhe, eles tem site, pelo menos isso. Seis meses passados, nada foi implantado, as estagiárias demitidas, e tudo na empresa voltou a era rudimentar. Se você quer mudar, tem que fazer as coisas diferentes. Esse empreendedor necessita urgente renovar a cultura da empresa. Ou a dele. Com certeza vou ser chamado de volta.


Como vender mais em tempos de crise. Por PEGN

Especialistas dão dicas para pequenas empresas que querem aumentar as vendas

Por Priscila Zuini - 30/10/2015..

Crise. A palavra que está contaminando o mercado e assustando os empreendedores. Antes de desistir e fechar o ano no vermelho, é importante tentar impulsionar as vendas. “Como os clientes compram menos em tempos de crise, o profissional de vendas precisa estar preparado”, diz Carlos Cruz, do Ibvendas.
Para Mário Rodrigues, também do Ibvendas, não é possível apontar uma única solução para enfrentar a crise. “Um bom planejamento aliado ao investimento na capacitação das equipes de vendas pode contribuir muito”, afirma. Confira abaixo as dicas dos especialistas para vender mais mesmo durante a crise:
1. Foque no atendimento
O cliente entra na sua loja, mas sai sem comprar? Um atendimento bem preparado pode sanar este problema. O consumidor está mais inseguro e precisa do apoio do vendedor para realizar a compra. “O profissional de vendas precisa estar preparado para ganhar a fatia da concorrência e fechar o negócio pelo bom atendimento, pelo diferencial que possui em relação aos demais vendedores, pelas soluções que pode oferecer”, explica Cruz.
2. Não desanime
A quantidade de vendas não fechadas deve aumentar em tempos de crise. Mas isso não significa que o vendedor deve desanimar. “Mesmo que ouça diversos “nãos”, o vendedor precisa descruzar os braços para conseguir os “sins” no futuro”, diz Cruz. É hora de prospectar o máximo de clientes para se fazer presente. “Apresente novidades e tente antecipar a necessidade de quem precisa comprar”, afirma.
3. Aproveite as datas especiais
Com o Natal quase chegando, os consumidores costumam estar com o bolso cheio após o pagamento do 13º. Aproveite a oportunidade com promoções especiais. “Uma dica prática e bem voltada ao varejo é a realização de promoções e ações focadas nas datas comemorativas. Elas podem ser boas saídas para aumentar o volume de vendas”, diz Rodrigues. Vale lembrar que é preciso planejar com antecedência e pensar na estratégia para não ter problemas. (176)Pinar (0)

A Atividade Física Para o Idoso

A atividade física regular traz inúmeros benefícios para a nutrição e para a saúde de indivíduos idosos.
Com o aumento da energia requerida para a prática de exercícios físicos, há um conseqüente aumento na ingestão de alimentos, o que proporciona um melhor estado nutricional pelo maior consumo de calorias, proteínas, vitaminas e minerais.
No que diz respeito à saúde cardiovascular e ao sistema respiratório, sabemos que a utilidade do exercício é observada no aumento da força dos músculos cardiovasculares e respiratórios, além da alteração positiva da composição corporal e dos níveis de lipoproteínas no sangue.
Os exercícios aquáticos são apropriados para idosos com osteoartrite ou em recuperação de doenças nos músculos ou articulações.
O comitê de exercícios e reabilitação cardiovascular da associação americana do coração confirma a idéia de que mesmo exercícios de baixa intensidade como caminhada, dança, bicicleta, se praticados diariamente, podem gerar benefícios a longo prazo, diminuindo os riscos de doença cardiovascular. A diminuição das taxas de gordura corporal, atingida com a contribuição dos exercícios freqüentes, também é fator importante associado à diminuição dos riscos cardiovasculares.
As alterações metabólicas, como o aumento do glicogênio muscular, uma conseqüente maior sensibilidade dos tecidos à ação da insulina, e uma melhora da habilidade de se metabolizar a glicose do sangue, são outros benefícios associados à prática esportiva em pessoas idosas.
É observado um aumento da força muscular, o que gera uma melhor habilidade para se continuar com as atividades diárias, como cuidar da casa e maior independência, e um aumento da densidade óssea, o que diminui os riscos de fraturas nas quedas.
Mesmo que moderado, o exercício freqüente melhora a condição cardiovascular e diminui a fadiga. Um senhor de 70 anos, com o exercício constante, pode chegar a uma capacidade aeróbica semelhante a um indivíduo sedentário de 30 anos de idade. No entanto, nenhum programa de exercício deve ser iniciado sem avaliação e supervisão médica.
O indivíduo deve gostar e estar seguro quanto ao exercício que irá praticar. O tipo de esporte a ser praticado deve ser cuidadosamente selecionado para que seja adequado às condições de saúde e sociais do idoso, para evitar o abandono da prática esportiva.
Além de todas essas condições de saúde, o exercício físico libera na corrente sangüínea substâncias chamadas endorfinas, responsáveis por uma sensação de bem estar geral. Vários estudos, como o de Duke University Medical Center, Washington, EUA, 2000, descrevem efeitos benéficos da prática esportiva no combate à depressão, comparando-os até com o efeito de alguns medicamentos antidepressivos.
http://www.dietnet.com.br/a-ativdade-fisica-para-o-idoso/

