domingo, 31 de janeiro de 2016

“Não comecei do zero, comecei do negativo”: Maristela Mafei, Máquina Cohn & Wolfe Leia mais em Endeavor


Semana passada, Maristela passou por um momento marcante da vida de qualquer empreendedor: vender grande parte de sua empresa. Mas inúmeros momentos marcantes vieram antes disso…

Quando Maristela Mafei tomou a decisão de abrir seu próprio negócio, parecia que havia uma conspiração para que ela desse meia volta e desistisse. Depois de deixar seu cargo de repórter no Jornal Folha de S. Paulo, ela sacou 800 dólares do FGTS para investir na empresa. Foi roubada. Um dia antes, tinham levado também seu carro, que não tinha seguro – não sobrou muita coisa que ela pudesse arriscar.
“O UNIVERSO GRITAVA ‘NÃO ABRA!’. MAS EU SEGUI EM FRENTE”.
A única alternativa foi vender sua linha de telefone residencial. Em 1995, ela valia aproximadamente 2mil dólares, o suficiente para alugar uma salinha de 6m² e colocar o negócio para rodar até ele começar a gerar receita. No escritório ou na rua, ela fazia de tudo, do café ao release de imprensa.
Com muita garra, Maristela aprendeu bastante, cresceu com o negócio e foi selecionada como uma das primeiras Empreendedoras Endeavor. Transformou a Máquina da Notícia em Grupo Máquina, e agora em Máquina Cohn & Wolfe, com a recente associação à WPP, líder mundial em publicidade e relações públicas. Inspire-se com essa história!
“Você é uma máquina!”
Quando assinou sua primeira matéria de capa de jornal, sua mãe recortou a reportagem e mostrou para todos os vizinhos. Criada no interior de São Paulo, Maristela Mafei sonhava em ser repórter de um jornal de grande circulação. Dava brilho nos olhos essa ideia de sair avidamente correndo atrás da informação.
Logo Maristela começou a conquistar seu espaço na redação e reputação fora dela. Com isso, veio um convite: tornar-se gerente de comunicação da Parmalat, que, na época, estava se expandindo no Brasil. Mas em vez de dizer “sim”, ela compartilhou uma preocupação: em uma grande empresa, deixaria de fazer um pouco o que gosta e de ser parte do core business“Por que então você não abre sua própria empresa e passa a ser nossa fornecedora?”, sugeriu um gestor da Parmalat.
Maristela considerou. Lembrou como ficava irritada, como repórter, com o grau de atenção e profissionalismo das assessorias de imprensa com as quais conversava. Em 1995, a abertura política e econômica estava só começando e o Brasil passava por um processo de privatização. Havia um novo Código de Defesa do Consumidor, uma nova Constituição e as barreiras para a entrada de produtos estrangeiros haviam caído. Cresceu a demanda de empresas que precisavam se comunicar com todos os seus públicos e, principalmente, com a mídia.
Foi combinando sua experiência prévia, o ambiente propício e a oportunidade de já começar com a Parmalat como cliente que Maristela encontrou, nesse mercado, um enorme potencial para empreender. Mudou de lado do balcão – passou de uma caçadora de informação para uma provedora de informação e abriu sua pequena assessoria de imprensa.
E ela não começou apenas com um grande cliente, mas também com um grande mentor. Quando pediu demissão da Folha de S. Paulo, o falecido Sr. Octavio Frias, na época dono do veículo, a fez prometer que ela voltaria uma vez por mês para lhe contar tudo sobre o novo negócio. Ele a aconselhava sobre custos, tributação, gestão, e ainda se envolvia na parte comercial: “Eu mostrava alguma proposta que o cliente tinha achado caro e ele pedia para ver quem era”, conta Maristela. E ele incentivava: “Eu conheço! Pode fazer seu preço porque ele tem problemas, vai precisar de você”.
Foi também Frias que ajudou a batizar o negócio: “Você é uma máquina, tem que ter ‘máquina’ no nome”.
Sem vergonha
Maristela conta que, na época em que fez faculdade, o bonito das aulas de jornalismo era mandar o aluno ir para a rua e voltar com uma reportagem feita. Ela não tinha ideia do que era um ambiente corporativo, de como se comportavam nele.
SEGUNDO ELA, O SUCESSO INICIAL DA MÁQUINA SE DEVE A UM FATOR MUITO BÁSICO: NUNCA TER VERGONHA DE PEDIR AJUDA.
“Eu visitava algum cliente e aproveitava a conversa: ‘olha, me desculpe, mas eu estou começando a contratar mais funcionários e queria te perguntar: como você estruturou o RH da sua empresa?’. E eles gostavam disso”, diz.
Enquanto possa ter sido um momento de muita dificuldade, Maristela assume que esse foi também um período engraçado, já que sempre recorriam a um improviso aqui ou ali. Os clientes começaram a demandar produtos – um clipping de imprensa, por exemplo – mas não havia dinheiro nenhum para investir. Quem resolvia era Uziel, o office boy (que está na Máquina até hoje, com outro cargo), que descia para a banca de jornais, comprava todos os impressos, lia tudo e recortava as matérias em que o cliente aparecia. E assim a empresa geria seus recursos – claro que não de forma ideal, mas ninguém ficava insatisfeito.
Por causa desse cuidado em atender (ou superar) expectativas, a enorme maioria dos clientes seguintes fechou acordo por meio de indicação. Os próprios gerentes de comunicação da Parmalat, quando faziam uma transição para outra empresa, queriam ser atendidos pela Máquina. O crescimento foi natural, mas o mundo dos negócios não é assim tão cor-de-rosa, e, naturalmente, vieram também os primeiros tombos.
O mais forte deles talvez tenha sido logo no terceiro ano da empresa, quando a Máquina enfrentou um problema sério de inadimplência. Foi também quando Maristela sentiu o impacto de ter dado tanta informalidade ao negócio – bom para a cultura interna, mas ruim para os relacionamentos comerciais: “Eu conseguia resolver os problemas dos clientes, entregar o que eles queriam, mas tinha muita dificuldade de fazer cobranças, por exemplo”.
Por não saber que era impossível, foi lá e fez
Ao mesmo tempo, toda a falta de planejamento fez bastante bem para a Máquina da Notícia, que aos poucos ia se tornando o Grupo Máquina. Maristela conta que muito ia aprendendo e fazendo com os desafios da rotina, no bom estilo “matando um leão por dia”.
“Eu não sabia que era ‘impossível’ fazer muita coisa”. Foi assim que ela estruturou uma agência 360º, com áreas que vão de digital a relações governamentais, passando por assessoria financeira e núcleo de personalidades. Maristela sempre acompanhou as novidades do mercado, soube se antecipar e implementar uma cultura de inquietude intelectual muito forte: “Aprendemos muito com os executivos das empresas clientes, fomos buscar referências de reputação fora do país, fizemos cursos, viajamos, fomos ver o que é o que o mundo estava fazendo. Isso nos trouxe horizontes inacreditáveis”, ela conta. Entre esses clientes, por exemplo, estão EY, Carrefour, BRMalls e outras gigantes, incluindo também grandes empreendedores e executivos, como Jorge Paulo Lemann.
Como resultado, a Máquina hoje tem 9 unidades de negócio e mais de 240 funcionários. Maristela Mafei se tornou uma das maiores especialistas desse setor do Brasil, com dois livros publicados, sendo a única Empreendedora Endeavor à frente de uma agência de Relações Públicas.
Com recém-completos 20 anos de estrada, Maristela recentemente conquistou mais motivos para celebrar. Isso porque toda a estratégia integrada, a excelência da entrega e a cultura do negócio atraíram também olhares de fora: semana passada, a Máquina passou a fazer parte da Cohn & Wolfe, subsidiária da WPP, líder mundial de publicidade e relações públicas.
“Essa parceria vai trazer forças globais sem precedentes, que não só fortalecem nossos clientes com negócios internacionais, como devem atrair outros pela América Latina. Nós vamos continuar oferecendo o melhor da nossa cultura, mas agora associados a uma das maiores agências do mundo! Eu não poderia estar mais orgulhosa das conquistas do nosso time e do trabalho que fizemos pelos nossos clientes”, conta Maristela. Que venham os próximos 20 anos!

