Como utilizar o Periscope na estratégia de marketing digital?

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Cada rede social representa uma oportunidade a mais para que empresas possam estabelecer um canal de contato direto com seu público. Nesse contexto, o Periscope surge como uma opção viável para empresas de todos os portes se aproximarem ainda mais de seus seguidores.
Mas como usar o Periscope para criar boas ações de marketing? Antes de mais nada você precisa ter um objetivo, que pode ser impulsionar as vendas de um novo produto, aumentar a interação e engajamento com a empresa, humanizar a marca, educar o mercado, fazer promoções ou criar ofertas exclusivas.
Enfim, uma série de possibilidades que podem ser pensadas ao utilizar um app de transmissão de vídeos ao vivo. Mostraremos agora algumas maneiras de tirar proveito desse aplicativo para promover ações junto ao seu público. Confira!

Lançamento de produtos

Se você construiu uma base de seguidores engajados, o Periscope se torna uma oportunidade bacana para promover novidades do seu e-commerce, especialmente os novos produtos. Mas não é qualquer oferta que merece esse destaque, somente aquelas que tem potencial gerar expectativa em seu público.
Você pode estabelecer como parâmetro de escolha os produtos mais comprados e que recebem constantes atualizações ou remodelagens.

Sessões de perguntas e respostas com o público

Essa é uma ótima ocasião para eliminar dúvidas e objeções que possam estar prejudicando o uso de produtos ou a intenção de compra por parte dos consumidores. Diferentemente de um atendimento, o ideal aqui é fazer uma transmissão aberta para que todos os usuários possam fazer perguntas por meio dos comentários em tempo real e tenham seus questionamentos resolvidos.
Usando as transmissões para essa finalidade, você colhe feedbacks relevantes do público. São informações que podem ajudar a otimizar processos internos e a forma como suas ofertas são apresentadas.

Demonstrações de uso de produtos e serviços

Ideal para produtos e serviços com um maior planejamento de compra e para o público que precisa de uma prova mais convincente para efetuar uma aquisição. Mas é bom não confundir com aqueles programas e emissoras de TV que vendem suas inúmeras ofertas diariamente.
A vantagem do Periscope é que as transmissões são feitas ao vivo, ou seja, não tem cortes e nem edições. Isso ajuda a aumentar a credibilidade da marca e a confiança no produto.

Promover ofertas e descontos exclusivos

Isso pode ser feito no Periscope na maioria das ações ditas anteriormente. Por exemplo, um código promocional ou um link que leve a uma página exclusiva de uma oferta pode ser enviado aos usuários que estiverem acompanhando uma determinada transmissão em tempo real.
Pense na experiência proporcionada aos clientes. Eles gostam de fazer parte de um grupo com vantagens exclusivas.
Como qualquer outra rede social, o Periscope se mostra muito eficiente naquilo que se propõe a fazer. O uso do streaming é uma tática valiosa em qualquer estratégia de marketing digital. Afinal, vídeos são relevantes tanto para aumentar o engajamento quanto as receitas dos e-commerces, ou seja, funcionam bem no institucional e no comercial.

Ficou interessado em como utilizar o Periscope? Desenvolvemos o Guia do Periscope para lojas virtuais abaixo com tudo que você precisa saber para começar a trabalhar com o aplicativo e ampliar sua estratégia de atuação de Marketing Digital.
http://www.profissionaldeecommerce.com.br/guia-periscope-para-lojas-virtuais/

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Os 7 pecados capitais da Comunicação para Pequenos Negócios Leia mais em Endeavor


Saiba o que NÃO fazer quando for tratar das suas estratégias de comunicação.

