domingo, 28 de fevereiro de 2016

Promessas Endeavor: o programa que vai revolucionar sua empresa. By Endeavor.


Ser um empreendedor vai muito além de pensar de forma inovadora e arriscar, é também saber quando recorrer a outras pessoas que já passaram pela sua situação e sabem como te ajudar.

Você tem uma ideia, começa um negócio e, de repente, surgem dificuldades e dúvidas e você não sabe a quem recorrer. Pensando nisso, a Endeavor lança o Promessa e o Promessas JPMorgan Chase Foundation, dois programas que, além de ajudar na solução desses problemas, conectam seu negócio com as pessoas certas, no momento certo.
Com 7 meses de duração, os programas têm como objetivo ajudar o empreendedor a identificar quais são seus grandes desafios e também capacita-lo, por meio de reuniões coletivas e individuais com a rede de mentores da Endeavor, a maior rede de empreendedores e executivos de alto impacto do mundo.
  • Como ocorre a seleção?
Buscamos empreendedores que têm brilho no olho, paixão pelo que fazem e que desejam crescer sem atalhos, ajudando outros empreendedores a também superar seus limites. Empresas que vem crescendo nos últimos anos e apresentam um modelo próprio de negócios são ótimas candidatas. A inscrição é feita online (veja ao final desse post).
Após a aprovação no processo seletivo, o empreendedor passa por um diagnóstico de sua empresa, chamado check up Endeavor. Com esse resultado em mãos, nosso time conecta o empreendedor ao mentor mais compatível com o perfil do negócio e dos desafios que serão trabalhados. Durante esse período também são realizadas reuniões coletivas, que são ótimas oportunidades para networking.
  • Mas, você deve estar se perguntando, qual a grande diferença entre os dois programas?
A estrutura dos dois é muito similar, mas, o Promessas JPMorgan Chase Foundation, em parceria com a J.P. Morgan, é voltado apenas para empresas que atuam no setor de tecnologia, alavancando setores críticos da economia e desenvolvendo mão de obra de qualidade para os mesmos.
Além disso, no programa, alguns dos empreendedores selecionados serão convidados a participar da definição das diretrizes de um curso para jovens de baixa renda e alto potencial, que já tenham capacitação técnica em tecnologia. Os selecionados trarão insights e também interagirão com os jovens ao longo dessa capacitação, que será oferecida pelo SENAI.
Ainda com dúvidas se esse programa irá realmente fazer a diferença? Olha só um depoimento de um dos participantes de uma edição anterior do programa, André Ferraz, da In Loco Media: “Tivemos contatos com excelentes mentores que atacaram as principais dores do nosso crescimento, foram conselhos diretamente aplicados no dia a dia da empresa e que nos ajudaram a performar ainda mais.”
Se interessou e quer saber mais? Basta selecionar qual programa você acha que tem mais a ver com a sua empresa: Promessas ou Promessas JPMorgan Chase Foundation.
https://endeavor.org.br/programa-promessas/

sábado, 27 de fevereiro de 2016

5 PRÁTICAS DE DIETA QUE NÃO FUNCIONAM. BY KARINA BACCHI

Oiii Pessoal!!

Hoje vou falar sobre práticas comuns para emagrecer que devemos evitar em busca de um corpo em forma.


1. Não comer fora do horário

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Já ouviu falar que deixar de comer depois das 18hrs emagrece? Pois bem, é mentira.
O que você come a noite não se transforma automaticamente em gordura. Independente do horário, é o que você come e a quantidade do que você come durante o dia que faz a diferença!


2. Fazer cortes drásticos na alimentação
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Cortar carboidratos, carnes vermelhas, açúcar, glúten ou qualquer outro alimento não emagrece corretamente.

Depois do período de abstinência, a maioria joga a toalha e come enormes quantidades de tudo que tirado da sua alimentação, afirma a nutricionista Leslie Langevin do Whole Health Nutrition.Lentamente, as pessoas recuperam o peso que perderam!

O segredo é moderação, gente.


3. Trocar tudo por Light ou Diet
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A maioria dos alimentos light e diets tem açúcar e gorduras que não “vemos”. Elas servem para manter o sabor ou substituir aquele açúcar convencional do produto.

No final das contas, não são substitutos saudáveis que ajudam a emagrecer.


4. Pular as refeições
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Reduzir a quantidade de calorias pulando refeições não é o caminho. Passar fome diminui o metabolismo e segura sua produção de energia. Então, na próxima refeição você sentira mais fome e vai exagerar.

O ideal é distribuir as refeições e não pular as principais.


5. Só fazer exercício físico
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Os exercícios físicos fazem parte do processo de perda de peso, mas comer demasiadamente não traz resultados. É necessário uma refeição balanceada!


Lembre-se!
Antes de iniciar qualquer dieta ou atividade física, busque a orientação de um profissional.


