quarta-feira, 31 de agosto de 2016
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domingo, 7 de agosto de 2016
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
quarta-feira, 3 de agosto de 2016
O bom samaritano e o empreendedor Leia mais em Endeavor @ https://endeavor.org.br/bom-samaritano-e-empreendedor/
Ser um empreendedor é algo frequentemente glamourizado, mas na verdade, começar e tocar um negócio é difícil e requer determinação e perseverança.
Na vida de qualquer empreendedor, o sucesso não é garantido, mas pressão e estresse sim. A pressão e o estresse podem diminuir e desaparecer, mas quase todo empreendedor irá encontrar desafios que parecem não ter solução uma vez ou outra. Eu encontrei esses desafios diversas vezes nos meus quinze anos de abertura de negócios.
O empreendedor renomado e investidor de risco Ben Horowitz resume o sentimento de encarar um abismo de dificuldades, sem um final à vista, no blog post The Struggle (A Luta) que já é familiar para milhares de empreendedores.
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A questão crucial nesses momentos de luta é: o que realmente te motiva e direciona? Quando você está preso no abismo, o que te guia? Quando parece que o mundo está contra você, o que te faz sair da cama e encarar um novo dia?
Em meus primeiros momentos de empreendedorismo, meus objetivos eram auto-orientados — típicos de um americano novo e ambicioso. Seis meses depois da graduação, larguei meu trabalho como engenheiro para abrir uma empresa com alguns amigos. Nós criamos uma tecnologia que nos permitia fazer músicas personalizadas para crianças e que integrava facilmente o nome delas ao longo das músicas.
Eu amo música, tecnologia e crianças, então sentia que essa startup era uma forma de seguir minhas próprias paixões e fazer algo que eu amava. Eu queria um desafio. Queria crescer, ser financeiramente independente e controlar meu próprio destino. Metas auto-orientadas são legitimamente motivadoras e não são intrinsecamente ruins. Mas, de acordo com minha experiência, elas só te levam até parte do caminho.
Elas formam uma imagem incompleta do que cria uma vida satisfatória. Como o negócio de músicas personalizadas lutava para chegar ao próximo patamar, minhas metas originais não eram significativas o suficiente para justificar nossa perseverança contínua. Por volta dessa mesma época, me vi atraído pela ideia de que negócios e tecnologia poderiam ser potencializados para atingir grandes problemas sociais.
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Em vez de continuar a trabalhar no negócio de músicas personalizadas, eu me inscrevi em uma faculdade de administração na esperança de me inserir no mundo do empreendimento social. Isso eventualmente me levou a cofundar a d.light, que acabou impactando mais de 55 milhões de pessoas em 60 países.
Há muitos momentos ao longo do caminho em que parecia pouco provável que a d.light pudesse algum dia sair do papel e muitos momentos em que eu pensava inclusive se fazia sentido continuar. Mas, apesar das chances aparentemente difíceis, meus companheiros de negócio e eu nos mantivemos firmes.
Depois de dez anos de trabalho duro, suor e lágrimas, fomos capazes de atrair empregados e parceiros incríveis para a causa; construímos algo que está mudando a vida de milhões de pessoas no mundo em desenvolvimento. Minhas metas e princípios, quando são auto-centrados, são passageiros em momentos mais difíceis; quanto mais auto-centrados eles são, na verdade, mais passageiros eles são. Quanto mais solidários são meus objetivos e princípios, mais eles tendem a perdurar.
QUANDO NOSSOS OBJETIVOS SÃO GUIADOS PELO DESEJO DE SERVIR A OUTRAS PESSOAS, ELES TÊM UMA PROFUNDIDADE COMPLETAMENTE DIFERENTE DE PODER.
Muitos de nós começamos pela vontade de criar um mundo melhor para nossas famílias. Isso é certamente mais significativo e orienta pessoas no sentido de conseguir coisas incríveis e superar inúmeros percalços. Lembro-me de meu pai que sacrificou tudo que lhe era familiar e seguro ao imigrar para os Estados Unidos para criar oportunidades melhores para sua família. De forma semelhante, eu também continuo a me impressionar e me inspirar pelos sacrifícios que nossos clientes fazem para dar um futuro melhor para suas crianças.
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Mas e se dedicássemos nossas ambições profissionais a pessoas fora de nosso círculo imediato de familiares e amigos, ou talvez até mesmo a estranhos? Na Bíblia, Jesus ensina a “amar o próximo como a si mesmo”. Ele responde a provocativa e importante questão de saber ‘quem é meu próximo?’ com uma resposta altamente subversiva: a história do Bom Samaritano.
O Bom Samaritano não é apenas alguém que é bondoso com outros seres humanos que passam necessidade. Na verdade, ele é alguém que consegue superar barreiras raciais e culturais, bem como preconceitos socialmente aceitos, com o objetivo de demonstrar amor e bondade a alguém que é diferente – e até mesmo considerado um inimigo.
Essa visão mais abrangente do “próximo” que devemos amar é particularmente importante hoje em dia. Apesar das redes sociais e outras tecnologias modernas fazerem com que o mundo pareça bem menor, por outro lado, desigualdades socioeconômicas estão aumentando em um ritmo assustador. Para mim, a vontade de ser uma boa pessoa e amar famílias que vivem marginalizadas me motivou a perseverar em tempos difíceis.
QUANDO TENHO CERTEZA DO PORQUÊ ESTAR FAZENDO ALGUMA COISA, O O QUÊ E O COMO EVENTUALMENTE APARECEM — MESMO SE EU ESTIVER EXAUSTO E ME SENTINDO LONGE DA MINHA ÁREA DE ESPECIALIDADE.
Leia mais em Endeavor @ https://endeavor.org.br/bom-samaritano-e-empreendedor/
terça-feira, 2 de agosto de 2016
segunda-feira, 1 de agosto de 2016
Assista Online ao Day1 2016!
Assista Online ao Day1 2016!: São os empreendedores que carregam sua loucura como motivo de orgulho e fonte de inspiração! E são as histórias desses empreendedores que você conhece no palco do Day1, o maior evento de inspiração da @endeavorbrasil