Empreender hoje no Brasil não é tarefa para qualquer um. Frente a dezenas de desafios, uma das que mais assombram os empreendedores é: “como vou investir na comunicação do meu negócio?”. E não é para menos, muitos pecam na hora de criar uma estratégia. Por isso, listamos aqui os 7 pecados capitais da Comunicação para Pequenos Negócios, para você se prevenir:
1) Acreditar que Marketing é só para Grandes Empresas
O Marketing é democrático. Tem estratégia para todos os estilos, segmentos, tamanhos de empresas e para todos os bolsos. Você pode começar ao criar um logo profissional, em seguida investir em materiais institucionais, depois partir para um canal de comunicação. O importante é entender o que funciona, o que seu público quer e como ele quer se sentir ao interagir com sua marca.
Os 4 P’s do Marketing é um dos conceitos mais fundamentais e tradicionais do Marketing, pois ele envolve as quatro áreas principais: preço, praça, produto e promoção, ou seja, Marketing é muito mais do que um anúncio bonito, é como você qualifica e precifica seu produto, onde ele está exposto, como ele é entregue ao seu cliente e como você fala dele.
2) Deixar o seu “sobrinho” criar sua marca
A marca do seu negócio será responsável por muitas “primeiras impressões”, já pensou nisso? Toda vez que alguém vir sua marca em um anúncio, em uma placa na recepção de um prédio, no cartão de visitas ou nos jornais, ela será responsável por gerar um impacto, podendo ser positivo, negativo ou simplesmente irrelevante. Por isso, o processo de criação de logo profissional é um dos mais importantes no desenvolvimento de uma empresa, e você com certeza não vai querer deixar sua marca na mão de um amador, não é mesmo? Criação de logotipo é assunto sério para a gente e aconselhamos que você também acredite nisso.
3) Não investir no seu time como Canal de Comunicação
Nos primeiros anos de sua empresa, você provavelmente estará frente a frente com seu cliente. Mas com o tempo e com a empresa crescendo (e esperamos que isso aconteça), você estará liderando pessoas e cada vez menos no dia a dia com seus consumidores. Por isso, o seu time tem que estar muito alinhado, principalmente, com os valores da sua empresa. A experiência profissional é importante na hora de contratar, mas ter fit com os valores da empresa é essencial para o sucesso, senão você nunca chegará onde quer.
E o que isso tem a ver com Comunicação? Tudo! A cada experiência incrível que seu time proporciona ao cliente, novas indicações acontecem e o famoso boca a boca só vai aumentando o saldo positivo. Mas a cada experiência negativa, pode ter certeza que o “menos” também entra no jogo.
4) Cometer erros básicos e achar que ninguém está vendo
Sabe quando aquele errinho de gramática passou despercebido e foi enviado no e-mail? Ou o Flyer que saiu sem o site da empresa? Esses erros geram muito mais polêmica e repercussão nas grandes empresas, é verdade, mas não é por isso que você vai deixar sua empresa parecer amadora e relevar esses erros.
Uma frase muito boa que o Andre Diamand falou em uma mentoria da 21212 é “Você não precisa ser grande, precisa parecer ser grande” e isso faz todo sentido nesse contexto: você pode vender sua empresa muito bem e entregar um serviço qualificadíssimo, sem precisar estar em um centro comercial requisitado da sua cidade. O que você precisa é entregar resultado excelente, ter uma imagem incrível e uma base de clientes e fãs engajada.
5) Marketing ser o primeiro da lista no corte de “gastos”
Marketing não é gasto, é investimento. E um investimento que, quando bem feito, se paga sozinho. Essa é uma das premissas de um bom resultado de uma campanha. Se você realiza uma boa campanha e o resultado em vendas não vem, pode ter certeza que algo está errado na estratégia, na execução, ou até mesmo no próprio produto. Pense bem, se você não investir em formas para trazer novos clientes ou fazer os atuais retornarem, quem irá comprar? E isso se tornará um ciclo. Por isso, da próxima vez que pensar em cortar a verba do Marketing, pense se você não está colocando de lado sua fonte de receita.
6) Não medir os resultados das campanhas que você faz
É essencial que você meça o ROI (Return of Investment) das suas campanhas, pois só assim saberá se está torrando dinheiro ou se a estratégia está funcionando. Algumas estratégias são mais fáceis de mensurar, como campanhas de mídia paga online em que você consegue rastrear exatamente cada conversão.
Agora, como mensurar um anúncio ou uma distribuição de flyer? Nós geralmente indicamos que coloque um cupom de desconto específico, ou algum outro benefício (ou recompensa) que faça o cliente entrar em contato por aquela chamada. De preferência, que seja diferente de outras promoções – assim, você terá certeza do resultado da campanha.
7) Vender seu produto
Vender seu produto pode ser um dos maiores tiros no pé de uma empresa. Sim, é isso mesmo que você leu: o cliente não quer massa feita de trigo, água, fermento e cereais; ele quer um pão francês quentinho e saboroso para tomar no café da manhã com a família.
Percebe a diferença? O cliente quer os benefícios, o prazer, a sensação que seu produto vai dar para ele. Dando um outro exemplo, um software de gestão financeira obviamente irá organizar suas contas, informar o fluxo de caixa e dar lembretes de contas a pagar, mas, na verdade, você o usa para ter mais tempo para outras atividades e tranquilidade em saber facilmente os dados financeiros do seu negócio.
Por isso, pense: por que seu cliente vai usar seu produto ou contratar seu serviço? Qual o real problema que ele resolve? Qual será a sensação e experiência que ele terá ao usar seu produto? Pensando assim, pode apostar que sua empresa será essencial para ele.

Configure o Google Analytics no e-commerce corretamente

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Google Analytics: Configure corretamente e descubra se sua loja virtual está bem de verdade (Bônus: Enhanced Ecommerce)
Depois de muito tempo eu aprendi que dizer que uma loja virtual está indo bem baseado apenas no número de vendas é tão ingênuo quanto dizer que seu carro está perfeito só por que ele está andando.
Se as pastilhas de freio estiverem carcomidas e você não fizer nada uma hora você vai beijar o volante.
Google Analytics é uma ferramenta gratuita que dá informações valiosas sobre as visitas e visitantes de um site ou loja virtual.
As informações vão das mais básicas, como número total de visitas, até as mais avançadas, como número de pessoas que colocaram produtos no carrinho e não compraram.
Isso significa que você pode até estar vendendo, mas o GA vai te dizer se você está vendendo como deveria. Não é o mesmo que te impedir de beijar o volante, mas é quase.
Nesse post eu vou te ajudar a dar o primeiríssimo passo: configurar o Google Analytics para receber corretamente informações para gerenciar sua loja virtual.
Parece algo idiota a se ensinar, mas é muito comum as pessoas deixarem passar batido configurações básicas que sem elas não é possível saber se a loja está indo bem ou mal.