Bjkas
KA

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Como criar um calendário editorial para seu blog de e-commerce

by  - 
Todo blog de e-commerce precisa de um calendário editorial para que as publicações sejam mais organizadas. Esse é um item muito importante no planejamento de conteúdo da sua marca, pois oferece um maior controle sobre o fluxo de postagens, assegura a previsibilidade e garante o perfeito funcionamento desta estratégia.
Criar um blog não é difícil, no entanto, é importante que ele seja bem detalhado e rico em informações, para que você não se perca futuramente. Confira 5 dicas para você montar seu calendário editorial e organizar o seu blog.

Adote uma frequência de publicações

A periodicidade das postagens de conteúdos dependerá muito do tempo que você e sua equipe dispõem para escrever. Não só isso, nessa conta podem entrar fatores como recursos para investir em redatores terceirizados, densidade dos textos produzidos e engajamento do público.
Pense na seguinte situação: ao montar o blog, foi definido que todos os textos seriam mais detalhados, com o mínimo de 1.000 palavras cada um. Nesse caso, não é necessário postar todo dia, pois esse tipo de conteúdo costuma atrair tráfego por mais tempo e demanda mais pesquisas e um período maior para escrever.
Uma frequência de 1 a 2 textos por semana pode ser o suficiente. O contrário aconteceria com artigos mais curtos, o que permitiria uma maior frequência de postagem.

Estabeleça os formatos que serão adotados

Vamos seguir no exemplo dado no tópico anterior. Se apenas textos de no mínimo 1.000 palavras serão publicados, isso não quer dizer que todos eles deverão possuir o mesmo estilo. Por exemplo, você pode alternar entre listas, guias, tutoriais, estender postagens antigas ou inserir infográficos, imagens e vídeos no meio dos artigos.
A ideia é variar os formatos para não tornar as leituras monótonas, além de analisar quais os tipos geram mais tráfego, tempo de permanência no blog, engajamento, maiores taxas de conversão, etc.

Não se esqueça de colocar metas para cada texto

Espera-se de um blog de e-commerce que ele influencie positivamente nas vendas da sua loja virtual, não é mesmo? Cada artigo publicado precisa cumprir uma missão, logo, é muito importante que você defina qual o caminho que o leitor deve seguir após ler um determinado texto.
Isso normalmente é feito por meio dos calls to action (CTA). Pode ser um convite para conhecer seu e-commerce, assinar a newsletter, seguir seus perfis nas redes sociais ou interagir com um comentário na página. O importante é manter o público envolvido para que, aos poucos, ele adquira mais confiança em sua marca e passe a considerar sua loja virtual para resolver seus problemas.

Não deixe de estudar o seu público-alvo

Analisar o comportamento dos consumidores que você pretende atingir é fundamental e você deve saber disso. Não só para definição de temas, mas, principalmente, para determinar a linguagem a ser adotada nos textos e como os problemas da persona serão resolvidos.
Para ajudar o seu público você precisa entregar uma solução e facilitar o entendimento dele, envolvendo-o e trazendo-o para o universo da empresa.

Monte um calendário para seu blog de e-commerce

Você pode usar ferramentas como o Google Calendar, uma planilha no Excel ou até mesmo um sulfite compost-its. O importante é ter um local onde você possa organizar tudo que será publicado em seu blog — como as datas, formatos dos conteúdos, assuntos, títulos das pautas, palavras-chave, etc. A vantagem do app do Google é que ele emite alertas para que não haja riscos de atrasos e nem de esquecimentos com as postagens.
Esse apoio de softwares e aplicativos é importante justamente para manter uma ordem quanto ao funcionamento do blog, pois muitas vezes o foco dos trabalhos está na loja virtual e a produção de conteúdo pode acabar de lado.
Para criar seu calendário é muito importante também estar por dentro de todas as datas importantes do ano. Pensando nisso, montamos este calendário para você começar:
A construção de um calendário editorial para um blog de e-commerce gira em torno de um planejamento bem definido. Ele funcionará como um guia para que você não se perca em relação às datas, formatos e objetivos das postagens, às informações importantes sobre o seu público e à ajuda de tecnologias que facilitem a organização das tarefas.

Se você se interessou pelo nosso texto e quer receber mais conteúdos como esse em seu e-mail, assine a nossa newsletter! :)
http://www.profissionaldeecommerce.com.br/como-criar-um-calendario-editorial-para-seu-blog-de-e-commerce/

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Quanto se gasta para abrir uma loja virtual.