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

SEIS ALIMENTOS QUE SABOTAM SUA DIETA, Por Karina Bacchi


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1 – Suco de fruta natural
Embora supernutritivos, podem ser uma bomba calórica – principalmente os de laranja, manga e tangerina e os que misturam mais de uma fruta. Isso porque quando preparamos o suco, excluímos as fibras, a parte mais importante do alimento, por promover a saciedade, deixando só um concentrado de frutose, o açúcar da fruta. Prefira os sucos de limão, acerola ou maracujá, que tem menos calorias.

2 – Água de coco
Embora bastante nutritiva, a bebida é rica em carboidratos e em gordura. A versão em caixinha, ainda inclui sódio e conservantes. Pode ser uma opção para quem pratica atividade física para consumir depois da atividade, devido seu alto poder de vitaminas e sais minerais. Para quem não se exercitou, no entanto, a água de coco pode acabar ajudando a acumular calorias.

3 – Biscoito Cream Cracker
O que parece ser uma opção ao pãozinho, é rico em carboidrato refinado, gordura trans e sódio. Além disso, por ser fininho, normalmente acabamos comendo mais para ficarmos saciados, e aí mora o perigo: 4 bolachas de água e sal tem cerca de 130 kcal, o mesmo que um pão francês.

4 – Tapioca
Ficou conhecida como saudável por ser uma opção sem glúten, mas é uma fonte de carboidrato de alto índice glicêmico, ou seja, que é digerido rapidamente. Pode ser um alimento aliado na dieta, desde que consumido em quantidade e com os acompanhamentos adequados.

5 – Granola
É uma mistura de frutas secas, grãos e castanhas. Apesar de ser uma fonte de fibras, que ajuda o intestino a funcionar melhor, também é rica em açúcar e calorias. Não é recomendada para quem quer emagrecer e o ideal é investir na versão sem açúcar e de preferência no café da manhã, onde temos o dia todo para queimar as calorias extras.

6 -Barras de cereal
Apesar da parecerem saudáveis e práticas, muitas não oferecem tanta fibra quanto aparentam, e as caramelizadas ou que levam chocolate são recheadas de gordura, carboidrato e açúcar, resultando em alto teor calórico. Além disso, é comum sentirmos fome pouco tempo depois porque o açúcar na composição faz com que o índice glicêmico da barrinha seja elevado.

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Os 4 Hs das pessoas de Sucesso.

Quer conhecer as quatro características das pessoas de sucesso que começam com a letra H?

Vamos a elas:

Humildade: Os outros têm que comentar que somos bons no que fazemos e não nós. Faça o melhor que puder independente de sua função hoje. Seja o protagonista, o artista principal de sua vida.

Habilidade: Você tem que ser bom em alguma coisa, você tem talento, um super talento, e precisa descobrir qual é.

Honestidade- Ser honesto e parecer honesto.


Humor- O poder do pensamento positivo Tudo o que você tem é porque atraiu, pense coisas positivas. Lembre do seguinte: Nosso subconsciente é vazio, nós é que colocamos pensamentos dentro dele. Qual o tipo de pensamento você quer colocar para você?  
A escolha, depende única e exclusivamente de você. E viva com alegria. Bom humor. Ou não. A escolha é sua. Alegria e sorria, não custa nada.