5 alimentos que parecem saudáveis mas não são. Por Karina Bacchi

– Pão Integral: a embalagem pode até dizer que o pão é integral, mas muitas vezes o produto contém mais farinha branca do que a integral; LEIA os rótulos!!

– Agave: divulgado como um adoçante mais saudável, ele é composto por 85% de frutose, sendo altamente calórico, e em grande quantidade pode fazer mal ao organismo; USE POUCO e conforme orientação!!

– Alimentos sem glúten: eles têm tantas calorias quanto aqueles com glúten e não fazem diferença na dieta. São indicados para quem tem intolerância e não podem consumir alimentos com glúten;

– Margarina: é rica em calorias e gorduras, principalmente a gordura vegetal, no caso da margarina,que atua no processo de inflamação do organismo, portanto deve ser evitada;

– Bolinhos, biscoitos, geleias e molhos industrializados feitos com ingredientes orgânicos: ricos em açúcar, perdem grande parte das vitaminas e fibras, tendo os mesmos malefícios dos concorrentes sem esse rótulo, com a desvantagem de serem mais caros.

Sempre que for começar uma dieta, é importante a orientação de um médico/nutricionista, assim seus resultados serão garantidos e com mais qualificação.


Bjkas
KA

sábado, 30 de janeiro de 2016

HAMBÚRGUER DE ABOBRINHA COM RICOTA. BY KARINA BACCHI

Hoje a receita é para os que evitam as carnes no dia a dia ou aqueles que querem variar um pouquinho na dieta sem deixar de ser saudável!