Tenho visto muita gente perguntando sobre custos de se criar uma loja virtual. Ao mesmo tempo que encontramos muitos artigos falando a respeito disso, nenhum deles diz exatamente o que as pessoas buscam. Percebi que as pessoas querem valores, referências, ideias de quanto aproximadamente custa criar um e-commerce.
É bem verdade que é impossível ser assertivo na resposta sem ter mais informações sobre o negócio, em especial porque existem muitas variáveis, desde o tipo de produto que o lojista irá vender até a disponibilidade de investimento que ele tem.
Diante disso, quero compartilhar com vocês os custos básicos de um e-commerce. Importante lembrar que esse meu artigo não esgota o assunto e nem tem a pretensão de cobrir todos os custos de um e-commerce, apenas listar quanto se gasta para abrir uma loja virtual e iniciar a operação.

Os custos básicos para montar uma loja virtual

Quando se fala em custos de e-commerce muita gente pensa logo nos custos da plataforma, mas há que se considerar a existência de vários outros serviços periféricos que são igualmente importantes.
Parto do pressuposto que você já conhece o negócio que irá abrir ou migrar para o mercado digital, bem como já fez o seu plano de negócios e sabe exatamente como funciona o mercado que está ingressando, por isso, considero aqui única e exclusivamente a implementação e operação de e-commerce.

Plataformas

Hoje existem inúmeras plataformas no mercado, para todos os gostos, necessidades e bolsos. Plataformas com mensalidades a partir de R$ 120,00 com funcionalidades razoáveis (algumas limitadas), até plataformas totalmente customizadas com licenças de uso que passam dos R$ 500.000,00.
Você precisa entender a sua necessidade antes de escolher a plataforma e olhar quais funcionalidades são necessárias para o seu negócio.
Plataformas SaaS (Software as a Service), que são plataformas alugadas, variam no modelo de remuneração; algumas cobram apenas mensalidade, outras cobram mensalidade por faixa de faturamento, outras cobram mensalidade fixa mais um percentual sobre os pedidos confirmados, existem ainda outras que cobram apenas o percentual sobre pedidos confirmados.
Outro modelo é o Open Source, que você lerá em muitos artigos como sendo plataformas “gratuitas”, mas na verdade é uma plataforma de código aberto, em que você não paga para usá-la, mas tem que contratar agências ou desenvolvedores para trabalhar o layout e as conexões. Além disso, todo o custo de infraestrutura também fica por conta do lojista.
NOTA: Não tem modelo melhor ou pior, existe sim o modelo mais adequado ao seu negócio.
Além da plataforma você ainda precisará das seguintes soluções:

Certificado Digital

Item de segurança de extrema importância, tem a finalidade de criptografar os dados trocados entre o usuário e o servidor da loja virtual, dando ao consumidor a segurança para efetuar a transação naquela loja. O custo desse serviço é anual e fica entre 1.500,00 e R$ 3.800,00.

Blindagem de site

Esse é um serviço que encontrei poucos prestadores de serviços, tive que cotar serviços com empresas estrangeiras. É um serviço caro para quem está iniciando, mas também muito importante, porque ele faz auditoria de segurança semanalmente (dependendo do plano) e simula a invasão do seu site por um hacker para encontrar vulnerabilidade gerando relatórios, etc.
O custo é muito diferente de prestador para prestador, vi valores de R$ 3.600,00 a R$ 12.000,00 anuais. (Os valores das empresas estrangeiras já estão convertidos de dólar ou euro para reais).

Marketing digital

Esse investimento, a maioria dos empreendedores não considera quando estuda lançar um comércio eletrônico. Aqui é realmente difícil falar um valor porque as variáveis são inúmeras.
Tenho visto alguns especialistas dizendo que o investimento razoável em marketing digital ficaria entre 3% e 7% do seu faturamento. Importante lembrar que no início de uma loja virtual o investimento em Marketing digital deve ser pensado com muito critério para ser assertivo, pois isso irá determinar o sucesso do seu e-commerce.

Soluções de pagamentos

Antes de falar sobre as soluções de pagamento, quero apenas esclarecer que estou considerando aqui a utilização de gateway e conexão direta com o adquirente (Cielo, Rede, Elavon, GetNet, Stone, FirstData, etc). Não estou considerando a opção com um intermediador (que é o responsável por toda transação de pagamento, desde a oferta de meio de pagamento até o recebimento e repasse para o lojista).
Alguns especialistas dizem que para o lojista iniciante, faz sentido usar um intermediador. O custo percentual por pedido confirmado é um pouco mais alto, mas a transação é garantida pelo intermediador (pelo que vi no mercado, o percentual fica em torno de 5%, mas você elimina outros custos e faz contrato com um único fornecedor). Vamos então as soluções de pagamento que considero aqui.

Gateway

Simplificando, esse é o responsável por conectar você com a empresa de cartão de crédito (adquirente). Na média o custo de set-up fica em torno de R$ 1.500,00 mais o custo por transação, que na média ficam em R$ 0,73. O mais barato que vi foi R$ 0,40 e o mais caro foi R$ 1,20.