Pensar o não pensado: como eu aprendo, todos os dias – Claudia Sender, TAM Leia mais em Endeavor

Como uma engenheira química vai parar na presidência de uma empresa de aviação? Conheça a trajetória nada linear de Claudia Sender, CEO da TAM.

“Claudia, você está no momento de menor risco da sua carreira. Por que não aprender algo diferente? Se não der certo, você volta”. A provocação de um amigo, na época de faculdade, acabou fazendo a atual CEO da TAM trocar a oferta de estágio em uma empresa de óleo e gás por uma experiência na Bain & Company – uma das maiores consultorias do mundo, que na época ainda estava começando no Brasil. Lá, ela teve seu primeiro contato com temas de negócios.
Depois de 7 anos na Bain, Claudia queria expandir ainda mais seus horizontes, liderar equipes, ver seus resultados na ponta. Sentiu falta de uma formação de negócios e resolveu se aplicar para um MBA em Harvard, onde teve uma vivência cultural que também a preparou melhor para ambientes mais diversificados. Depois, sua curiosidade ainda a levou para a Whirpool, onde tomou hábito de observar o comportamento das pessoas enquanto olhavam os produtos: “Eu achava que eu sabia o que o cliente quer quando está comprando. Isso me mostrou o valor de ouvir, mais do que dar opinião, principalmente quando você está entrando em um novo segmento”.
Em 2011, veio o convite para a TAM, bem na época da fusão com a Lan. “Aconteceu comigo uma mágica. Eu antes só tinha trabalhado em multinacionais americanas. Pela primeira vez, eu estava sentando para conversar com 4 empreendedores. E eles me disseram: ‘isso aqui é muito mais que transformar uma empresa rentável, isso aqui é colocar a América Latina em um patamar em que ela não está’”.
Claudia foi cuidar da área comercial e depois se tornou vice-presidente da unidade de negócios domésticos. O maior destaque que teve lá dentro foi pela implementação de um plano de segmentação de tarifas, que identificava quem viajava a lazer e a negócios e ajustava os preços de acordo. Com isso, a empresa ganhou market share e passou a voar com aviões mais cheios. O reconhecimento e o timing casaram bem:
EM 2013, ELA SE TORNOU A PRIMEIRA MULHER A LIDERAR UMA COMPANHIA AÉREA BRASILEIRA.
Algumas das principais lições desse painel do CEO Summit:
    • É mais fácil trabalhar com pessoas que pensam como você, mas é fundamental se forçar a trazer gente que conteste seus pontos: se há diversidade entre os clientes, é preciso ter diversidade de opiniões na tomada de decisão, ou alienamos partes importantes do nosso público;
    • Ouça pessoas de meios e perfis diferentes, inclusive os mais jovens – se você quer ser grande, eles serão seus futuros clientes e está cada vez mais difícil falar com eles, vá entendendo desde já;
    • Não adianta ficar só na retranca em momentos de crise. Por isso é importante saber o que o cliente valoriza e garantir isso a ele. Deixar de investir em inovação é garantir que você vai sair da crise mais fraco;
    • Faça a coisa certa e faça com que as coisas certas se realizem: a confiança é baseada na ética e na competência. Não adianta ser um líder correto e inspiracional, se você não está pronto para trazer resultados para seu negócio, nem executar bem, mas pegar atalhos.
Veja na íntegra, no vídeo acima, a história e os aprendizados de Claudia Sender, presidente da TAM, em conversa com a moderadora Tatiana da Ponte, da EY, no palco do CEO Summit.