Criando uma conta

Quando você entrar na página inicial do GA terá que fazer login usando uma conta Google, ou seja usando seu e-mail Gmail ou Google Apps.
Supondo que você nunca se aventurou usando o GA a página que ele te mostrará será parecida com a de baixo.
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Clique no botão grandaralhão escrito “Sign up“.
Preencha os campos de acordo com os ensinamentos do Mestre Yoda:
• Nome da Conta é o nome da sua conta. Preencha com o nome da sua marca ou empresa. A ideia é que se você tiver um site, um blog e um e-commerce para uma determinada marca/empresa tudo ficará “de baixo” dessa conta. Eu vou preencher Marca X;
• Nome do website é o nome do projeto, exemplo se é um site pode ser Site da Marca X, se for um blog pode ser Blog da Marca X ou se for um e-commerce Loja Virtual Marca X. Se você tem os 3 projetos se preocupe primeiro com um, posteriormente você pode criar a conta dos outros;
• URL do website é o link do projeto, exemplo http://marcax.com.br/;
• Categoria do setor a categoria que seu negócio está inserido. Se você não preencher ou preencher errado não afetará em nada nos resultados. Esse campo é usado apenas para o GA te dar dicas voltadas para sua área de atuação.
• Fuso horário dos relatórios é o fuso horário de onde você mora.

Depois de preencher tudo e aceitar os temos de uso você receberá seu Tracking ID. Esse é o número de sua conta que deve ser configurada na plataforma.

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Você verá nessa mesma página que o GA dá o código Javascript para ser inserido em todas as páginas do seu e-commerce. Todas as plataformas já o colocam automaticamente, então basta você informar o Traking ID (destacado na imagem acima) que a plataforma fará todo o resto.
http://www.profissionaldeecommerce.com.br/configure-o-google-analytics-e-commerce-corretamente/

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Comércio online em datas comemorativas impulsiona varejo.

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A experiência de compras nas datas comemorativas vem mudando significativamente nos últimos 5 anos. Com a explosão do e-commerce nos feriados tradicionais, as redes varejistas passaram a criar eventos próprios a fim de impulsionar as compras online.
Um case marcante é o exemplo do grupo Alibaba que lançou em 2009 a campanha 11.11 Shopping Festival on China’s Singles’ Day, que acabou se tornando a maior data mundial do e-commerce por promover anualmente 24 horas de liquidação.
Seja tradicional ou criado e incentivado pelo varejo, o importante é que os comerciantes reconheçam esta tendência crescente das datas comemorativas quando forem mapear suas estratégias anuais de marketing digital. Para entender este comportamento, a Sociomantic Labs criou um infográfico (abaixo) que destaca os hábitos de consumo de compras e estatísticas-chave do e-commerce das melhores datas de compras no mundo.
O mercado brasileiro já apresenta bons exemplos desta tendência. Um deles é a Black Friday, que vem se firmando há alguns anos. Em 2015, por exemplo, mesmo com a crise o varejo online brasileiro vendeu R$ 1.6 bilhão na Black Friday, registrando um crescimento de 38% quando comparado com 2014.
Além disso, em 2014, 18% dos 1.2 milhão de shoppers das promoções da Black Friday compraram de varejistas online pela primeira vez, mostrando mais uma vantagem do marketing nos Shopping Holidays. Outro exemplo é a Cyber Monday, que ganhou popularidade também na América Latina e na Europa. No Brasil, em 2015, as vendas do Cyber Monday resultaram R$294 milhões.
Veja abaixo quais as principais datas do comércio detectadas pela Sociomantic:
 Liquidação de verão;
 Ano Novo Chinês;
 Volta às aulas;
 Dia da mulher;
 Páscoa;
 Dia das mães;
 Dia dos namorados;
 Dia dos pais;
 Dia das crianças;
 Divali – festival das luzes na Índia;
 Dia dos solteiros da China;
 Dia de ação de graças, Black Friday, Cyber Monday e GOSF (Grande Festival de Compras Online, promovido pelo Google, na Índia);
 Hanukkah, Natal, Kwanzaa (celebração afroamericana) e Boxing Day.

3 principais dicas para as empresas manterem a competitividade nas datas comemorativas

1- Antecipe suas ações de marketing

Os varejistas estão começando a perceber a importância de prospectar clientes com antecedência se quiserem garantir conversões em vendas.
Para garantir que estão preparados para amplificar e modernizar suas estratégias durante essas épocas de consumo intenso, é essencial que os anunciantes testem novas tecnologias com tempo suficiente para aprender as melhores práticas e aperfeiçoarem seu trabalho de acordo com suas observações.
Para a maioria das estratégias de marketing baseada na coleta de dados, três meses de “aquecimento” são o mínimo recomendado para a realização de testes.

2- Vá para o mobile

À medida que sair de casa para fazer compras nos Shopping Holidays torna-se mais caótico, estratégias para mobile web e apps podem fazer toda a diferença para captar a atenção dos consumidores.
É essencial que o anunciante esteja totalmente preparado para relacionar-se com clientes em qualquer cenário. Seja checando ofertas no smartphone, aproveitando intervalos no dia de trabalho para conferir bons negócios em seu tablet ou se preparando para um dia de compras em seu PC.
Estratégias inteligentes, baseadas na coleta de dados, voltadas para o conforto do cliente, que abrangem todos os dispositivos, farão toda a diferença.

3- Personalize para se destacar

Com tanta competição nesses períodos, os varejistas devem encontrar um jeito de se destacar.  A personalização baseada nos dados do consumidor – nos sites, apps e nas redes sociais — é essencial para obter conversões de clientes, considerando que os outros varejistas estão a alguns cliques de distância.
Novas tecnologias como a publicidade programática possibilitam que os varejistas usem CRM e outros dados proprietários para criar anúncios personalizados em tempo real, tanto para consumidores em potencial quanto para clientes existentes.
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terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Os 7 pecados capitais da Comunicação para Pequenos Negócios Leia mais em Endeavor


Saiba o que NÃO fazer quando for tratar das suas estratégias de comunicação.