Ingredientes
2 abobrinhas raladas
1 ovo
120g de ricota
1/2 xácara de aveia ou quinoa em flocos finos
Pimenta e sal rosa a gosto

Modo de Preparo
Esprema bem a abobrinha para que saia toda agua.
Misture todos os ingredientes.
Molde os hambúrgueres e deixe no freezer por 20 minutos.
Grelhe ou asse e sirva!!

Bjkas
KA

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Cadastro de produtos: como convencer o cliente a comprar

by  - 
Como você espera que a Princesa Aurora escolha o seu travesseiro ao invés do concorrente se você não diz que o seu foi fabricado usando material e tecnologia da NASA? Você não consegue persuadir ninguém sem dar informações.
Nota: persuasão é diferente de manipulação. Persuasivo é Sherlock Holmes, manipulador é Frank Underwood.
Aqui eu vou te mostrar o que é preciso considerar no cadastro de produtos para convencer seu cliente a comprar e de quebra você vai:
• Criar filtros de navegação realmente úteis;
• Criar descrições eficientes;
• Criar cadastros otimizados para SEO;
Tudo isso, mas não necessariamente nessa ordem.
Agora ajeite-se na cadeira, pegue a pipoca e vamos ao que interessa.

Levantando as informações

Eu entendo tanto de nutrição para atletas quanto eu entendo da reprodução dos mafagafos. Por isso eu escolhi um produto bem diferente pra ninguém dizer “com meu produto é diferente e não da pra fazer“. Dá sim!
Então, senhoras e senhores…
… o Whey Protein!
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Leo Stronda aprova este post
Eu comprei (eu não comprei mas vamos fingir que sim) os sabores BaunilhaMorango e Chocolate nas versões de 900g e 2,2Kg. O preço será R$98 (900g) e R$190 (2,2Kg) independente do sabor.
Além disso eu levantei mais informações dando algumas Googladas:
• O Whey Protein é o nome da proteína do soro extraído quando transforma o leite em queijo;
• O Valor Biológico (escala de eficiência de um nutriente no organismo) do Whey Protein é acima de 100, dependendo da qualidade da marca. Para comparação, o valor do ovo é 100 e da carne vermelha 80;
• IPC Factor® significa Insulin Production Control e isso potencializa o efeito anabólico da insulina. O que isso significa? Eu não faço ideia, mas pesquisando descobri que o tal “efeito anabólico da insulina” é o aumento do transporte de BCAA para os músculos favorecendo o crescimento dos mesmos.Basicamente isso acontece por causa da Vitamina B6 e do Cromo adicionados à formula;• O processo de extração da proteína gera 3 tipos diferentes de Whey: concentrado, isolado e hidrolisado;
• Uma porção (36g) possui 24g de proteína;
Tem mais coisa, mas isso basta.
Antes de cadastrar o produto você não pode esquecer que um produto existe sempre pra resolver um problema de alguém.
Quem é atleta está sempre buscando o melhor produto para aumentar o seu resultado. O 3 Whey IPC é a melhor opção para ele pois além de combinar os 3 tipos de whey ele utiliza a tecnologia IPC Factor para aumentar músculos melhor que os outros (olha o jabá aí, gente).
A pergunta é: como essas informações vão parar no cadastro?

A criação do produto

São 3 sabores e 2 pesos diferente para cada sabor. Teremos no fim das contas 6 variações desse produto (Morango 900g, Morango 2,2kg, Chocolate 900g, …).
Se eu fizer um cadastro pra cada variação eu vou ter conteúdo duplicado pois – quase – tudo é igual: nome, as informações nutricionais, modo de preparo, etc.
A forma correta é criar uma única página com todas as variações nela para o cliente escolher. Algumas plataformas chamam isso de Produto Configurável, outras de Grade de Produtos, não interessa, é tudo a mesma coisa. Procure como a sua chama e cadastre dessa forma. E se sua plataforma não te oferece isso, bem.. er.. re-considere usá-la.
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Exemplo retirado da Vita Nutrition.

Nome do produto

O nome do produto deve ser legível, em primeiro lugar, para o cliente e, em segundo, para os mecanismos de busca.
Se sua plataforma foi bem desenvolvida o nome estará dentro da tag H1 da página e para o Google e seus amigos. Isso é muito importante.
Como todas as variações do produto estão na mesma página e queremos chamar atenção do cliente e do Google a melhor forma de escrever o nome é “3 Whey IPC Nutrilatina AGE sabores Chocolate, Morango e Baunilha 900g e 2,2kg“.
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Assim o cliente entende o que é o produto antes de clicar e o Google vai indexar corretamente.
Bônus: dependendo de como sua plataforma trabalha, o que você escreveu no nome vai virar a url amigáveldo produto e o Google também adora isso.