Carne processada causa câncer? Por DIETNET

Você deve ter visto toda a repercussão da publicação da Organização Mundial de Saúde, que afirma que o consumo de carne processada pode aumentar o risco de se desenvolver câncer de intestino.
Os 22 experts da Agência Nacional de Pesquisa sobre o Câncer, da Organização Mundial de Saúde, analisaram, em 10 diferentes países, mais de 800 estudos que associaram mais de 12 tipos de cânceres ao consumo de carnes vermelhas.
Os pesquisadores classificaram o consumo de carne vermelha como provavelmente cancerígeno. Mas a carne processada, como os embutidos, por exemplo, foi taxada como carcinogênica para humanos, causando principalmente câncer colorretal.
Os experts falam até em quantidades: cada porção de 50 gramas de carne processada consumida diariamente aumenta o risco de câncer colorretal em 18%!
Mas vamos com calma! É o consumo diário de pelo menos essa quantidade que pode aumentar o risco de câncer. E devemos considerar que temos sistemas de defesa no nosso organismo que neutralizam as substâncias potencialmente cancerígenas. Nossa flora intestinal, quando equilibrada, faz esse trabalho. E ainda ingerimos, na nossa alimentação, compostos antioxidantes que ajudam nosso organismo a eliminar tudo o que não nos faz bem.
A manutenção da nossa saúde se dá pelo equilíbrio, e sem restrições ou terrorismo nutricional. Vamos comer o que nos dá prazer, e se o que nos dá prazer pode nos causar algum prejuízo, podemos moderar a quantidade e ainda neutralizar esse possível dano com o consumo de alimentos de origem natural, como verduras, legumes e frutas, ricos em compostos bioativos que protegem nosso organismo!
Ah, a vida saudável também engloba ter uma boa qualidade do sono, desenvolver atividades de lazer, praticar atividades físicas regularmente e, sempre que possível, evitar o estresse!

Na sua empresa tem??????

- Banco de Idéias. 


Peça para cada colaborador que tem na sua empresa, escrever cinco idéias que se ele fosse o dono implantaria para melhorar o processo. Grandes empresas fazem isso e conseguem grandes ideias grátis. Mas vale a pena se você for aplicar uma ideias que recebeu remunerar quem a deu. Nem que seja com um dia de folga, ou até uma viagem. Inesquecível para quem recebe e um recall importante para sua empresa.