Empreender hoje no Brasil não é tarefa para qualquer um. Frente a dezenas de desafios, uma das que mais assombram os empreendedores é: “como vou investir na comunicação do meu negócio?”. E não é para menos, muitos pecam na hora de criar uma estratégia. Por isso, listamos aqui os 7 pecados capitais da Comunicação para Pequenos Negócios, para você se prevenir:
1) Acreditar que Marketing é só para Grandes Empresas
O Marketing é democrático. Tem estratégia para todos os estilos, segmentos, tamanhos de empresas e para todos os bolsos. Você pode começar ao criar um logo profissional, em seguida investir em materiais institucionais, depois partir para um canal de comunicação. O importante é entender o que funciona, o que seu público quer e como ele quer se sentir ao interagir com sua marca.
Os 4 P’s do Marketing é um dos conceitos mais fundamentais e tradicionais do Marketing, pois ele envolve as quatro áreas principais: preço, praça, produto e promoção, ou seja, Marketing é muito mais do que um anúncio bonito, é como você qualifica e precifica seu produto, onde ele está exposto, como ele é entregue ao seu cliente e como você fala dele.
2) Deixar o seu “sobrinho” criar sua marca
A marca do seu negócio será responsável por muitas “primeiras impressões”, já pensou nisso? Toda vez que alguém vir sua marca em um anúncio, em uma placa na recepção de um prédio, no cartão de visitas ou nos jornais, ela será responsável por gerar um impacto, podendo ser positivo, negativo ou simplesmente irrelevante. Por isso, o processo de criação de logo profissional é um dos mais importantes no desenvolvimento de uma empresa, e você com certeza não vai querer deixar sua marca na mão de um amador, não é mesmo? Criação de logotipo é assunto sério para a gente e aconselhamos que você também acredite nisso.
3) Não investir no seu time como Canal de Comunicação
Nos primeiros anos de sua empresa, você provavelmente estará frente a frente com seu cliente. Mas com o tempo e com a empresa crescendo (e esperamos que isso aconteça), você estará liderando pessoas e cada vez menos no dia a dia com seus consumidores. Por isso, o seu time tem que estar muito alinhado, principalmente, com os valores da sua empresa. A experiência profissional é importante na hora de contratar, mas ter fit com os valores da empresa é essencial para o sucesso, senão você nunca chegará onde quer.
E o que isso tem a ver com Comunicação? Tudo! A cada experiência incrível que seu time proporciona ao cliente, novas indicações acontecem e o famoso boca a boca só vai aumentando o saldo positivo. Mas a cada experiência negativa, pode ter certeza que o “menos” também entra no jogo.
4) Cometer erros básicos e achar que ninguém está vendo
Sabe quando aquele errinho de gramática passou despercebido e foi enviado no e-mail? Ou o Flyer que saiu sem o site da empresa? Esses erros geram muito mais polêmica e repercussão nas grandes empresas, é verdade, mas não é por isso que você vai deixar sua empresa parecer amadora e relevar esses erros.
Uma frase muito boa que o Andre Diamand falou em uma mentoria da 21212 é “Você não precisa ser grande, precisa parecer ser grande” e isso faz todo sentido nesse contexto: você pode vender sua empresa muito bem e entregar um serviço qualificadíssimo, sem precisar estar em um centro comercial requisitado da sua cidade. O que você precisa é entregar resultado excelente, ter uma imagem incrível e uma base de clientes e fãs engajada.
5) Marketing ser o primeiro da lista no corte de “gastos”
Marketing não é gasto, é investimento. E um investimento que, quando bem feito, se paga sozinho. Essa é uma das premissas de um bom resultado de uma campanha. Se você realiza uma boa campanha e o resultado em vendas não vem, pode ter certeza que algo está errado na estratégia, na execução, ou até mesmo no próprio produto. Pense bem, se você não investir em formas para trazer novos clientes ou fazer os atuais retornarem, quem irá comprar? E isso se tornará um ciclo. Por isso, da próxima vez que pensar em cortar a verba do Marketing, pense se você não está colocando de lado sua fonte de receita.
6) Não medir os resultados das campanhas que você faz
É essencial que você meça o ROI (Return of Investment) das suas campanhas, pois só assim saberá se está torrando dinheiro ou se a estratégia está funcionando. Algumas estratégias são mais fáceis de mensurar, como campanhas de mídia paga online em que você consegue rastrear exatamente cada conversão.
Agora, como mensurar um anúncio ou uma distribuição de flyer? Nós geralmente indicamos que coloque um cupom de desconto específico, ou algum outro benefício (ou recompensa) que faça o cliente entrar em contato por aquela chamada. De preferência, que seja diferente de outras promoções – assim, você terá certeza do resultado da campanha.
7) Vender seu produto
Vender seu produto pode ser um dos maiores tiros no pé de uma empresa. Sim, é isso mesmo que você leu: o cliente não quer massa feita de trigo, água, fermento e cereais; ele quer um pão francês quentinho e saboroso para tomar no café da manhã com a família.
Percebe a diferença? O cliente quer os benefícios, o prazer, a sensação que seu produto vai dar para ele. Dando um outro exemplo, um software de gestão financeira obviamente irá organizar suas contas, informar o fluxo de caixa e dar lembretes de contas a pagar, mas, na verdade, você o usa para ter mais tempo para outras atividades e tranquilidade em saber facilmente os dados financeiros do seu negócio.
Por isso, pense: por que seu cliente vai usar seu produto ou contratar seu serviço? Qual o real problema que ele resolve? Qual será a sensação e experiência que ele terá ao usar seu produto? Pensando assim, pode apostar que sua empresa será essencial para ele.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Como funciona o transporte de cargas