Descrição do produto

Agora que o cliente clicou no produto é hora de fazê-lo comprar.
Aqui você tem que dar todas as informações que ele precisa. Não deixe o cliente ir tirar suas dúvidas no concorrente.
Dependendo da plataforma você terá de escrever uma descrição resumida e outra mais técnica. Baseado nas informações que eu levantei lá em cima as minhas ficaram assim:
Descrição resumida

Suplemento proteico para atletas com IPC Factor® da Nutrilatina. Ganhe músculos e controle insulina com máxima absorção de proteínas. Em até 10x sem juros no cartão e desconto à vista.

Bônus 2 – A missão: a descrição resumida pode ser a sua meta-tag description (algumas plataformas fazem isso automático) e ela será o texto no resultado do Google.
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Descrição técnica

Assim como todo Whey Protein, o 3 Whey IPC AGE da Nutrilatina é um suplemento rico em proteínas extraído do soro do leite. O diferencial do 3 Whey IPC AGE Nutrilatina é que ele possui IPC Factor®, uma combinação de Vitamina B6 e Cromo, que favorece o crescimento dos músculos e dá melhores resultados em exercícios de carga. Outra grande diferença é que 3 Whey IPC AGE Nutrilatina garante uma melhor absorção no corpo pois ela combina proteínas concentradas, isoladas e hidrolisadas. Cada porção (36g) tem 24g de proteína.
O IPC Factor®:
Uma combinação de Vitamina B6 (substância ativa no processo de construção muscular) e Cromo (nutriente essencial no mobilismo da glicose e lipídios), que potencializa a ação da insulina no anabolismo. Este mix garante o máximo de volume de fibras musculares e melhores resultados dos exercícios com carga.
INGREDIENTES:
• Proteína Concentrada do Soro do Leite (Whey Protein Concentrate – WPC)
• 
Proteína Isoladado Soro do Leite (Whey Protein Isolate – WPI)
• 
Colágeno Hidrolisado
• 
Cacauem Pó
• 
Maltodextrina
• 
Gordura em Pó,Mix de Vitaminas e Minerais [Maltodextrina, Piridoxina(Vitamina B6) e Picolinato de Cromo (Cromo)]
• 
Sal(Cloreto de Sódio)
• 
Proteína Hidrolisadado Soro do Leite(Whey Protein Hydrolyzed – WPH)
• 
Espessante: Goma Guar
• 
Aromatizantes: Idêntico ao Natural de Chocolate e Artificial de Baunilha
• 
Edulcorantes Artificiais: Ciclamato de Sódio e Acessulfame K
• 
NÃO CONTÉM GLÚTEN. Sem adição de açúcares.
MODO DE PREPARO:
Adicione 2 colheres-medida (36g) de IPC AGE® em 1 copo (200ml) de água. AO DOSAR O PRODUTO, SEMPRE UTILIZE UTENSÍLIOS SECOS.
RECOMENDAÇÕES:
Manter a embalagem bem fechada, ao abrigo da luz e em lugar fresco e seco. Depois de aberta, recomenda-se consumir o produto em até 60 dias.
SUGESTÃO DE USO:
• Atletas Nível Avançado
São recomendadas 3 doses ao dia, ou conforme orientação de nutricionista e/ou médico. Para o consumo de 3 doses, prepare uma dose pela manhã, uma dose antes da atividade física e outra dose até uma hora após a atividade física.
• Atletas Nível Moderado
São recomendadas 2 doses ao dia, ou conforme orientação de nutricionista e/ou médico. Para consumo de 2 doses, prepare uma dose pela manhã ou antes da atividade física e outra até uma hora após a atividade física.
• Atletas Iniciantes
São recomendadas de 1 a 2 doses ao dia, ou conforme orientação de nutricionista e/ou médico.Para consumo de 2 doses, prepare uma dose pela manhã ou antes da atividade física e outra até uma hora após a atividade física.

“Este produto não substitui uma alimentação equilibrada e seu consumo deve ser orientado por nutricionista ou médico”.

“Diabéticos: contém 1,5g de lactose na porção de 36g de produto”. “Este não é um alimento com valor energético reduzido”.

Dica final: Filtros de navegação

Eu adoro como a Netshoes trabalha seus filtros de navegação. Só a categoria “Tênis Masculino” tem hoje 4160 produtos. É aí que a mágica dos filtros acontece.
Além de poder filtrar por cores e tamanhos eu posso escolher por tipo de interesse (caminhada, aventura, dia-a-dia, etc) ou, se eu entendesse alguma coisa, pelo tipo de pisada (neutra, pronada ou supinada).
Eu que não sou bobo nem nada também fiz isso na minha loja fake.
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Agora o campeão pode ir direto no que ele quer.
Adora chocolate? Filtra por Chocolate.
Só compra de um fabricante? Filtra por fabricante.
Com um produto cadastrado dessa forma não preciso nem usar meus poderes Jedi pra fazer alguém comprar de mim.
Ps: Se você tá achando que na vida real ninguém faz isso, dá uma olhada nas descrições dos produtos da iTenis.