Obesidade na Infância

Infelizmente, o número de crianças e adolescentes acima do peso está aumentando de forma assustadora, deixando os profissionais de saúde preocupados.
As investigações demonstram que a obesidade e o sobrepeso constituem o problema nutricional mais prevalente entre os escolares e adolescentes em todos os níveis socio-econômicos. E quanto mais tempo uma criança ficar acima do peso, mais provavelmente ela continuará neste estado durante a adolescência e na idade adulta; além dos 6 anos ou mais, o estado de excesso de peso não desaparece espontaneamente.
As seqüelas da obesidade infantil estão aumentando, e as complicações em longo prazo têm se antecipado.
A obesidade é a causa mais comum de crescimento anormal na infância. As meninas obesas comumente têm a puberdade e a menarca (início da menstruação) antecipadas. A puberdade está ocorrendo mais cedo entre as meninas do que no passado, e isso pode estar direta ou indiretamente relacionado a um aumento geral; no peso da população. O efeito da obesidade nos meninos é mais variável, podendo tanto antecipar quanto retardar a puberdade. A ginecomastia (aumento do tamanho das mamas) é um dos problemas mais comuns em meninos obesos.
A pouca ou falta de atividade é fator determinante na obesidade infantil. O controle de peso envolve o balanceamento da ingestão alimentar com a energia que se gasta nas atividades diárias. Apesar da dieta ser muito importante, baixos níveis de atividade física têm maior relação com a obesidade do que o consumo alimentar.
O fato de se ficar por muito tempo assistindo televisão não requer gasto energético e geralmente vem acompanhado por lanches ou alimentos de alto valor calórico. A Associação Americana do Coração (The Heart American Association) relata que, em média, as crianças assistem a 17 horas de televisão por semana. E nessa conta não é considerado o tempo que a criança passa jogando videogames ou no computador. Outro estudo concluiu que o risco de obesidade é 5 vezes maior em crianças que assistem a mais de 5 horas de televisão por dia, comparado às crianças que assistem de 0 a 2 horas por dia.
Segundo o relato de pesquisas gerais dos EUA, de 1996, aproximadamente metade dos jovens de 12 a 21 anos de idade não são vigorosamente ativos. A Universidade Americana de medicina Esportiva relata que, em função das más condições financeiras, apenas 1/3 das escolas oferecem educação física e que a maioria das crianças acham esportes muito competitivos e dispendiosos.
Estudos sobre obesidade familiar concluíram que os fatores genéticos e comportamentos adquiridos na família são importantes na determinação da obesidade. A criança descendente de uma pessoa obesa corre o risco de aproximadamente 40% de se tornar obesa; e na criança cujos ambos os pais são obesos esse risco aumenta para 80%. E a influência dos pais vai além. Uma mãe que aprecia pratos fartos e gordurosos acaba transmitindo suas preferências alimentares ao seu filho.
Fatores do tipo neuropsiquiátricos também têm sido considerados nas causas da obesidade. Muitos psiquiatras afirmam que por trás de um obeso sempre poderá existir um problema psíquico grave. Isso ainda pode ser agravado em nossa sociedade, uma vez que as crianças gordinhas sentem-se envergonhadas ou embaraçadas por causa do valor excessivo atribuído à aparência física e da visão comum de que a obesidade resulta de preguiça ou falta de força de vontade. Em muitas crianças e adolescentes, a comida constitui uma “válvula de escape”, resultando em uma maior ingestão de alimentos quando estão com ansiedade.
Um problema funcional ou orgânico dos núcleos hipotalâmicos cerebrais, onde se encontram os centros do apetite e da saciedade também pode levar a uma ingestão alimentar descontrolada.
A quantidade de tecido adiposo pode ainda ser influenciada por variações hormonais. A deficiência do hormônio de crescimento, o excesso de insulina, o excesso de hidrocortizona, os estrógenos e a deficiência de tiroxina estão relacionados com um aumento na gordura corporal. O hipotireoidismo, que pode ser acompanhado de uma distribuição de gordura regular, com atraso no crescimento estatural, ósseo e no desenvolvimento psicomotor também é uma das causa endógenas (orgânicas) da obesidade.
De qualquer forma, cerca de 90% das obesidade infantis correspondem a do tipo simples, caracterizada por uma maior distribuição de gordura corporal, regular e homogênea, em uma criança que cresce e se desenvolve de forma normal ou acelerada, com antecedentes de uma ingestão calórica aumentada e diminuição da atividade física.
No tratamento do excesso de peso infantil é importante notar que, exceto nos casos de obesidade severa, a perda de peso não é tão necessária quanto a manutenção do peso. Quanto menor a criança, mais pertinente se torna esta concepção. Se o peso é mantido, a criança pode crescer dentro se seu peso atual.