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Muito se ouve falar sobre transporte rodoviário de cargas ou simplesmente frete, mas… Na prática, como funciona o frete no Brasil?
Os primeiros conceitos a se entender são de carga lotação/dedicada e carga fracionada. A carga fechada/dedicada é aquela que lota um caminhão e a fracionada são frações de cargas que não preenchem todo o veículo para um único cliente. As etapas do transporte de mercadorias variam de acordo com essas duas formas.
Neste material vamos abordar o transporte rodoviário de cargas fracionadas, vejas as principais etapas:

1. Coleta dos materiais

Geralmente veículos de menor porte realizam a coleta das mercadorias nos embarcadores em curtas distâncias, na maioria das vezes nos centros de distribuição.

2. Emissão de documentos fiscais

Por lei, alguns documentos fiscais devem ser emitidos e acompanhar as mercadorias durante seu transporte, os mais comuns são: NF-e – Nota Fiscal Eletrônica e CT-e – Conhecimento de Transporte Eletrônico. ]
Em determinados casos também deve-se utilizar o MDF-e – Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais, entre outros.

3. Consolidação

Os materiais coletados nos diferentes embarcadores são levados até um local, onde são consolidados e carregados para uma viagem de distância mais longa. Algumas vezes é necessário unitizar a carga em palletse racks para facilitar a amarração, otimizar a ocupação e evitar avarias no transporte.

4. Transporte

Obviamente é o deslocamento da origem até o destino, passando pelos intermediários. Em outras palavras, toda movimentação desde o embarcador até o destinatário final. Pode acontecer em diferentes modelos.

5. Desconsolidação

Grande volume de cargas fracionadas chegam ao local (centro de consolidação, por exemplo) por vários caminhões, porém com destinos finais diferentes. Nesta etapa ocorre o descarregamento e a roteirização da carga.
Na grande maioria das vezes, principalmente no transporte fracionado, os veículos pesados são descarregados e as mercadorias após serem roteirizadas, são carregadas em veículos menores.

6. Entrega last mile

Transporte de última milha (last mile), também conhecida como última perna (last leg). Realizado por caminhões menores ou pelos chamados veículos urbanos de carga. Estes coletam as mercadorias nos centros de distribuição/consolidação para entrega final porta a porta.
Cada mercado demanda operações logísticas específicas para seu segmento, portanto o tipo de fluxo pode variar.
Para que tudo funcione, não são poucos players trabalhando em conjunto! Os principais envolvidos numa operação de transporte são:
• Oficinas e revendedoras
Realizam a manutenção da frota, pois diferente dos carros comuns, os veículos de carga estão praticamente a todo momento rodando pelas estradas. Com maior uso, o desgaste e exposição a riscos requerem manutenção com frequência, tanto na forma preventiva quanto na corretiva.
• Bancos e financeiras
A grande maioria dos veículos de cargas são financiados. As transportadoras trabalham com frotas de veículo próprios e de agregados. Nos dois casos é muito comum que existam financiamentos. Os bancos são os agentes econômicos das linhas de crédito públicas e privadas…
• BNDES
A linha de crédito mais comum para o financiamento de máquinas e equipamentos, neste caso de veículos de carga, é o FINAME, com fonte de recursos do BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.
• Implementos rodoviários
Necessários em praticamente todos os caminhões. Fornecem e realizam manutenção de reboques, semi reboques, furgões, lonas, etc.
• Recauchutadoras
As longas distâncias percorridas com bastante peso de carga desgasta os pneus mais rapidamente, sendo necessários recauchutamentos com frequência antes da troca definitiva.
• ANTT
Agência Nacional de Transportes Terrestres é responsável pela regulamentação e fiscalização do transporte rodoviário no Brasil.
• SEFAZ
Secretaria da Fazenda realiza fiscalização do recolhimento de tributos no transporte rodoviário.
• Seguradoras
Tanto os veículos, implemento rodoviário e a carga transportada são seguradas. O valor das mercadorias podem variar entre viagens, por isso devem ser averbadas junto a seguradora.
• Rastreadoras
Fornecem dispositivos que são instalados nos veículos e disponibilizam dados de geoposicionamento para monitoramento em tempo real.
• Software
Comercializam sistemas integrados para emissão de CT-e – Conhecimento de Transporte Eletrônico, NFS-e – Nota Fiscal de Serviços Eletrônica e outras funcionalidades para gestão administrativa das transportadoras.
• Gerenciadoras de Risco
Monitoramento e avaliação de riscos durante o transporte. Acompanham a operação mitigando riscos e observando qualquer anormalidade.
• Postos de Combustível
Fornecem um dos maiores custos do transporte rodoviário, o combustível. Também disponibilizam infraestrutura para alimentação, higiene, estacionamento e algumas vezes acomodações.
• Pedágio
Cobrado pelas concessionárias, os valores são pagos por cada eixo.
• Cartões e vales
Meio de pagamento disponibilizado pelas transportadoras aos motoristas durante o trabalho, a utilização mais comum é para combustível e pedágio.
• Sindicatos
Relação com entidade sindical da categoria, tanto do empregado quanto patronal para assuntos relacionados às pessoas e atividades do setor.
• Centros de Distribuição/Consolidação
Local onde ocorre o descarregamento da carga e roteirização para entrega last mile, operações conhecidas como crossdocking. Muito aplicado no transporte fracionado.
Disponibilizamos um Guia de Fornecedores de serviços e produtos logísticos para consulta.
Apesar de parecer simples transportar, podemos observar a quantidade de empresas e pessoas envolvidas.
Alguns dos principais problemas do transporte:
• Atraso no carregamento
Problemas nos embarcadores podem gerar atrasos no carregamento dos veículos, atrasar a viagem e, consequentemente a chegada no destino final.
• Acidentes nas rodovias
Infelizmente fazem parte da rotina do transporte rodoviário e, independente das causas, atrasam o prazo de entrega.
• Roubo de cargas
A falta de segurança nas rodovias brasileiras é uma das grandes dificuldades dos transportadores. Furtos e roubos acontecem em níveis elevados nos país.
• Emissão errada de documentos fiscais
Dados incorretos inseridos nas notas fiscais, conhecimentos de transporte ou outros documentos fiscais podem gerar atrasos e até retenção de cargas nos postos de fiscalização.
• Manutenção de veículos e implementos
Pneus estourados, problemas no motor, carroceria ou em outras peças. Quanto mais velhos os veículos e implementos, maior a ocorrência de problemas.
• Informações incorretas
Embalagens sem identificação ou com dados incompletos, endereços de entrega incorretos, entre outros.
Este material apresenta uma visão macro da operação de transporte rodoviário, considerando a execução da atividade de forma legal e completa.