http://www.profissionaldeecommerce.com.br/cadastro-de-produtos-como-convencer-o-cliente-comprar/

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Entenda como o consumo mudou com o smartphone

 comportamento de consumo mudou para sempre. Hoje, a batalha pela conquista de corações, mentes e dinheiro é vencida ou perdida em micro-momentos - minúsculos momentos de intenção de tomada de decisão e formação de preferências que ocorrem durante a jornada do consumidor.
Leia mais sobre esse novo modelo mental para o marketing.
O simples ato de buscar e resolver algo pelo celular pode parecer muito comum nos dias de hoje. O que de fato é, uma vez que 94% dos usuários de smartphones procuram por informações em seus aparelhos enquanto estão em meio a tarefas e 80% dos brasileiros que possuem esses aparelhos usam seus dispositivos para saber mais sobre algum produto ou serviço que querem comprar, segundo recentes pesquisas do Google.
É aqui que reside o ponto que muitas marcas ainda não prestaram a devida atenção. Os hábitos do consumidor mudaram graças à massificação do smartphone, no mundo e no Brasil. Por aqui, a internet já ultrapassou todas as outras mídias em termo de quantidade de tempo que os brasileiros gastam por dia.
Os acessos são feitos em laptops, celulares, tablets, desktops, relógios, TVs com internet e, muitas vezes, todas essas experiências ocorrem em um mesmo dia. O tempo de navegação, no entanto, tem crescido nos dispositivos móveis. Com dados coletados do Google Analytics, percebemos que, entre os meses de maio de 2014 e 2015, houve um aumento de 112% na participação do smartphone no acesso à internet, considerando as muitas sessões por dia.
Curiosamente, essa mesma análise mostrou, nesse mesmo período, uma queda de 9% no tempo gasto por visita na internet e um aumento de 74% nas taxas de conversão mobile - quando uma pessoa efetivamente conclui a sua compra por meio de um dispositivo móvel.
Ou seja, as pessoas estão sendo mais objetivas no mundo digital, o que torna ainda mais essencial a otimização da experiência do usuário (UX) nas interfases pelas quais elas navegam. Ninguém se prende mais a determinados momentos para pesquisar e tomar decisões.
A previsibilidade dos desktops cedeu lugar às interações fragmentadas, viabilizadas pelo uso intenso dos dispositivos mobile, principalmente dos smartphones. Até o final de 2015, mais de 53% das buscas no Brasil, feitas no Google Search, virão dos dispositivos móveis, segundo análise interna, baseada no crescimento mensal de celulares e tablets entre o primeiro semestre de 2014 e 2015.
Nesse novo contexto, as decisões passaram a ser tomadas em instantes de impulso, gerados a partir de uma necessidade que não tem mais hora marcada para se manifestar. Tudo está acontecendo ao mesmo tempo. Vivemos na era do imediatismo. Estamos checando a hora, mandando mensagens, assistindo a vídeos, conversando com amigos e compartilhando nas redes sociais, a qualquer momento; seja em casa, no trabalho, no ônibus, na rua, no shopping center, em qualquer lugar.
Os usuários de smartphone no Brasil, por exemplo, olham, em média, mais de 86 vezes por dia para os seus telefones. Em meio a tudo isso, a atenção desse usuário é dispersa. O desafio dos profissionais de comunicação e marketing passa a ser o de encontrar o exato momento em que os consumidores estão mais receptivos às mensagens das marcas, que são quando as pessoas estão procurando respostas, descobrindo coisas novas ou tomando uma decisão.
E são elas que escolhem quando e onde se engajar. Cada vez mais, vemos isso acontecer em pequenos momentos de engajamento digital, em que o dispositivo mais próximo é usado para resolver uma necessidade específica naquele mesmo momento.
A esses chamamos de micro-momentos, que são: o "momento eu quero saber", o "momento eu quero ir", o "momento eu quero fazer" e o "momento eu quero comprar". Todas as empresas que querem investir no relacionamento com seus consumidores precisam saber que esses micro-momentos são o novo campo de batalha para conquistar os corações, as mentes e a carteira dos clientes.
Esses micro-momentos ocorrem quando as pessoas usam o smartphone para satisfazer uma vontade pontual de aprender, de fazer, de descobrir, de assistir ou comprar algo.
São instantes de real intenção em que decisões são tomadas e preferências são moldadas em questão de minutos ou segundos. Isso fica bem claro nos bilhões de buscas, de horas de vídeos assistidos e de interações com vários sites e aplicativos que testemunhamos todos os dias.
Essa mudança de comportamento é crítica para anunciantes. Já não há apenas alguns momentos esporádicos da verdade, mas inúmeros momentos que importam.
O varejo é um bom exemplo de setor que tem passado por uma grande mudança por causa dos dispositivos móveis. Um em cada três consumidores prefere consultar seu celular dentro da loja a pedir informações a um atendente. Dos usuários de smartphones, 74% consultam seus telefones enquanto estão em pé numa loja decidindo qual produto comprar.
Nesses micro-momentos, as expectativas dos consumidores são mais altas que o normal. Graças aos poderosos computadores que carregamos em nossos bolsos, fomos treinados a buscar por marcas que nos entreguem exatamente o que estamos procurando. De fato, 69% dos consumidores online concordam que a qualidade, o tempo ou a relevância da mensagem de uma empresa influencia sua percepção sobre uma marca.
Portanto, nesse novo e definitivo cenário, as marcas de sucesso de amanhã serão aquelas capazes de atender a essas demandas, de entender e conectar-se com seus clientes, exatamente onde eles estão, nesses micro-momentos.
Fontes:
1 Wildcat - Acumulado Janeiro a Junho de 2015 vs. 2014. Com base em lista de termos como "proximo a", "endereço", "na região"
2 Consumers in The Micro-Moments Brazil - Wave 2, Agosto de 2015
3 Consumers in The Micro-Moments Brazil - Wave 2, Agosto de 2015
4 The Consumer Barometer Survey 2014/2015, BR
5 Wildcat - Acumulado Janeiro a Junho de 2015 vs. 2014. Com base em lista de termos como "proximo a", "endereço", "na região"
6 YouTube Analytics - Grupo com os 270 vídeos de "como fazer" de maior watchtime. Jan a Jun de 2015
7 Consumers in The Micro-Moments Brazil - Wave 1,março de 2015
8 Consumers in The Micro-Moments Brazil - Wave 1,março de 2015
9 Consumers in The Micro-Moments Brazil - Wave 2, Agosto de 2015
Consumers in the Micro-Moment, Google/Provokers, Brasil, Junho de 2015