Antifraude

Não imagine que seu negócio não terá fraude, espero que não tenha, mas é melhor prevenir. Os investimentos nessa solução giram em torno de R$ 2.000,00 de set-up mais o custo por transação. Que na média fica em R$ 0,80 para analises eletrônicas e se houver necessidade de avaliação “manual”.
Onde um operador entra no circuito para fazer a análise da suspeita de fraude custa de R$ 3,50 (o mais barato) a R$ 12,33 (o mais caro) por transação.

Adquirentes

É importante dizer que a conexão com o adquirente vai depender do gateway, então essas duas soluções precisam ser pensadas em conjunto.
Aqui os custos são percentuais sobre a transação e vai depender do contrato que você fizer com o Adquirente, da forma de pagamento e das parcelas. As transações a vista ficam na média de 3,5% da transação e as parceladas ficam em média 4,5% (2 a 6 parcelas) e 5,10% (7 a 12 parcelas).

Conciliação

Este é um serviço que é oferecido para que você saiba exatamente quais transações estão sendo pagas, quais estão com problemas, se existe chargeback, etc. Esse serviço custa em média R$ 0,50 por transação.

Conclusão

Vale a pena mencionar que os custos que tem seus valores por transação, tem uma franquia que geralmente gira em torno de 200 transações. Assim, se o valor por transação de um determinado serviço for R$ 1,00,você pagaria mensalmente o mínimo de R$ 200,00.
Além desses custos, é importante considerar ainda os custos com logística (incluindo logística reversa), custo com pessoal (gestor, SAC, marketing digital, jurídico, contador, especialistas de conteúdo, analistas, monitoramento, etc). Alguns desses custos como jurídico e contador você pode terceirizar, aliás, dependendo do seu negócio é aconselhável que faça isso, assim você foca no seu core business.
Espero que esse artigo contribua com o seu entendimento sobre os custos básicos de um e-commerce iniciante.
Sucesso e boa decisão!
http://www.profissionaldeecommerce.com.br/quanto-se-gasta-para-abrir-uma-loja-virtual/

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Os principais impostos para empreendedores do e-commerce

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Ao fazer a análise financeira da sua empresa para calcular a rentabilidade, você não pode deixar de incluir na conta todos os impostos pagos. No Brasil, estes são aplicados a diferentes empreendedores, em casos específicos.
Para ajudá-lo a identificar os que se adequam ao seu caso, contamos com a consultoria de Vitor Torres, CEO da Contabilizei, e preparamos lista com os principais impostos para quem investe em lojas virtuais. Leia com atenção e verifique quais precisam ser considerados em seu orçamento:

ICMS

Essa é a sigla para Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação.
Instituído desde 1988 de forma diferente para cada estado, incide sobre a movimentação de produtos de indústrias alimentícias, cosméticas e muitas outras, com exceção daquelas que realizam operações com livros, jornais, exportação e alguns casos específicos. Para comercializar mercadorias das áreas tributadas, você precisa se inscrever no Cadastro de Contribuintes do ICMS (Cadesp).
O ICMS requisita a emissão de uma nota fiscal a cada circulação. Por determinação do Convênio 93, a partir de 2016 deixará progressivamente de ser recolhido para o estado de origem da mercadoria para que, até 2019, seja pago totalmente ao estado de destino. Para mais informações sobre a mudança e suas implicações no e-commerce, vale a pena conferir este artigo no Blog da Nuvem Shop.
Leia também:

ST

Também prevista em 1988, a Substituição Tributária ocorre quando a responsabilidade pelo ICMS é atribuída a um contribuinte diferente daquele que vendeu o produto.
Essa alteração de obrigatoriedade é feita por lei, podendo acontecer de três maneiras diferentes:
  • Substituição simples: é tributada outra pessoa que participa do mesmo negócio;
  • Substituição para frente: é tributado apenas o primeiro envolvido na movimentação;
  • Substituição para trás: é tributado apenas o último participante da circulação da mercadoria.
Para calcular o ICMS do seu produto de acordo com o regime da ST, basta acessar este site e preencher os campos com as informações requisitadas.

DAS

Sendo registrado como Microempreendedor Individual, você precisa contribuir com o Documento de Arrecadação Simplificada do MEI, referente ao Simples Nacional. Este, por sua vez, é um sistema unificado de tributos federais, estaduais e municipais, que compreende:
  • ICMS, já mencionado anteriormente;
  • IRPJ (Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica);
  • IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados);
  • ISS (Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza);
  • COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social);
  • CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido);
  • CPP (Contribuição Patronal Previdenciária);
  • Contribuição para o PIS/Pasep.
Para ter acesso ao programa e facilitar o pagamento dessas taxas, basta se cadastrar no site oficial e conferir regulamentos e valores.