http://www.profissionaldeecommerce.com.br/como-funciona-o-transporte-de-cargas/

domingo, 13 de dezembro de 2015

Consumidores do mercado B2B compram mais online

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Um estudo feito pela Forrester Research nos Estados Unidos mostra um resultado que confirma que no mercado B2B está ocorrendo o mesmo comportamento do B2C no que se refere ao aumento de vendas por cliente.
O estudo aponta que os atuais clientes empresariais ou corporativos que já compram de uma determinada empresa, passem agora a também comprar pela internet (online), através de portais de e-commerce B2B. Muitos não sabem, mas comprar pela internet no e-commerce B2B traz uma série de vantagens, o que faz com que eles passem a comprar mais.
Isto por si só já é um motivo mais que suficiente para que as empresas brasileiras, especificamente indústrias, distribuidores, atacadistas e importadores, deem a devida importância ao canal de venda digital. Que passem a incluir em seus planos de curto e médio prazo iniciativas de e-commerce B2B para efetivamente aumentar suas vendas.
Não estamos falando apenas em aumentar as vendas para os atuais clientes, mas também conquistar novos consumidores. Quando falamos de e-commerce B2B, que o foco da venda não é para o cliente final pessoa física (B2C), mas sim a empresa (B2B), a principal conclusão que a Forrester chegou é que o cliente B2B após ter a sua disposição um site de e-commerce e passar a comprar também por este canal, ele acaba fazendo mais compras e por um tempo maior. Ou seja, clientes B2B multicanal compram mais e por mais tempo.
Cerca de 47% dos executivos entrevistados na pesquisa da Forrester disseram que seus clientes que migraram para o e-commerce B2B têm mais potencial de fazer novas compras e 38% disseram ter mais chances de se tornarem clientes de longo prazo.
Outra informação importante que a pesquisa aponta, principalmente para quem vende um mix grande de produtos ou que tenham lançamentos frequentes, é que 38% destes executivos também afirmaram que os clientes que migraram para o on-line são mais aptos a comprar novos produtos.
Concluindo, abrir um canal de vendas de e-commerce B2B, potencialmente traz muitas vantagens: Vender mais, por mais tempo e vender novos produtos. Isto em última instância se chama fidelizar o cliente, dar a ele opções de compra por qualquer meio que queira, entregar informação e ferramentas para fazer análise e escolher o que quer comprar, quando e como quer comprar.
Este é o novo tipo de cliente “omnichannel”, mais conectado e mais exigente, mas que por outro lado gera mais retorno para a empresa. Pense nisso e venha para o e-commerce B2B!

Publicado anteriormente no LinkedIn.
http://www.profissionaldeecommerce.com.br/consumidores-do-mercado-b2b-compram-mais-online/

sábado, 12 de dezembro de 2015

9 blogs brasileiros que todo empreendedor deveria ler Leia mais em Endeavor @ https://endeavor.org.br/blogs-brasileiros-empreendedores/

Veja uma curadoria exclusiva de blogs e sites para o micro, pequeno e médio empreendedor.