Para aquelas crianças que realmente necessitam de perda ponderal, é seguro emagrecer até 1 kg por mês. Nos casos de obesidade muito severa pode-se até perder mais do que isso, mas o tratamento deve ser monitorado de perto pelo pediatra e pelo nutricionista, para garantir um crescimento adequado e uma boa nutrição.
O controle de peso não é fácil em idade alguma, mas pode ser quase que impossível para crianças e adolescentes se forem motivo de brincadeiras desapropriadas dos familiares e amigos. A família inteira precisa passar a promover uma vida saudável de um modo que seja agradável para a criança. Os pais ou responsáveis precisam adquirir bons hábitos alimentares e atividades físicas.
A criança pode não esta motivada a perder peso, principalmente se é pressionada pela família, professores e amigos. Em alguns casos torna-se necessário um acompanhamento psicoterápico, que garanta a ela um apoio e oriente os pais ou responsáveis a como proceder no tratamento.
Uma dieta alimentar para a criança ou mesmo para os pais que não estiverem prontos para mudanças pode não somente ser uma perda de tempo, mas também tornar-se perigoso. Uma intervenção mal sucedida pode diminuir a auto-estima da criança e prejudicar esforços futuros para normalizar o peso. Se a criança pequena não estiver pronta para mudanças comportamentais, os pais podem modificar sozinhos a dieta e a atividade física.
O sucesso do tratamento da obesidade infantil deve se basear principalmente em um programa que inclua envolvimento familiar, modificações da dieta, planejamento de atividades e componentes comportamentais, incluindo a prática de exercícios físicos. Um estudo publicado no The American Journal of Clinical Nutrition, de junho de 1998, concluiu que o tratamento de crianças obesas tendo exclusivamente os pais como agentes de mudança mostrou resultados melhores que o tratamento individualizado de crianças. Neste estudo, somente os pais ou responsáveis foram orientados e o planejamento alimentar da família como um todo foi avaliado e modificado. Dessa forma, as crianças obesas não se sentiram marginalizadas e conseguiram um maior sucesso na perda de peso. Esta forma de abordagem nem sempre é possível, mas considera-se muito importante que toda a família participe sempre do processo de adequação alimentar, para que a dieta não se torne tão desagradavél para a criança e para que ela não tenha que se privar da companhia dos outros familiares durante as refeições.
O tratamento da criança obesa deve ser feito pelo médico em conjunto com o nutricionista e deve começar assim que a obesidade ou o sobrepeso for diagnosticado, pois o risco da criança permanecer obesa aumenta com a idade. Existem algumas modificações na rotina familiar que podem fazer uma grande diferença para ajudar a criança a emagrecer sem muito sofrimento:
– preparar as refeições de maneira que possam ser saboreadas por toda a família, para que a criança não se sinta excluída;
– servir as refeições em porções controladas, em vez de colocá-las em travessas, para evitar o consumo de grandes quantidades e a repetição dos pratos;
– fazer com que as porções pareçam maiores usando pratos menores e colocando grande quantidade de alimentos de baixo valor calórico, como alface, agrião, tomate, palmito;
– não preparar molhos ricos em gorduras e não colocar sobre a mesa maionese, requeijão, geléias, manteiga;
– controlar o ambiente doméstico a fim de que alimentos muito calóricos não estejam acessíveis;
– manter a geladeira sempre provida de frutas, leite e iogurte desnatados, hortaliças, legumes e gelatinas;
– não brigar ou criticar a criança à mesa, para que ela não desconte suas frustrações no prato de comida. Se ela se acostumar a comer demais por outras razões que não a fome, provavelmente continuará a fazer isso pelo resto da vida.
– enfatizar sempre o positivo, ou seja, dar uma maior importância ao que a criança pode comer, e não ao que ela não pode comer;
– elogiar sempre qualquer progresso que a criança estiver fazendo
– estimular a criança a praticar alguma atividade física, como andar de bicicleta, de patins, caminhar, nadar, jogar futebol, etc.
– nunca usar a comida como recompensa; somente atividades e brincadeiras com a família podem ser usadas para recompensar a criança, e nunca uma sobremesa doce ou uma batata frita;
– determinar qual alimento será oferecido e quando; e deixar que a criança decida se irá comer ou não;
– oferecer somente opções alimentares saudáveis. Por exemplo: deixe que a criança escolha entre uma fruta e um iogurte para o lanche, ao invés de escolher entre uma fruta e uma barra de chocolate.
Como a criança e o adolescente estão em um período de crescimento e desenvolvimento, não devem ser adotadas dietas muito restritas, que podem interferir nestes processos. Recomenda-se iniciar uma ingestão calórica normal, de acordo com a idade, com uma proporção balanceada dos nutrientes.
http://www.dietnet.com.br/obesidade-na-infancia/