INSS e FGTS

Caso você conte com um funcionário em sua empresa, é responsável também pelo recolhimento das taxas doInstituto Nacional do Seguro Social e Fundo de Garantia por Tempo de Serviço referentes a ele. Para o primeiro, a margem de contribuição corresponde a 20%; para o segundo, 8%. Alguns setores do Simples Nacional já possuem a contribuição patronal incluída no DAS.
Além disso, deve pagar a sua própria parte desses tributos, equivalente a 11% descontados do seu pro laboree mais 20% da parte patronal (confira se isso já não é recolhido no Simples Nacional).

Entendeu?

Esperamos que você tenha aprendido um pouco mais sobre os impostos referentes ao seu empreendimento e essas informações possam ser úteis para as suas atividades financeiras e, consequentemente, o cálculo da sua rentabilidade.

Texto publicado anteriormente no Blog da Nuvem Shop.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Como configurar SEO para E-commerce Magento.

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Quando o assunto é plataforma de e-commerce, o sistema Magento é apontado como uma das mais soluções mais completas do mercado, além de ser a mais usada no mundo. Por ser open source, o Magento é extremamente flexível e personalizável, permitindo criar uma loja virtual com identidade exclusiva.
Outra vantagem disparada do Magento em relação a outras plataformas são os recursos avançados de SEO, que facilitam a indexação nos buscadores e geram tráfego orgânico ao site.
A fim de melhorar o SEO de e-commmerces que usam Magento e trazer mais conversões para as lojas, a Trezo criou um guia com cinco dicas imperdíveis de SEO. Confira o passo a passo e um infográfico na sequência:

1 – Configuração de URL:  Na aba Sistemas vá em Configuração -> Web -> SEO.

a) Nesse local mude o item “usar URL amigável” para SIM, pois assim você estará removendo o index.php das URLs.
b) Em Opções URL, altere “Incluir código da loja nas URLs” para o modo NÃO, pois impedirá que o código seja adicionado a URLs.

2 – No cabeçalho: entre em Sistema -> Configuração -> Visual -> Cabeçalho html.

a) Mude os robots “Robots Padrão” para “Index, Follow”. Isso permite que os motores de busca indexem seu website.
b) Adicione o nome da sua loja no campo “Sufixo do título”. Isso fará com que seu nome apareça em todos os títulos da página.
c) Preencha os campos “Título Padrão” e “Descrição Padrão”. Isso garantirá que nenhuma página tenha informações em branco.
d) Adicione “Webmasters Tools Verification Tag” no campo “Outros Scripts”.

3 – Evitando a duplicidade: Entre em Sistema -> Configuração -> Catálogo -> SEO.

a)  Altere o item “Inserir categoria nas URLs dos produtos” para NÃO, pois ajudará a evitar URLs duplicadas.
b) Após, altere “Canonical link meta tag” para SIM, pois impede que o Magento gere conteúdo duplicado caso você mostre o mesmo produto em várias categorias do seu site.

4 – Gerenciando categorias: Vá em Cátalogo -> Gerenciar Categorias (em todas as categorias):

a) Em Descrição da Página escreva descrições interessantes e precisas de cada produto, categoria e página. Isso permitirá que os motores de busca encontrem seu site com mais precisão.
b) Em Nome da URL crie uma chave de URL para cada URL de sua loja virtual. Isso deixará a URL mais curta e útil para os motores de busca.
c) Em Título da Página, mantenha o campo vazio para usar o nome da categoria no lugar.

5) Google Sitemap: Entre em Sistema -> Configuração -> Catálogo -> Google Sitemap.

a) Em Opções de Geração opte por permitir local e geração de mapa e mude a frenquência de acordo com as suas preferências.
b) Após, altere Habilitado para SIM e digite o código de acompanhamento do Google Analytics (DA – XXXX- X) para conectar o seu site a conta do Analytics.
seo-para-magento

armando-jrArmando Leite Júnior é CEO e sócio da Trezo, empresa especializada em desenvolver e-commerce por meio da plataforma Magento, a mais utilizada no mundo para lojas online, além de realizar a manutenção da plataforma.
http://www.profissionaldeecommerce.com.br/seo-para-e-commerce-magento/

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Vagas para o Profissional de E-commerce

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om a crise que está afetando nosso país o desemprego está aumentando consideravelmente independente da área de atuação e profissão.
A boa notícia é que a partir de agora podemos contar com mais uma fonte de indicações de vagas de empregos para o profissional de e-commerce.
Visando a prosperidade do mercado, queremos auxiliar em sua busca de oportunidades no mercado digital. O Profissional de E-commerce em parceria com o site Neuvoo (presente em mais 43 países além do Brasil), passará a destacar uma série de oportunidades de empregos para os leitores.
Acesse as vagas atualizadas disponíveis em todo Brasil, a pesquisa pode ser feita por cidade, região e país. Veja os países presentes na plataforma da Neuvoo:

Boa sorte, conte sempre conosco e fique ligado em nosso site! :)
http://www.profissionaldeecommerce.com.br/vagas-para-o-profissional-de-e-commerce/

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

A importância do nicho de mercado

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Lojistas e empreendedores que querem agradar todo mundo acabam não tendo sucesso, porque seus trabalhos se tornam genéricos. Mas quem gosta de coisas genéricas?
Você prefere algo básico, ou algo que parece ter sido feito para você? As respostas são simples não é mesmo? As pessoas querem se sentir especiais, querem saber que são entendidas por alguém.
Quando você tem uma loja virtual de produtos genéricos, e não estou falando de qualidade, ou produtos falsificados, mas sim de produtos que não são específicos para nada ou ninguém. Tipo aquela sua loja de tênis esportivos que não vende nada porque você não consegue concorrer com a Netshoes.
Agora quem sabe, se ao invés de tentar agradar todo mundo, você tivesse iniciado no mundo do e-commerce com uma loja virtual de tênis para Triathlon?
A boa notícia é que loja de tênis para triathlon dá certo, a má notícia é que alguém já pensou nisso antes de você. E você precisa pensar em outra coisa para alcançar o sucesso. Veja, Fastrunner.com.brO segredo do sucesso é o foco. Digo alcançar o sucesso, porque esse é o destino de quem foca seu público no nicho de mercado.
Mas atenção no foque todos os seus esforços em produtos que ninguém tem interesse em comprar, pesquise um foco que você goste, que tenha público e que dê dinheiro. Não é uma busca fácil, mas também não é impossível.

O poder do não

Quando você define um nicho de mercado, você precisa focar em algo muito específico, pois só assim, você vai conseguir que o seu cliente se sinta especial, o cliente vai saber que alguém passou pelo mesmo problema que ele e encontrou a solução.
Por exemplo, a loja 33 e 34 especializada em sapatos para mulheres que calçam 33 e 34, porque só quem calça esses tamanhos sabe o quanto é difícil encontrar sapatos femininos nesse tamanho, que não sejam infantis.
Outro exemplo é a Alergo House, uma loja virtual de produtos para pessoas alérgicas, porque só quem é ou tem uma pessoa alérgica na família sabe o quanto é difícil encontrar produtos específicos.
Esses produtos específicos fazem toda a diferença e podem garantir coisas simples, como uma noite de sono tranquila, então quando o cliente chega nessa loja virtual, ele sabe que alguém entende todas as dificuldades que ele passa.
Talvez você não tenha se dado conta, mas nesses exemplos os lojistas precisaram tomar uma decisão muito importante, que foi dizer não. Dizer não para quem não fosse o público específico que eles gostariam de atingir, dizer não para quem quer tênis para caminhada, dizer não para quem calça 37, dizer não para quem não tem alergias.
Fazendo essas escolhas os lojistas diminuíram muito o número de possíveis clientes, mas não se engane pensando que isso foi ruim, isso foi ótimo. Quanto menos pessoas seu e-commerce precisa agradar mais chances ele tem de acertar. Falando assim parece estranho, pois quando você imagina um alvo, quanto maior ele for mais chances de acertar.
Mas nós estamos falando de pessoas, cada uma tem seus gostos e suas escolhas, por isso, quanto menor o nicho, mais chances de acertar, pois você vai reunir em um só lugar pessoas com o mesmo problema e aí sim você tem um alvo. Quando você quer agradar a todos você não tem um alvo. Um alvo é um foco, e um foco significa um nicho de mercado.

Eu vou falar mais desse assunto, na minha palestra no Congresso CECOMPE 3.0 que ocorre nos dias 22 a 26 de fevereiro. O Congresso é gratuito e totalmente online, basta se cadastrar e já está participando. Espero ter conseguido te mostrar a importância do nicho de mercado. Até a próxima. 😉

Como gerenciar o estoque de sua loja virtual em tempos de crise

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Não é novidade que novos produtos sempre atraem mais compradores, melhorando as vendas em médio a curto prazo principalmente se a sua loja ainda é nova e está buscando espaço no mercado, mas investir em estoque com essa finalidade nem sempre é seguro.
Em época de crise como esta que estamos atravessando agora, todo cuidado é pouco e o risco de sofrer prejuízos por conta de produtos parados na prateleira do seu estoque pode ser desastroso.
Manter um bom relacionamento com seus fornecedores é fundamental para manter seu estoque saudável e, ao mesmo tempo, livre de dívidas e dores de cabeça.
Sendo assim, seguem algumas dicas:

Mantenha um estoque mínimo de seus principais produtos

O carro chefe da sua loja deve sempre estar disponível para pronta entrega, ainda mais se você divulga esse produto através de mídias pagas como Google Adwords, por exemplo. Tenha sempre uma quantidade mínima segura para entrega.
Se necessário faça reposições semanais. Em um período de oscilações nas vendas fica mais fácil gerenciar o estoque em curto prazo.