Quando bate aquela dúvida, para quem você pergunta? O Google é um salvador, sem dúvidas, mas ele nos dá tantas fontes diferentes que nem sempre aquele primeiro resultado é o de maior relevância ou credibilidade. Então em um mundo lotado de informação, onde somos soterrados de blogs de conteúdo sobre empreendedorismo, a quais recorrer?
Nós separamos nossos favoritos:
Sem muita modéstia, vai… o Portal Endeavor é uma das fontes mais completas sobre empreendedorismo do Brasil. No menu superior, você encontra seus principais desafios categorizados, que se desdobram em desafios mais específicos. Deixando o mouse sob “Pessoas”, por exemplo, você pode conferir artigos e vídeos sobre Sócios, Liderança, Cultura Organizacional, Contratação e Desenvolvimento. Na área de downloads, você encontra ainda vários e-books e ferramentas para complementar seu aprendizado, fora a seção de Pesquisas, com estudos e provocações sobre o ambiente de negócios.
2. Sebrae
Que o Sebrae é o maior articulador de micro e pequenas empresas, não há dúvidas. Mas você já deu uma olhada nos conteúdos deles? Lá no site há artigos, notícias, vídeos, áudios e soluções sobre os mais diversos assuntos para empreendedores individuais e à frente de pequenos negócios, além de serem direcionados por setor. A categoria de “Leis e Normas” é um diferencial a mais, para quem quer se formalizar ou até evitar problemas legais e técnicos no futuro.
Que tal eleger como principal meta ano que vem superar você mesmo e ser o melhor de que é capaz? Essa foi a provocação que Edson Rigonatti, sócio da Astella, fez para empreendedores em seu blog, no início de 2015. Ao longo dos últimos meses, compartilhou melhores práticas dos elementos e habilidades necessárias a um CEO, resultando em um compilado de lições e casos valiosíssimos para seu desenvolvimento e jornada à frente de um negócio.
Ele já esteve dos dois lados do balcão: primeiro fundando a Buscapé Company e, agora, como sócio da Redpoint Ventures. No blog, Romero traz lições do ponto de vista de um empreendedor investidor, tratando principalmente sobre liderança, acesso a capital e sobre o ambiente de tecnologia.
5. Agendor
Aqui o domíinio é o trio do marketing, vendas e CRM. O blog da Agendor fala bastante da arte de vendar, desde como fazer uma ligação para um contato novo, até como reter a confiança do seu cliente no atendimento.
6. Nomus
Se você empreende no setor industrial, o blog da Nomus é uma das melhores referências para se capacitar. Lá você encontra conteúdo sobre temas de planejamento, gestão e metodologias, para acompanhar sua produção e desembaraçar toda a complexidade que é tocar sua indústria.
Amortização, precificação, relatórios? O blog da Conta Azul é bem diversificado, mas se você tem uma dúvida mais específica de finanças, é bem provável que você encontra um bom conteúdo relacionado por lá. E as ferramentas são muito úteis! Tem planilha de centro de custos, template de orçamento, planilha de fluxo de caixa, entre vários outros para ajudar na sua gestão financeira.
Precisa aprender um pouco mais sobre formatar suas estratégias e métricas inbound, criar posts patrocinados em redes sociais, montar uma área de sucesso do cliente? Bom, a Resultados Digitais é uma das maiores especialistas em marketing digital do país. Lá no blog eles disponibilizam artigos, ebooks, webinars e kits de conteúdo gratuitamente.
Reunindo artigos que vão das características essenciais de um gerente de projetos até o passo-a-passo para implementar um sistema de automatização de serviços, a Project Builder tem um dos maiores blogs de gestão de projetos que conhecemos. Além dos artigos, há ebooks, webinários e ferramentas disponíveis – uma delas, inclusive, que promete diagnosticar a saúde do seu projeto.
Faltou alguém nessa lista que você acompanha sempre? Deixe seu comentário!

Os 6 passos da Jornada de Relacionamento com o Cliente Leia mais em Endeavor @ https://endeavor.org.br/jornada-relacionamento-cliente/


E depois que você fecha a venda, como fica seu relacionamento com o cliente?