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Se Liga Aí na Expansão do Netflix Leia mais em Endeavor @ https://endeavor.org.br/se-liga-ai-na-expansao-netflix/


Se Liga Aí, Empreendedor, na Expansão do Netflix!
2016 é o ano do Netflix. Isso por que a empresa planeja alcançar o número de 200 países até Dezembro. E essa expansão global vai impulsionar o crescimento da empresa, prevendo que, em 2020, o número de usuários do serviço de streaming de vídeos pode chegar a 150 milhões de pessoas. Com séries premiadas e grandes planos de expansão, não é novidade que o Netflix está conquistando o mundo. Mas quais são os segredos da empresa para ser amada mundialmente?

Veja quais são essas estratégias no novo episódio da nossa websérie “Se Liga Aí, Empreendedor!”, que a cada quinze dias traz notícias da atualidade que serão conectadas com links de conteúdo relevante do portal e canal da Endeavor Brasil, além de nossas recomendações.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Vai pedir pra descer? Leia mais em Endeavor @ https://endeavor.org.br/vai-pedir-pra-descer/


Você poderia fechar as portas e só voltar daqui a 2 anos. Mas não vai, vai?

Mais uma vez estamos passando por uma crise, e que crise. Uma combinação de descontrole econômico, falência moral, ausência de liderança e perda de credibilidade, tanto no âmbito interno como no externo. Vamos juntar a essa receita indigesta, uma China em queda de crescimento e demanda de matérias primas, a Europa ainda claudicante e os Estados Unidos emitindo sinais trocados, a respeito da sua saúde econômica.
Esse é sem dúvida um cenário desanimador, ler os jornais a cada manhã é um filme de terror, um susto atrás do outro. No entanto, uma coisa é certa: não podemos fechar as nossas empresas e somente voltar em 2018, quando as previsões são de que viveremos tempos mais auspiciosos. Não dá para falar: “assim eu não brinco mais” é preciso assumir a responsabilidade de tocar os negócios, ainda com mais energia e convicção, mesmo em meio as adversidades.
QUEM SOMENTE QUER COMANDAR O NAVIO EM TEMPOS DE BONANÇA, QUE NÃO SE CANDIDATE A CAPITÃO.
A verdadeira essência do bom gestor, do empresário, do executivo, que produz resultados, é a resiliência, a capacidade de manter a crença na sua empresa no seu negócio, motivar a equipe. Se a coisa está feia lá fora, então vamos tratar de fazer a nossa parte dentro das nossas empresas.
Nesses momentos em que bate uma certa insegurança, é sempre inspirador recuperar a sabedoria de algumas pessoas, que em uma única frase deixaram grandes aprendizados. Aqui seguem alguns:
“A vida é muito curta para ser infeliz nos negócios” - Geroge Brow
“Não encontre as falhas, encontre as soluções” - Henry Ford
“A vida não consiste em ter boas cartas na mão e sim em jogar bem as que se tem” - Josh Billings
“Um homem de negócios é um hibrido de dançarino e calculadora” - Paul Valery
“Você pode fechar mais negócios em dois meses se interessando pelas pessoas, do que fecharia em dois anos tentando fazer as pessoas se interessar por você” – Dale Carnegie
“ Aquele que anda na ponta dos pés não consegue manter-se ereto, aquele que dá passadas muito largas não consegue andar” - Lao Tse
“Existe o risco que você não pode jamais correr e existe o risco que você não pode deixar de correr” - Peter Drucker
“O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário” - Vidal Sassoon
Leia mais:

As Cidades e o Auxílio aos Empreendedores Leia mais em Endeavor


Incentivar o crescimento das empresas é urgente e, para isso, é preciso que tenhamos cidades mais preparadas. E é por isso que a Endeavor lançou a segunda edição do Índice de Cidades Empreendedoras: para estimular que municípios sejam cada vez mais férteis para o crescimento das empresas.