Negocie com fornecedores e use cross selling

conceito de cross selling pode funcionar muito bem, para isso faça ajustes no seu prazo de entrega para que haja tempo de receber o produto do seu fornecedor e entregar o pedido para o seu cliente sem que haja problemas. Também será necessário negociar com o seu fornecedor.
Lembre-se que este pode não ser o modelo ideal de fornecimento, mas manterá o ciclo de vendas ativo e, no final, todo mundo sairá ganhando.

Estoque parado há muito tempo? Promoções já!

Melhor ter algum lucro que nenhum, ainda que o mínimo. Se um determinado produto está parado sem vender, faça promoções, ainda que a preço de custo. Essa estratégia ajuda a renovar o estoque e manter o dinheiro girando.

Seu produto é a base do seu negócio, então cuide dele.

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Pensar grande é assustador pra caramba Leia mais em Endeavor @ https://endeavor.org.br/pensar-grande/

Pensar fora da caixa pode ser assustador, mas colocar em prática essas ideias pode ser a escolha que vai mudar todo o rumo do seu negócio. 

Outro dia, tive o incrível prazer de discutir crescimento, escala e pensar grande com dois dos mais impressionantes (e mega inteligentes) jovens empreendedores que eu conheço. Um opera um programa de aceleração global que me deixa simplesmente admirado; o outro constrói uma ferramenta que redefine como criamos software. Ambos estão em um ponto onde eles pensam muito sobre suas história de crescimento – crescer organicamente, aprender, interagir e construir a partir de uma posição de mercado profunda/entendimento de negócios ou assumir mais capital e acelerar o crescimento de forma significativa ?
Eles começaram nossa discussão me dizendo todos os detalhes de operação que precisam para chegarem a um lugar e passar de A para B. Contratar mais pessoas, ter infraestrutura… esse tipo de coisa. Soou muito tático para mim. É um bom insight, eles claramente gastaram tempo pensando nisso – mas, para mim, erraram o alvo: eu queria saber o que era a visão.
QUAL É O LEGADO QUE QUEREM DEIXAR COM A SUA ORGANIZAÇÃO?
Quando me contaram sobre a visão, o que eles querem atingir, o que seu grande objetivo cabeludo e audacioso é, eles não falaram sobre saídas, vendas para uma empresa bem conhecida ou ficar rico. Eles falaram sobre como eles querem mudar o mundo. E eles quiseram dizer isso. Você pode ver isso em seus rostos. Você podia ouvi-lo em suas vozes.
Eu os desafiei a pensar como seu mundo seria se eles tivessem um crescimento escalável. Dez, cem vezes o que eles estão fazendo hoje. O que eles fariam de forma diferente agora? No que eles iriam concentrar seu tempo? O que seria importante ? O quanto eles querem isso? Como eles se sentiriam se não conseguissem?
É incrível ver a mudança de perspectiva quando você pensa grande e a longo prazo. Essa é a razão pela qual Jeff Bezos da Amazon é um líder incrível: ele pensa e age grande e a longo prazo. É tão raro ver pessoas que agem como ele e ainda, eu diria, é a única maneira como você pode construir verdadeiramente grandes empresas e mudar o mundo.
Não se engane: Pensar e agir desta forma é assustador. É assustador! Faz você se sentir desconfortável e te tortura significativamente. Parece até que você não é capaz de fazer isso. É duro demais. Um crescimento orgânico e lento é muito mais fácil. Gastar dinheiro com inteligência é incrivelmente difícil.
Mas ainda assim, te peço para perguntar a si mesmo: O que você quer? O que é que você deseja? O que você quer que seja seu legado?
*Pascal Finette é Diretor do Startup Lab da Singularity University
O texto original você encontra aqui

sábado, 13 de fevereiro de 2016

http://www.profissionaldeecommerce.com.br/empreendimento-na-internet-em-tempos-de-crise/
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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Como estar nos negócios para sempre: uma lição de sustentabilidade Leia mais em Endeavor

Se você quiser permanecer nos negócios para sempre, você tem que se concentrar no longo prazo. Você deve construir um modelo de negócio que constrói a confiança com seus clientes e que mantenha eles voltando dia após dia, ano após ano.