O processo de relacionamento com o cliente não acontece somente após a venda: é um processo contínuo que se inicia em seu primeiro contato, muito antes da venda. E como todo relacionamento, se encerra quando não estiver bom para uma das partes. Como fazer para manter um relacionamento saudável com seu cliente?
Novo Status – Em um Relacionamento Sério com Meu Cliente
Antes de mais nada, devo explicar que este não é um passo-a-passo para conquistar um cliente e convertê-lo em uma venda, ou de como encantá-lo ou fidelizá-lo após a venda feita. Aqui, você será guiado por todo o ciclo de vida de um relacionamento empresa-cliente, e perceberá que, a cada momento, você renova este relacionamento.
No entanto, você pode se surpreender ao perceber que essa jornada se inicia muito antes até do primeiro contato: se inicia ao pensar como um consumidor.
A JORNADA SE INICIA QUANDO VOCÊ PRATICA A EMPATIA.
Praticando a Empatia
Você compra uma linda mesa de centro para colocar na sua sala. Empolgado, espera ansiosamente a data agendada para a entrega vê-lo montado, do jeitinho que você imaginou quando viu na loja. Só que ele não chega na data esperada. Pior: quando chega e a montagem vai ser iniciada, peças vêm faltando e mais uma vez, o sonho de ter aquela linda mesinha de centro de mogno em sua sala vai atrasar. A frustração é inevitável. E as coisas só pioram quando se lembra que agora vai ter todo aquele trabalhão em contatar o SAC da empresa para resolver a situação.
É provável que algo muito parecido já tenha acontecido com você.
Aqui, você é um consumidor, cliente, contratante. Você é quem demanda um produto ou serviço de qualidade. E, considerando os alarmantes dados sobre qualidade no atendimento ao cliente, passou por barreiras, empecilhos, falta de acesso e frustrações até chegar na resolução efetiva do seu problema.
A situação acima não é horrível? Colocar-se na mesma perspectiva de seu cliente é o primeiro passo para pensar em um relacionamento de longo prazo, duradouro e sustentável. Você vai perceber que, quando aprender a colocar-se na perspectiva do cliente, vai saber como conquistá-lo em cada etapa da sua jornada.
Veja, abaixo, como funciona cada uma dessas etapas e o que fazer para garantir um relacionamento saudável.
Passo 1 – Primeiro Contato – O Olhar
Todo relacionamento começa com um olhar.
O potencial cliente conhece o seu produto ou serviço. Muita coisa pode acontecer até que ele chegue até aqui, mas não é o nosso foco no momento. Vamos entender o que acontece a partir do momento em que você finalmente teve a chance de entrar em contato com ele. É a sua oportunidade de transmitir uma primeira impressão incrível, seja com uma vitrine de produtos encantadora ou uma conversa memorável com a equipe de vendas.
Passo 2 – Conhecimento – O Flerte
A PRIMEIRA IMPRESSÃO É DEFINITIVA PARA O INÍCIO DO RELACIONAMENTO, MAS SE VOCÊ NÃO FOR INTERESSANTE DEPOIS DISSO, ESQUEÇA: VOCÊ VAI DERRUBÁ-LA COM MUITO MAIS VELOCIDADE DO QUE CONSTRUIU.
Com o seu cliente, é a mesma coisa. Ele pode se interessar muito pelo seu produto ou serviço, mas quando for conhecê-lo de perto, pode desistir de adquirí-lo por uma série de fatores, seja pelo preço (não adequado à ele) ou até por um mau atendimento na hora de querer saber mais. É a hora de flertar, de fazer o relacionamento começar gostoso: descubra os interesses do prospecto e se mostre disponível para esclarecer dúvidas ou resolver problemas, mesmo que não seja cliente ainda.
Mas cuidado: não tente adiantar os passos. Um flerte bom é aquele que demonstra intenção, mas não se apressa à conquista. Mantenha seu foco em tentar entendê-lo – a gente adora quem se interesse pelos nossos anseios.
Passo 3 – Questionamentos – O Namoro
Um bom namoro começa com um bom flerte, mas é durante este período de estreitamento de relações que o seu cliente, agora que percebeu que você está disponível, vai lhe fazer os mais diversos questionamentos.
Você fez todas as perguntas para entender os interesses do seu ciente, mas agora é hora dele perguntar. Você precisa se mostrar confiável e seguro do que está oferecendo, com a certeza de que irá cumprir tudo o que promete entregar. Apresente casos de sucesso que o seu produto ou serviço proporcionou, ofereça testes e demonstrações e crie um ambiente em que ele se sinta seguro para engajar em algo mais sério.
Passo 4 – Venda ou Aquisição – O Casamento
Finalmente, os votos foram feitos! Os dois aceitaram um casamento, um compromisso em que ambas as partes têm responsabilidades e direitos. Portanto, é preciso cumprí-los!
É até clichê dizer isso, mas muitas empresas se preocupam com o encantamento do cliente somente até a venda e esquecem deles na sequência. A venda é um casamento e precisa ser levada a sério! Faça tudo o que for necessário para que a venda seja realizada de forma agradável, desde as formas de pagamento que você oferece até detalhes pequenos, como garantir a segurança de seu cliente no processo.
Passo 5 – Pós-Venda – A Sustentação
Já se foi o tempo em que o casamento era uma obrigação. É preciso sustentá-lo, torná-lo mais agradável dia após dia, reacendendo a chama da paixão que seu cliente sentiu na primeira vez que te viu, ou fazendo-o lembrar dos papos gostosos que tiveram durante o flerte.
Se você pratica a empatia, sabe que não é suficiente criar departamentos populosos para resolver problemas. Você vai cuidar para que, após a venda, o cliente não tenha problemas. Investir em equipes especializadas que se antecipem a problemas pode fazer a grande diferença para manter um saudável relacionamento com o cliente.
Passo 6 – Fidelização e Encantamento – A Certeza
Chega uma hora no casamento que, apesar das crises e de saber que tudo pode mudar, a certeza de que aquela foi a escolha certa existe. E você quer espalhar!
BUSQUE ESSA CERTEZA EM SEU CLIENTES, POIS ELES FARÃO A DIFERENÇA EM SEU NEGÓCIO COMO UM TODO, MOSTRANDO A TODOS QUE SE SENTEM IMPORTANTES E BEM CUIDADOS POR VOCÊ.
Promova programas de fidelidade e benefícios extras aos seus clientes mais fiéis, não apenas como um mimo, mas como uma forma de mostrar que você valoriza a relação. Todos querem estar em relacionamentos saudáveis e confiávies. Quem melhor que seu cliente para mostrar aos demais potenciais que você pode oferecer isso?
Dedicação do início ao fim
Estamos cada vez mais inseridos numa era de valorização de relacionamentos, em que não bastam diversos canais de atendimento ao consumidor se não souber, de fato, o porque ele procura uma empresa. Não basta atendê-lo com um número de protocolo se não souber o nome dele. Não basta abrir um atendimento 24 horas e não ter cordialidade.
Não basta gastar milhões com marketing e propagandas e divulgação, trazer pessoas para seu site ou sua loja, deixá-los interessados por um produto ou preço (ou os dois) e vender o tamanho errado. aquele que não coube no pé, mas que quando lacear melhora.
Pé apertado incomoda!
Cliente insatisfeito, reclama, grita, dá sinais! Para manter o relacionamento com o cliente saudável, entenda esses sinais. Você vai se surpreender com o resultado.
*Por Carolina Pinheiros, Executiva de Contas da NeoAssist