Índice de Cidades Empreendedoras tem o objetivo de ser a base para que as cidades entendam como oferecer melhores condições para que seus empreendedores possam crescer. São eles que transformarão mercados, cidades e o mundo.
SÃO PAULO É A MELHOR CAPITAL PARA EMPREENDER
Os próximos colocados do índice são: Florianópolis, Vitória, Recife e Campinas, respectivamente. Nessa edição, o estudo analisou 55 indicadores em sete pilares: Ambiente Regulatório, Acesso a Capital, Mercado, Inovação, Infraestrutura, Capital Humano e Cultura Empreendedora.
No evento de lançamento do estudo contamos com a presença de prefeitos e membros da secretaria de desenvolvimento das cidades de Joinville e Vitória, além da diretora de negócios da SP Negócios, Beatriz Gusmão, onde falaram sobre a importância do estudo, além de destacarem o que cada cidade está fazendo para identificarem os principais desafios para que o gestor público possa agir e promover as mudanças necessárias.
FAÇA O DOWNLOAD DO ESTUDO COMPLETO

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Como montar um planejamento de conteúdo para blog?

by  - 

Em nosso site já mostramos como um blog pode agregar muito valor a um e-commerce no contexto domarketing de conteúdo. Se você se convenceu que esse canal é ser útil para aumentar as visitas e, principalmente, as conversões em sua loja virtual, pode ter certeza: já está um passo à frente em relação à grande parte do mercado. O primeiro passo para se organizar melhor quanto a isso é fazendo umplanejamento de conteúdo.
Mas por que um plano é tão importante? O marketing de conteúdo feito em blogs não é um processo tão simples. Pequenos erros em sua concepção inicial fazem com que todo o resto sai prejudicado. Em função disso, vamos passar pelos principais pontos que precisam ser estudados antes de você criar seu blog e publicar artigos. Confira!

Tenha objetivos e metas claros

Como qualquer estratégia de marketing digital, o planejamento de conteúdo para blogs precisa contar com um horizonte que seja realista e que justifique sua execução. Comece respondendo as seguintes perguntas:
 O que você almeja com o blog?
 Quais resultados são esperados em X meses (ou anos)?
Seus objetivos podem ser a geração de mais leadsaumentar o tráfego do e-commercefortalecer a relação entre marca e consumidores etc. Já as metas são mais quantitativas, como gerar 25.000 leads em 12 meses, ter um aproveitamento de 20% de conversão em vendas do tráfego vindo do blog ou outros exemplos ligados ao seu objetivo.

Defina KPIs e métricas para acompanhar os resultados de seu planejamento de conteúdo

De nada adiantaria estipular grandes objetivos e metas se você não puder comprovar os resultados. Logo ao definir aonde quer chegar, estabeleça índices que o auxiliem a monitorar os resultados obtidos.
Concentre-se nos indicadores mais relevantes para o que mais interessa em seu e-commerce: vendas. Por exemplo, leads gerados a partir do blog, vendas originadas do blog, taxa de conversão de visitantes vindos do blog, entre outras métricas. Leia também: 7 métricas para mensurar o desempenho de seu Inbound Marketing

Foque nas personas

Elas formam a parte mais importante da existência do seu e-commerce e assim será com o seu blog. Aqui vale ressaltar mais algumas questões necessárias antes de seguir com o planejamento: Quais são as maiores dúvidas do meu público? Como meu conteúdo pode resolver esses problemas? Como o meu blog poderá ajudar a minha persona a tomar uma decisão de compra mais segura?
Existem outras questões que devem trabalhadas, mas o foco principal deve ser na forma como você irá ajudar a sua persona. Você também pode definir outros pontos importantes a respeito da linha editorial, como a linguagem adaptada ao perfil do público e o tamanho dos textos, por exemplo.
Para as personas veja este conteúdo: Superpersona: A ferramenta para criar uma Buyer Persona

Escolha cuidadosamente as palavras-chave

Esse é um fator que também está ligado à linha editorial do seu blog. São as palavras-chave que definirão os temas de um ou de uma sequência de artigos. A sua importância está na intenção de conseguir o melhor posicionamento nos motores de busca (Google, Yahoo, Bing).
Não hesite em lançar mão de ferramentas como o Keyword Planner e SEMRush para conseguir as melhores palavras-chave na sua área e ou nos segmentos dos seus produtos.
Mais sobre entender as tendências de busca: Como identificar produtos em alta para vender pela Internet