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

7 dicas de design para ganhar dinheiro com aplicativos.

Para especialista, ganhar dinheiro com apps exige desenvolver o melhor para os usuários

Por Rennan A. Julio - 28/10/2015Comp. (212)Pin

Os aplicativos são um sucesso no Brasil – e uma oportunidade e tanto para quem quer empreender. Segundo levantamento da Internet Media Services (IMS), 99% dos smartphones no país possuem algum app instalado. Reforçando esse número, a pesquisa também mostrou que cada celular brasileiro possui, em média, 16 aplicativos.
Para Dan Strougo, diretor da América Latina da 99Designs, marketplace de design gráfico também focado em apps mobile, o empreendedor interessado em investir no setor de aplicativos precisa se preocupar com o design.
“Um projeto gráfico bem trabalhado faz toda a diferença na hora de conquistar o usuário”, diz.

Designer de formação, Strougo, 33, reforça a ideia de que a forma como as pessoas navegam no celular mudou muito – e o design também precisa se adaptar. “Nossa grande missão é tentar mostrar para os clientes que o celular não é um microcomputador. Ele não deve funcionar como um site. A interação é diferente.”

1.    A tela mudou

Para Dan Strougo, o empreendedor que decidir se emaranhar no mundo dos aplicativos deve estar pronto para trabalhar com grandes celulares. “A experiência muda porque o usuário agora está usando as duas mãos. Isso faz toda a diferença para definir o design do seu app”, diz.

2.    Fale direito

Como artifício de design, Stroug garante que uma linguagem direta, menos formal e mais objetiva, torna o app mais eficiente – e com maiores chances de engajar o usuário. “O linguajar tem mais personalidade. Você entra com aspectos importantes como cor e tipografia para ser mais impactante. Hoje o app tem que soar – e conversar – como se fosse seu amigo.” 
smartphone; celular; aplicativo; tecnologia; internet (Foto: ThinkStock)
3.     Acompanhe tendências

O designer exemplifica o caso do Google para ilustrar essa dica: “o Google começou a animar e sombrear seus elementos visuais. A tela não pode piscar do nada. Ela tem que ser realista, dar a sensação de que está passando as páginas de uma revista com a mão. E os apps têm que acompanhar essa tendência.”

4.    Desenhe no papel

Outra recomendação é testar os aplicativos de uma maneira mais “rústica”. Antes de criar seus próprios apps, Stroug desenha o projeto no papel com lápis e caneta. “Depois disso eu jogo os rabiscos em um aplicativo chamado POP (Prototype On Paper) para ver como funcionaria o fluxo do meu serviço. É uma boa maneira de encontrar as primeiras falhas”, diz.

5.    Atente a detalhes

“Tipografia agradável, layout arejado e imagens de alta resolução são fatores em comum dos aplicativos de sucesso”, diz. Para Stroug, o empreendedor não pode subestimar o poder dos detalhes: usuários valorizam beleza tanto quanto uma navegação impecável. “Nessa era de telas de retina, é importante escolher as imagens de alta resolução, você sempre poderá compactá-las depois”, afirma.

6.    Encontre as cores ideais

Para Stroug, as cores devem ser selecionadas com muita cautela. “No lugar do texto, é preferível usar um logo no cabeçalho do seu app. Isso ajuda a enfatizar a marca e estimular o reconhecimento dela.”

Ilustrando esse conceito, o designer cita o caso do Facebook e o Instagram: “Tanto o Facebook quanto o Instagram sempre serão lembrados pela cor azul e por seus ícones. Isso mantém o reconhecimento da marca”, diz.

“O ideal é que a marca seja tão fácil de identificar ao ponto de uma pessoa enxergar uma cor ou um logo e já pensar no seu app.”

7.    Imagine todos os cenários

Seu aplicativo funcionará sob uma forte luz solar? As palavras em branco não dificultam a visão contra fundos pretos? A fonte funciona em várias linguagens? Para Kroug, é importante lembrar dessas perguntas antes de desenvolver um app.

“Um ótimo jeito de testar isso é entregar o dispositivo para alguém menos familiarizado com tecnologia. Isso sempre rende boas sugestões. Design para mobile app é desafiador, mas oferece grandes recompensas para as empresas que fazem do jeito certo”, afirma.

BATATA DOCE ASSADA COM GENGIBRE E MEL. Por Karina Bacchi.


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Oi people!
Segue uma deliciosa receita de batata doce assada com gengibre e mel.
Dica da minha nutricionista Stella Jacob.

Ingredientes:
9 batatas-doces descascadas e cortadas em cubos
170 g de mel
3 colheres (sopa) de gengibre fresco ralado
2 colheres (sopa) de óleo de nozes
1 colher (chá) de cardamomo em pó
1/2 colher (chá) de pimenta-do-reino moída na hora

Modo de Preparo:
Preaqueça o forno a 200C. Em uma tigela grande, junte os ingredientes. Transfira tudo para uma frigideira grande, de ferro fundido (ou outro tipo que possa ir ao forno). Asse por 20 minutos. Vire a mistura de modo a expor os pedaços que se encontram no fundo da frigideira. Asse por mais 20 minutos, ou até as batatas-doces ficarem macias e caramelizadas.
Dica: Se não tiver óleo de nozes, use óleo de canola, porém, o óleo de nozes contribui para o aroma e gosto especial desta receita.

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