Muitas escolas de negócios ensinam executivos e empresários que o negócio é a maximização do lucro. Eu não acredito nisso. Eu acredito que o negócio é ter um lucro que sustente o negócio e enriquece os proprietários, mas não é maximizado em qualquer período ( mês, trimestre , ano). Eu acredito que o objetivo de uma empresa é a sustentabilidade de modo que todos os stakeholders (clientes, funcionários , proprietários, fornecedores, etc) possam contar com o negócio a longo prazo.
Vamos usar um exemplo. Você possui um negócio que funciona na web. Você é um fornecedor líder de comércio eletrônico para um mercado vertical. Você gera US$50 milhões em receitas anuais e tem um lucro de US$5 milhões por ano. Você vê o lançamento do iPhone e Android e pensa que seus clientes vão querer se conectar ao seu negócio através de seus celulares. Você pede ao seu VP de produto para levantar o que seria necessário para construir aplicativos móveis que permitirão que isso aconteça. Ela lhe diz que terá um investimento de US$5 milhões ao longo de dois anos para concluir este projeto. Você engole seco. Isso vai reduzir seus lucros em US$2,5 milhões em cada um dos próximos dois anos. O que você faz?
Você faz o investimento, porque você deve investir no sucesso a longo prazo da empresa, mesmo que esse não é um evento de maximização do lucro. Isso pode simplesmente levá-lo de volta aos US$5 milhões por ano de lucro que estava tendo antes. Pode não haver nenhum retorno sobre este investimento em um sentido positivo. Pode ser simplesmente um investimento defensivo. Você ainda precisa fazer isso para garantir que você existirá em longo prazo.
Clay Christensen fala sobre esse tipo de coisa o tempo todo. Os executivos de grandes empresa são convidados a calcular o retorno sobre o investimento (ROI) sobre os investimentos que eles querem fazer. Se o ROI não é maior do que alguns obstáculos mínimos, a empresa não faz o investimento. E assim vem um concorrente menor que faz o investimento e come o almoço da grande empresa.
ROI NÃO É A REFERÊNCIA ADEQUADA PARA AS EMPRESAS AVALIAREM OS INVESTIMENTOS, ROI É PARA O PESSOAL DE WALL STREET
Eles vão usá-lo para decidir se eles querem investir em sua empresa. Mas quando você toma decisões de investimento em sua empresa, não use as ferramentas que Wall Street usa. Utilize as ferramentas que os animais usam. Instintos de sobrevivência . O que será necessário para garantir que a sua empresa existirá em cerca de dez anos, cinquenta anos, cem anos? Essa é a forma de pensar se você quiser permanecer nos negócios.
Uma das decisões mais difíceis que empreendedores e executivos tem que fazer é a decisão de desfazer o seu próprio negócio. Vamos dizer que você é um operador de cabo. Você está tendo bilhões de dólares de lucros a cada ano oferecendo voz, vídeo e serviços de dados protegidos por um modelo de negócio de monopólio. Junto vem a Internet e permite que voz e vídeo sejam entregues a seus clientes através de qualquer rede IP (rede fixa, a cabo, sem fio , etc). Você sabe que ao longo do tempo , isso vai atrapalhar o seu negócio. O que você faz?
VOCÊ INVESTE NESTA NOVA TECNOLOGIA E LEVA PARA O MERCADO, ACELERANDO O DECLÍNIO DO SEU MODELO DE NEGÓCIO PROTEGIDO E MONOPOLIZADO OU VOCÊ FAZ TUDO O QUE PUDER PARA RETARDAR O AVANÇO DESTA TECNOLOGIA?
Infelizmente a maioria dos executivos fazem a última opção. A maioria dos empreendedores fazem a primeira. A última opção é a cerca de maximização de lucros a curto prazo, mas pode, e muitas vezes acontece, levar à morte do negócio no longo prazo. A última opção é sobre a capacidade de sobrevivência, embora quase certamente levará o negócio a ser menos lucrativo no futuro. Escolha difícil. Mas, para mim, é uma escolha fácil se o seu objetivo é a sobrevivência a longo prazo.
Uma das razões pelas quais os empreendedores fazem essas escolhas difíceis enquanto os executivos não, é que empreendedores pensam como donos. Eles têm esse instinto de sobrevivência em seu intestino. Eles não querem que o seu bebe morra. Executivos são armas contratadas. Eles estão focados em maximizar o sucesso do negócio (e sua remuneração) ao longo de um curto período de tempo que eles vão no escritório. Eles não têm nenhum incentivo para pensar sobre o que acontece em 20 anos ou 50 anos. Eles sabem que não estarão por lá. E por isso a empresa não existirá também.
Então, quando você construir seu modelo de negócio e criar a cultura da sua empresa, enfatize a sustentabilidade sobre a maximização do lucro em tudo que criar e fizer. Isso não significa que você não precisa ter lucro. Os lucros são a essência da sobrevivência. Você não pode e não vai sobreviver sem lucros. Eles são tudo quando se trata de sustentabilidade. Mas só porque você precisa ter lucro não significa que você precisa maximizá-lo. Equilibrar a necessidade de lucro com a necessidade de sustentar o negócio é a arte que você deve fazer como o líder de um negócio. Faça as duas coisas e você vencerá.