Crie um calendário editorial para organizar suas tarefas

A ideia é construir um cronograma semanal, mensal ou com qualquer outra frequência que organize a rotina do seu blog. Desde os temas, o tipo de conteúdo (se será para topo ou meio de funil), formato (texto, infográfico, e-book, áudio ou vídeo), palavras-chave, títulos, redatores, dias de publicação, dias de reuniões de pauta, enfim, tudo que centralize em um único lugar as atividades do blog.
Entre as ferramentas para cumprir esse papel, duas opções interessantes são o Asana e o Trello.
Montar um planejamento de conteúdo pode dar um pouco de trabalho no início, mas os seus resultados são compensadores. Você tem uma estratégia mais sólida e uma equipe mais preparada para colocar as ideias em prática. Portanto, valorize essa etapa, se antecipe aos possíveis equívocos e elimine-os já em seu plano.

Saindo do planejamento de conteúdo, é hora de colocar a mão na massa. Veja como criar um blog de sucesso para o seu e-commerce. O autor garante resultados certeiros! Portanto, vale conferir. 😉
http://www.profissionaldeecommerce.com.br/como-montar-um-planejamento-de-conteudo-para-blog/

domingo, 24 de janeiro de 2016

ICMS: todos tentando fechar a conta, só que de qualquer jeito.

Por /LojasKD/Diretor de Operações

As novas regras do ICMS denunciam mais que uma provável falta de planejamento, mas, acima de tudo, um governo pouco parceiro…

Tudo bem que na crise todos nós buscamos maneiras de sermos mais eficientes, de encontrar ganhos onde não dávamos valor e enxugar onde achávamos que não era possível. Não vejo problema nenhum os governos estatuais fazerem o mesmo que nós empresários. O problema é a maneira como é feita.
A partir do dia 1º de Janeiro de 2016, entraram em vigor novas regras para a cobrança do ICMS, com base na Emenda Constitucional 87/2015. A medida modifica as formas de distribuição dos impostos em transações interestaduais e de recolhimento por parte de empreendedores com atuação em mais de um estado, que sofrem com o aumento da complexidade tributária (para saber mais, clique aqui).
Sempre achei muito estranho a questão logística versus a tributária. No começo, eu não acreditava que o produto poderia viajar 1.000 Km a mais e, por questões fiscais, mesmo assim chegaria mais barato na casa do cliente. Pois é, isso aconteceu por anos e acontece ainda hoje. Acredito que aigualdade entre os estados é uma questão básica e importante, mas também é complexa.
Se pensássemos no Estado como um parceiro, o que procuraríamos nele para abrirmos nossa empresa? Melhor capacidade energética, melhores universidades, uma infra-estrutura mais adequada ao negócio, localização geográfica…?
Eu, por exemplo, adoraria abrir nosso negócio em um estado que investiu muito em educação, porque assim os melhores talentos seriam gerados, ano após ano, e poderiam somar aqui com a gente. Qualidade de vida seria também muito importante, já que moraríamos nesta região, e seria maravilhoso ter ciclovias e muito verde perto de casa e do trabalho. Claro que também adoraria estar em um Estado que facilita a vida de nossa empresa, sendo ágil, digitalizado, nos ajudando a desburocratizar e encontrar meios de sermos mais eficientes para que nossa área fiscal fosse quase imperceptível.
Bom, infelizmente, ainda não é assim que funciona. Durante estes últimos meses, conversei com vários empresários e consultores tentando entender o que seria feito e como seria feito. O mais interessante é que todos com quem conversei estavam fazendo o mesmo que eu. E só até próximo ao final do ano, onde realmente as coisas acontecem. Achei tudo isso uma loucura –  como é que uma regra pode não estar definida claramente? Como poderíamos saber com antecedência o que aconteceria e como aconteceria?
Eu acho que nossos governantes infelizmente esquecem que são nossos parceiros, que precisam nos ouvir e fazer suas alterações com o menor impacto possível. Não sou entendedor de nossa área tributária ou sei como isso é definido nos níveis mais altos. Só sei que nesta bagunça, alguns poucos estados foram beneficiados e milhões de empresas pagaram esta conta.
Hoje, 20 de Janeiro, ainda estamos tentando finalizar o cadastro de Inscrição Estadual em todos os estados, já que todos nós, que vendemos para o Brasil inteiro, precisaremos pagar uma guia do ICMS para cada estado.
Mais uma vez, se você começar a ler sobre isso, verá que poucas empresas estão contra a medida de pagar com relação ao destino. O que mais nos deixa irritados é a maneira como nossos governantes fazem estas alterações. Poderia ter sido muito melhor planejado e executado.
Por favor, queremos um governo parceiro!
https://endeavor.org.br/autor/thiagolojaskd-com-br
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